<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049</id><updated>2011-11-27T22:37:27.263-02:00</updated><category term='América do Sul'/><category term='Mercosul'/><category term='Europa'/><category term='Crise dos Alimentos / Fome'/><category term='EUA/USA'/><category term='Migrações/População'/><category term='China'/><category term='Religião'/><category term='Mídia'/><category term='Brasil'/><category term='Geografia'/><category term='Espaço Rural'/><category term='Auxiliadora - CMA - Canoas/Rs'/><category term='Relevo/Geologia'/><category term='Geopolítica'/><category term='Astronomia'/><category term='Ásia'/><category term='População'/><category term='Am. Latina'/><category term='África'/><category term='Rússia'/><category term='Economia'/><category term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>Geografia 3º Ano Professor Jéferson Pitol Righetto</title><subtitle type='html'>Blog do Professor Jéferson - Geografia - com conteúdo específico para o 3º ano do ensino médio.
Dos Colégios: Maria Auxiliadora - Canoas e
Presidente Kennedy - Porto Alegre



A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender.—.Albino Teixeira</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>438</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8608673624942766984</id><published>2009-10-12T20:18:00.001-03:00</published><updated>2009-10-12T20:18:28.215-03:00</updated><title type='text'>IPC-IG launches collection of ninety-nine One Pagers</title><content type='html'>&lt;h5&gt;&amp;#160;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="3" src="http://www.ipc-undp.org/pressroom/news/IPCNews69.jpg" width="200" height="134" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;This book aims at stimulating public policy debates on key inclusive development issues. Covering interrelated areas, such as access to basic services, cash transfers, gender equality, employment, and inclusive economic policies, it is a useful tool for policymakers, researchers, the civil society and the UN family. &lt;a href="http://www.ipc-undp.org/pub/IPCOnePagerBook.pdf"&gt;more&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8608673624942766984?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8608673624942766984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8608673624942766984&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8608673624942766984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8608673624942766984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/ipc-ig-launches-collection-of-ninety.html' title='IPC-IG launches collection of ninety-nine One Pagers'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7982806424882461893</id><published>2009-10-12T14:23:00.001-03:00</published><updated>2009-10-12T14:23:05.348-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>HONDURAS REPETE A GUATEMALA, 55 ANOS DEPOIS</title><content type='html'>&lt;h3 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Atualizado em 12 de outubro de 2009 às 13:35 | Publicado em 12 de outubro de 2009 às 13:07&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;por &lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;Luiz Carlos Azenha&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se me fosse dada a opção de escolher o currículo de formação de novos jornalistas, eu optaria por colocá-los para estudar História.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não dá para ver o golpe em Honduras fora de seu contexto econômico e histórico internacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Do ponto-de-vista da economia, a crise nos Estados Unidos teve um tremendo impacto em toda a América Central. Nos Estados Unidos os centro-americanos cumprem o papel de derrubar os salários locais. E ajudam a sustentar as economias de seus países de origem com as remessas de dólares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com a crise, as elites locais da América Central, atreladas a interesses estrangeiros, não querem fazer qualquer concessão. O principal produto desses países é a mão-de-obra barata: os homens imigram, as mulheres trabalham nas maquilas, empresas que montam produtos exportáveis para os Estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fazer concessões aos movimentos sociais implica em ameaçar a vantagem competitiva que esses países podem oferecer aos investidores estrangeiros: o trabalho semi-escravo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De repente, surge na equação um sujeito chamado Hugo Chávez. Com o dinheiro do petróleo, pode equilibrar esse jogo. Todos esses países são dependentes de importação de energia. Além de acesso a petróleo mais barato, através de Chávez os governos podem obter financiamento externo para projetos de infraestrutura e programas sociais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ou seja, é uma perspectiva de autonomia numa região que sempre foi quintal político e econômico dos Estados Unidos, o que vale também para o grande vizinho ao Norte, o México.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Portanto, Manuel Zelaya era um exemplo a ser combatido.&amp;#160; Embora eleito por um partido de centro-direita, ameaçava romper o pacto das elites hondurenhas, assentado sobre a exploração da mão-de-obra local.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/zelaya-deu-aumento-de-65-no-salario-minimo/"&gt;&lt;strong&gt;Zelaya, como vocês sabem, deu aumento de 65% no salário mínimo.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quanto à conjuntura internacional, Honduras desempenha um papel importante como uma espécie de porta-aviões em terra para projetar o poder militar dos Estados Unidos na América Central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora Zelaya não tenha falado em acabar com isso, as ideias dele representavam ameaça de médio prazo, especialmente num quadro em que a Venezuela se contrapõe abertamente aos Estados Unidos na América Central e no Caribe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Engana-se quem acha que a transição do governo Bush para o governo Obama foi completa. Os neocons não deixaram o poder completamente nos Estados Unidos. Alguns deles são assessores de Hillary Clinton no Departamento de Estado. Outros lutam de dentro da burocracia estatal. E há a câmara de eco neocon nos institutos de estudos internacionais, revistas e jornais, que trava uma luta diária para influenciar a política externa. Eles são fortíssimos no Pentágono e na CIA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além de pregar a completa hegemonia política, econômica e militar dos Estados Unidos, os neocons agem em defesa de grandes interesses econômicos, os mesmos que sustentam seus institutos e publicações.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A História da América Central é a história da subordinação local a esses interesses.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foi para combater a &amp;quot;ameaça comunista&amp;quot; que os Estados Unidos derrubaram o governo de Jacob Arbenz na Guatemala, em 1954, num período em que a United Fruit tinha o monopólio da produção de banana e era dona da maioria das terras; a subsidiária dela, International Railways of Central America (IRCA), controlava o transporte; e a Electric Bond and Share (EBS) controlava a produção e distribuição de energia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Vista no contexto da Guerra Fria, a intervenção dos Estados Unidos na Guatemala foi a primeira expressão na América Latina de uma política desenvolvida inicialmente na Grécia. No período depois da Segunda Guerra Mundial, o capital dos Estados Unidos estava se expandindo mundialmente em uma escala sem precedentes. Movimentos de trabalhadores nos Estados Unidos e no estrangeiro (especialmente os abertos às ideias comunistas) eram vistos como ameaça a essa expansão e portanto tinham que ser colocados sob controle. No estrangeiro, a intervenção de 1947 na Grécia foi o precedente. Os Estados Unidos jogaram centenas de milhões de dólares na Grécia para esmagar uma revolta revolucionária militarmente. A Doutrina Truman deu a justificativa, ao dizer que os Estados Unidos precisam 'apoiar povos livres que estão resistindo à subjugação por minorias armadas'. A Guatemala foi a primeira aplicação dessa lógica na América Latina (vista também na derrubada do governo nacionalista de Mossadegh no Irã). Nesse contexto, os Estados Unidos fizeram um teste na Guatemala de um modelo para reverter revoluções sociais na América Latina clandestinamente, sem mandar os fuzileiros navais. Muitos aspectos desse modelo foram aplicados na invasão da baía dos Porcos (Cuba) e em operações clandestinas subsequentes, inclusive na guerra dos contra nos anos 80 contra a Nicarágua&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;. (Do livro The Battle for Guatemala, de Susanne Jones)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hoje, os grandes interesses econômicos que colocam Barack Obama na parede representam o capital multinacional que prega a &amp;quot;flexibilização&amp;quot; do trabalho, o desmanche do estado, a criminalização dos movimentos sociais reinvindicatórios, o estado da segurança nacional, a guerra permanente e o acesso desimpedido às matérias primas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A grande ameaça a esses interesses é o voto popular. A grande arma deles é a mídia. O golpe em Honduras resultou de uma conjuntura política interna, mas dentro de um contexto econômico e político internacional. É o neogolpe. A repetição da História, agora como farsa, na qual o antichavismo faz o papel do anticomunismo, para despistar os verdadeiros objetivos: garantir a completa subordinação da mão-de-obra. É a parte que nos cabe nesse latifúndio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/honduras-repete-a-guatemala-55-anos-depois/"&gt;http://www.viomundo.com.br/opiniao/honduras-repete-a-guatemala-55-anos-depois/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7982806424882461893?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7982806424882461893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7982806424882461893&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7982806424882461893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7982806424882461893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/honduras-repete-guatemala-55-anos.html' title='HONDURAS REPETE A GUATEMALA, 55 ANOS DEPOIS'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1947510783564727001</id><published>2009-10-08T20:22:00.001-03:00</published><updated>2009-10-08T20:22:41.776-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espaço Rural'/><title type='text'>Concentração de terras no Brasil</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1% das fazendas concentram 46% da terra produtiva&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O IBGE divulgou há poucos dias o Censo Agropecuário de 2006. Em editorial, o jornal Brasil De Fato, fez um resumo de seus resultados. Pela importância, reproduzimos esse resumo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em relação ao Censo anterior, de 1996, “diminuiu o número de estabelecimentos com menos de 10 hectares. Eles representam os pobres do campo, e eram em 2006 cerca de 2,5 milhões de famílias. A área ocupada por eles baixou de 9,9 milhões de hectares para apenas 7,7 milhões, correspondendo a apenas 2,7% da área total brasileira. No outro lado, temos apenas 31.899 fazendeiros que dominam 48 milhões de hectares em áreas acima de mil hectares. E outros 15.012 fazendeiros com áreas superiores a 2.500 hectares, que totalizam 98 milhões de hectares. São os fazendeiros do agronegócio, que representam menos de 1% dos estabelecimentos, mas controlam 46% de todas as terras”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“De um lado, a grande propriedade do agronegócio se especializou em produtos para exportação, como soja, milho, cana e pecuária, que dominam a maior parte das terras. Esses três produtos usam 32 milhões de hectares, enquanto os principais alimentos da dieta brasileira usam apenas 7 milhões de hectares para plantar arroz, feijão, mandioca e trigo”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O agronegócio “ficou mais dependente do capital financeiro e das empresas transnacionais. O valor bruto da produção agrícola (PIB agrícola) foi de 141 bilhões de reais, em 2006. Destes, 91 bilhões produzidos pelo agronegócio, mas precisou de 80 bilhões de reais de credito rural dos bancos e da poupança nacional para poder produzir. Já a agricultura familiar, produziu 50 bilhões de reais, e utilizou apenas 6 bilhões de reais”, analisa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A agricultura familiar produziu comida, e para o mercado interno. O agronegócio produziu commodities, dólares, para o mercado externo. Por isso é dominada pelo controle das grandes empresas transnacionais que controlam o mercado e os preços. As 20 maiores empresas que atuam na agricultura tiveram um PIB de 112 bilhões no ano de 2007. Ou seja, praticamente toda produção do agronegócio é controlada na verdade por apenas 20 grandes empresas. E, em sua maioria, estrangeiras”.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1947510783564727001?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1947510783564727001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1947510783564727001&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1947510783564727001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1947510783564727001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/concentracao-de-terras-no-brasil.html' title='Concentração de terras no Brasil'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5853824609666243449</id><published>2009-10-08T16:34:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T16:34:51.400-03:00</updated><title type='text'>Atualidades Enem   2009   Parte 01</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2075078"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/professormario/atualidades-enem-2009-parte-01" title="Atualidades Enem   2009   Parte 01"&gt;Atualidades Enem   2009   Parte 01&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=atualidadesenem-2009-parte01final-090927084134-phpapp02&amp;stripped_title=atualidades-enem-2009-parte-01" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=atualidadesenem-2009-parte01final-090927084134-phpapp02&amp;stripped_title=atualidades-enem-2009-parte-01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/professormario"&gt;professormario&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5853824609666243449?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5853824609666243449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5853824609666243449&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5853824609666243449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5853824609666243449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/atualidades-enem-2009-parte-01.html' title='Atualidades Enem   2009   Parte 01'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-297196436728949229</id><published>2009-10-08T16:34:00.001-03:00</published><updated>2009-10-08T16:34:15.176-03:00</updated><title type='text'>Atualidades Enem   2009   Parte 02</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2075335"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/professormario/atualidades-enem-2009-parte-02" title="Atualidades Enem   2009   Parte 02"&gt;Atualidades Enem   2009   Parte 02&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=atualidadesenem-2009-parte02final-090927090845-phpapp01&amp;stripped_title=atualidades-enem-2009-parte-02" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=atualidadesenem-2009-parte02final-090927090845-phpapp01&amp;stripped_title=atualidades-enem-2009-parte-02" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/professormario"&gt;professormario&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-297196436728949229?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/297196436728949229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=297196436728949229&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/297196436728949229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/297196436728949229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/atualidades-enem-2009-parte-02.html' title='Atualidades Enem   2009   Parte 02'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-9102572106893188612</id><published>2009-10-08T16:33:00.001-03:00</published><updated>2009-10-08T16:33:45.959-03:00</updated><title type='text'>3º Ano   Atualidades   Enem 2008</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_598052"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ncozentino/3-ano-atualidades-enem-2008-presentation" title="3º Ano   Atualidades   Enem 2008"&gt;3º Ano   Atualidades   Enem 2008&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3-ano-atualidades-enem-2008-1221427395006361-8&amp;stripped_title=3-ano-atualidades-enem-2008-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3-ano-atualidades-enem-2008-1221427395006361-8&amp;stripped_title=3-ano-atualidades-enem-2008-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/ncozentino"&gt;Nelson Cozentino&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-9102572106893188612?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/9102572106893188612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=9102572106893188612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9102572106893188612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9102572106893188612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/3-ano-atualidades-enem-2008.html' title='3º Ano   Atualidades   Enem 2008'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-158006694751051712</id><published>2009-10-08T16:32:00.001-03:00</published><updated>2009-10-08T16:32:55.526-03:00</updated><title type='text'>Pré-sal: perguntas e respostas</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:477px;text-align:left" id="__ss_2134343"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/FatoseDados/prsal-perguntas-e-respostas-2134343" title="Pré-sal: perguntas e respostas"&gt;Pré-sal: perguntas e respostas&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="477" height="510"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=marcoregulatriofolheto1final-091005153235-phpapp02&amp;stripped_title=prsal-perguntas-e-respostas-2134343" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=marcoregulatriofolheto1final-091005153235-phpapp02&amp;stripped_title=prsal-perguntas-e-respostas-2134343" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="477" height="510"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/FatoseDados"&gt;FatoseDados&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-158006694751051712?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/158006694751051712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=158006694751051712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/158006694751051712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/158006694751051712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/pre-sal-perguntas-e-respostas.html' title='Pré-sal: perguntas e respostas'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1368436060343902908</id><published>2009-10-04T09:10:00.001-03:00</published><updated>2009-10-04T09:10:00.913-03:00</updated><title type='text'>O vazamento do ENEM</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Do Estadão    &lt;br /&gt;PF indicia empresário e DJ por vazamento de prova do Enem     &lt;br /&gt;Os 2 foram interrogados ontem em São Paulo; polícia procura terceiro homem suspeito de participar da fraude     &lt;br /&gt;Sergio Pompeu, Renata Cafardo e Fausto Macedo     &lt;br /&gt;A Polícia Federal indiciou ontem dois suspeitos de fraudarem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): o empresário e publicitário Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo de Oliveira Craid. A PF está convencida do envolvimento de ambos na trama do vazamento das provas. O exame foi cancelado na quinta-feira depois que o Estado avisou o Ministério da Educação (MEC) que havia tido acesso ao caderno de questões.     &lt;br /&gt;Rodrigues e Gregory foram interrogados à tarde na superintendência regional da PF em São Paulo. Depois dos depoimentos, eles foram liberados. A polícia não vê necessidade de pedir a prisão dos dois à Justiça. Gregory afirmou à PF que teria sido Felipe Pradella quem obteve as provas e as repassou a ele. Ainda não se sabe se Pradella é segurança do consórcio contratado para aplicação e logística do exame ou se tinha a função de coordenar o manuseio dos cadernos de questões.     &lt;br /&gt;O plano era vender os documentos “para repórteres” e “levantar um dinheiro”. A PF acredita que o escândalo que levou ao adiamento do Enem, que seria neste fim de semana, foi protagonizado por “um grupo amador”. Após 72 horas de investigação, o inquérito está praticamente fechado na avaliação da PF. Falta localizar Pradella.     &lt;br /&gt;A PF quer saber se ele teria agido sozinho ou se teve auxílio de alguém em posto mais graduado na equipe que atua no consórcio para que tivesse acesso ao cofre onde os papéis estavam guardados. A PF pretende estabelecer se o segurança conseguiu a prova “no exercício do cargo” ou se a furtou com a cumplicidade de algum superior.     &lt;br /&gt;Equipes policiais percorreram endereços do investigado. Se até amanhã ele não se apresentar, a PF vai requerer formalmente à Justiça Federal sua prisão e mandados de busca. A PF tem pressa. A Presidência da República pediu uma resposta o quanto antes. Por determinação de seu diretor-geral, delegado Luiz Fernando Corrêa, a PF quer concluir a missão no início da semana.     &lt;br /&gt;Na noite de sexta-feira, a equipe do delegado Marcelo Sabadin, que conduz a apuração, começou a procurar Gregory. Primeiro os agentes foram a uma danceteria em Osasco. Depois, bateram à porta da MySpace, balada no Itaim. O DJ atua rotineiramente nesses endereços.     &lt;br /&gt;Às 3 horas de ontem, a PF fez contato com o advogado Antônio José Craid, pai de Gregory. Os dois estavam reunidos na casa do advogado, em Barueri. “Estou me inteirando dos fatos”, disse ele à PF. O delegado convenceu Craid a apresentar o rapaz. Também foi antecipado o depoimento de Luciano Rodrigues, inicialmente marcado para amanhã. O empresário foi à PF acompanhado de seu advogado, Luiz Vicente Bezinelli.     &lt;br /&gt;VIOLAÇÃO DE SIGILO     &lt;br /&gt;Rodrigues e Gregory foram enquadrados no artigo 325 do Código de Processo Penal, que define o crime de violação de sigilo funcional – revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em silêncio. A pena prevista, em caso de condenação, é de 6 meses a dois anos de detenção. Eles foram indiciados também no artigo 327 que considera funcionário público, “para os efeitos penais”, quem, embora de maneira transitória ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública – neste caso a pena será aumentada da terça parte.     &lt;br /&gt;Gregory relatou à PF que, de posse das provas que lhe teriam sido entregues por Felipe Pradella, procurou Luciano Rodrigues, seu amigo e dono de uma pizzaria nos Jardins. O encontro na pizzaria ocorreu na terça-feira à noite. Ele declarou estar desempregado e contou que Pradella é seu amigo “há mais ou menos 4 ou 5 anos, empinaram pipa e jogaram futebol” nas ruas de Osasco e de Barueri, na Grande São Paulo.     &lt;br /&gt;“Esse amigo da gráfica sabia que eu tinha contato com a imprensa porque sou DJ e conheço muitos repórteres”, disse Gregory. Segundo a PF, ele admitiu que pretendia vender a papelada. Rodrigues afirmou que não sabia da venda dos documentos. Disse que pretendia apenas levar para a imprensa o que considerava “um furo jornalístico de grande importância”.     &lt;br /&gt;“O Luciano foi indiciado por divulgar documento público, não foi indiciado por ter participado do furto ou do vazamento”, declarou o advogado Luiz Bezinelli. “Estou achando um absurdo o indiciamento . Tanto que na segunda-feira vou impetrar habeas corpus para trancar o inquérito contra ele.”     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsiQlD-kBEI/AAAAAAAAGyk/zdmvsMI0GKo/s1600-h/Como_ser_o_enem_2009%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Como_ser_o_enem_2009" border="0" alt="Como_ser_o_enem_2009" src="http://lh3.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsiQlzwDtYI/AAAAAAAAGyo/w2azLjUA_dc/Como_ser_o_enem_2009_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1368436060343902908?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1368436060343902908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1368436060343902908&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1368436060343902908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1368436060343902908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/o-vazamento-do-enem.html' title='O vazamento do ENEM'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsiQlzwDtYI/AAAAAAAAGyo/w2azLjUA_dc/s72-c/Como_ser_o_enem_2009_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8039088052175265273</id><published>2009-10-02T17:55:00.001-03:00</published><updated>2009-10-02T17:55:09.223-03:00</updated><title type='text'>Viva o Povo Brasileiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;!!PARABÉNS RIO DE JANEIRO!!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PARABÉNS BRASIL!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A OLIMPÍADA DE 2016 É NOSSA!!!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsZom7gk74I/AAAAAAAAGxs/AfomAVnTmLw/s1600-h/RIO2016%20%282%29%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="RIO2016 (2)" border="0" alt="RIO2016 (2)" src="http://lh3.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsZoopWaIQI/AAAAAAAAGxw/GZXnITapOCA/RIO2016%20%282%29_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="462" height="351" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsZoplqQ00I/AAAAAAAAGx0/P48dyTjTenI/s1600-h/RIO%202016%5B1%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="RIO 2016" border="0" alt="RIO 2016" src="http://lh4.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsZorNo142I/AAAAAAAAGx4/iYUM5nZjaiQ/RIO%202016_thumb%5B1%5D.png?imgmax=800" width="438" height="305" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8039088052175265273?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8039088052175265273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8039088052175265273&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8039088052175265273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8039088052175265273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/10/viva-o-povo-brasileiro.html' title='Viva o Povo Brasileiro'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_XyiWWRmpDxE/SsZoopWaIQI/AAAAAAAAGxw/GZXnITapOCA/s72-c/RIO2016%20%282%29_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6901701016125128540</id><published>2009-09-24T19:07:00.001-03:00</published><updated>2009-09-24T19:07:12.322-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>O homem no centro da crise hondurenha: quem é Manuel Zelaya?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Filho de poderoso fazendeiro, Manuel Zelaya foi eleito em 2005 pelo Partido Nacional Hondurenho, de direita, com um programa também de centro-direita, num cenário em que poucas famílias da elite controlavam a economia local, e onde a esquerda havia sido escanteada do poder. Apesar disso, Zelaya promoveu reformas econômicas e sociais consideradas de esquerda, custando-lhe a perda do apoio da elite. O artigo é de Larissa Ramina.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Larissa Ramina (*)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 28 de junho, Manuel Zelaya fora expulso de seu país, que deixara vestindo pijamas. Destituído por um golpe de Estado, amplamente condenado pela comunidade internacional, refugiou-se na vizinha Nicarágua. Após 3 meses de tentativas frustradas, atravessou clandestinamente as fronteiras hondurenhas e abrigou-se na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, no dia 21 de setembro. Seu retorno ocorre em um momento crucial, na véspera da reunião da Assembléia Geral da ONU, que deverá reunir em Nova Iorque chefes de Estado de todo o planeta.    &lt;br /&gt;O governo golpista de Roberto Micheletti apressou-se em adotar medidas militares, dispersando violentamente os cerca de 4000 partidários de Zelaya reunidos no local. Um toque de recolher foi imposto na capital, e os aeroportos, escolas e comércio foram fechados. Água, luz e telefone da Embaixada foram cortados. A OEA adotou resolução pedindo a recondução do líder deposto ao poder e o respeito de sua integridade física. O governo brasileiro solicitou a intervenção do Conselho de Segurança da ONU para garantir a segurança da Embaixada.     &lt;br /&gt;Mas afinal, quem é Manuel Zelaya, o homem no centro da crise hondurenha?     &lt;br /&gt;Candidato conservador às eleições de 2006, Zelaya transformou-se após o golpe em herói popular, sendo tratado pela oposição como esquerdista e comunista. Todavia, o homem de chapéu estilo “cowboy”, camisa desabotoada, botas texanas e bigode marcante não é facilmente descrito.     &lt;br /&gt;Filho de poderoso fazendeiro, fora eleito em 2005 pelo Partido Nacional Hondurenho, de direita, com um programa também de centro-direita, num cenário em que poucas famílias da elite controlavam a economia local, e onde a esquerda havia sido escanteada do poder. Apesar disso, Zelaya promoveu reformas econômicas e sociais consideradas de esquerda, custando-lhe a perda do apoio da elite.     &lt;br /&gt;Diante de uma urgência financeira para concretizar reformas sociais no país em que 70% da população vive abaixo da linha da miséria, Zelaya buscou ajuda no setor privado, que firmemente lhe virou as costas. O Banco Mundial, por sua vez, ofereceu-lhe uma ajuda irrisória de U$ 10 milhões. O empréstimo relevante, de U$ 132 milhões, veio de Hugo Chávez.     &lt;br /&gt;A aliança com a Venezuela, sacramentada na adesão à Alternativa Bolivariana para as Américas, marcou a espetacular virada de Zelaya à esquerda, ilustrada pelo aumento de 65% do salário mínimo hondurenho, que passou de U$189 para U$ 289. Esse fato marcou o rompimento definitivo com o conservadorismo local. Não obstante, Zelaya foi o primeiro chefe de Estado hondurenho a visitar Cuba desde 1959, onde se desculpou publicamente com Fidel Castro pelo fato de seu país ter servido de base norte-americana para a luta contra a guerrilha; aproximou-se de Daniel Ortega na Nicarágua e protestou contra a ingerência dos EUA na Venezuela e na Bolívia. Para coroar sua posição, declarou na Assembléia Geral da ONU que o capitalismo estaria “devorando os seres humanos”.     &lt;br /&gt;Em seguida, isolado pelo patronato e por seu próprio partido, e já começando a inquietar os EUA, Manuel Zelaya insistiu no que chamou de “revolução pacífica” para a instauração de uma “democracia participativa”, convocando um referendo para consultar acerca da possibilidade de modificar a Constituição e permitir a reeleição do chefe de Estado. Essa empreitada, já iniciada por outros chefes de Estado na América Latina, entre os quais Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e também o conservador Álvaro Uribe, foi considerada ilegal pela Corte suprema hondurenha, apoiada por alguns membros do Congresso, por parte do Exército e pelos meios empresariais. Zelaya foi preso pelos militares na manhã do referendo, no dia 28 de junho de 2009. No Brasil, encontrou o apoio que lhe permitiu retornar a seu país. Porque o Brasil e não Venezuela? A resposta é estratégica, e o Presidente brasileiro tem reputação na Europa e nos EUA muito melhor do que o Presidente venezuelano.     &lt;br /&gt;O golpe de Estado dirigiu-se a um Presidente que fora eleito por um partido de direita, e que no decorrer do mandato deu uma guinada à esquerda. Micheletti anunciou que Zelaya seria preso e julgado por traição, caso entrasse em Honduras. O homem no centro da crise fora considerado, portanto, um traidor: um traidor da elite hondurenha.     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Larissa Ramina, Doutora em Direito Internacional pela USP e Professora da UniBrasil.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.cartamaior.com.br/templates/imagens/globe_rodando_172x65.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6901701016125128540?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6901701016125128540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6901701016125128540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6901701016125128540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6901701016125128540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/09/o-homem-no-centro-da-crise-hondurenha.html' title='O homem no centro da crise hondurenha: quem é Manuel Zelaya?'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6750847082563068005</id><published>2009-09-21T18:00:00.001-03:00</published><updated>2009-09-21T18:00:02.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>“EUA tem o maior orçamento militar do mundo e usa para tomar riquezas dos demais”</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Pesquisadora Eva Golinger denuncia: &lt;/u&gt;&lt;i&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os presidentes dos países que integram a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), reunidos em Kinshasa no dia 11, reivindicaram o imediato fim das sanções contra o Zimbábue.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O anfitrião do encontro, presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, denunciou que as sanções sabotam o desenvolvimento e o bem-estar do povo do Zimbábue.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O comunicado final do encontro afirma que “considerando os progressos gerados pela aplicação de um acordo político global, chamamos a comunidade internacional a levantar toda forma de sanção contra o Zimbábue”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;REFORMA AGRÁRIA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para manter as sanções econômicas, que incluem a negação de fundos por instituições financeiras, os EUA seguem denunciando ataques à democracia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O boicote contra a ex-colônia britânica, de 11 milhões de habitantes e com 73% de sua população em zonas rurais, fez-se mais forte desde o ano 2000, quando o presidente Robert Mugabe acelerou a reforma agrária.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na reunião participaram os chefes de Estado Jacob Zuma, da África do Sul; Armando Guebuza, de Moçambique; Robert Mugabe, do Zimbábue, e Lucas Pohamba, da Namíbia, além de delegações dos demais integrantes da Comunidade, que são Angola, Botsuana, Lesoto, Mada-gascar, Malawi, Suazilândia, Tanzânia e Zâmbia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma delegação da União Européia visitou o Zimbábue durante esta semana e foi recebida por Robert Mugabe, integrantes de seu partido Zanu-PF; pelo primeiro-ministro Morgan Tsvangirai e seu partido MDC-T.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O jornal do Zimbá-bue, The Herald, denunciou que Tsvangirai “pretende que a União Européia mantenha as sanções contra o Zimbábue” apesar do acordo firmado pelos dois partidos e apoiado pela União Africana e pela SADC denominado Global Political Agreement (GPA - Acordo Político Global), pelo qual Tsvangirai assumiu o posto de primeiro-ministro. Ele participou de um comício em Bulawyo, mesma cidade e no mesmo dia em que membros da delegação se encontraram com ele para dizer que No comício ele declarou que “o partido Zanu-PF continua a violar a lei, perseguir parlamentares nossos e a ignorar tratados internacionais”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Integrantes do partido Zanu-PF também denunciaram que nos encontros com os europeus somente eles argumentavam contra as sanções enquanto que os do MDC-T “ficavam estra-nhamente em silêncio”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O The Herald denuncia que Tsvangirai quer forçar o governo a lhe ceder mais postos do que o acordado. O ministro do Desenvolvimento da Suécia, Gumilla Carlson, defendeu Tsvan-girai dizendo que “as medidas restritivas são decididas pela União Européia” e que “não cabe ao primeiro-ministro [Tsvangirai] retirá-las”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;MUGABE&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente Mugabe esclareceu aos europeus que o Zanu-PF fez a sua parte e o governo procedeu à posse de Tsvangirai e demais ministros por ele indicados. Mugabe declarou que deputados do MDC-T foram presos sob acusação de sequestro e estupro “ofensas muito graves em qualquer país do mundo”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Ou os senhores pretendem que os deputados no Zimbábue estejam acima da lei?”, questionou o presidente. Mugabe esclareceu que o ministro do Interior, encarregado da polícia, foi indicação acordada pelo Zanu-PF e MDC-T. “Eu duvido que ele mandaria prender de forma arbitrária membros de seu próprio partido”, disse Mugabe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente Mu-gabe pediu aos europeus que prestassem atenção aos pontos de vista africanos sobre a questão do Zimbábue como referentes a um país soberano e independente. “A Europa deve se reportar a nós como um país africano e não como se fôssemos membros de sua comunidade. Nós não somos parte da Europa”.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6750847082563068005?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6750847082563068005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6750847082563068005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6750847082563068005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6750847082563068005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/09/eua-tem-o-maior-orcamento-militar-do.html' title='“EUA tem o maior orçamento militar do mundo e usa para tomar riquezas dos demais”'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4671019211331822042</id><published>2009-09-14T20:14:00.001-03:00</published><updated>2009-09-14T20:14:49.451-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>O primeiro 11 de setembro sem Bush e Cheney</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" align="right" src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/51/foto_mat_23889.jpg" /&gt;Duas guerras sem final à vista e milhões de cadáveres depois (entre eles os de mais de 5 mil soldados americanos mortos, 4343 no Iraque e 824 no Afeganistão), os Estados Unidos de Barack Obama tentam distanciar-se ao menos da histeria belicista disseminada pela dupla Bush-Cheney. Como desta vez o ritual anual na área do WTC foi bem comportado, pode-se ainda fingir que não persistem as teimosas especulações paranóicas sobre suposta cumplicidade do governo anterior. O artigo é de Argemiro Ferreira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Argemiro Ferreira&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar de marcar o 8º aniversário das ações terroristas de 2001, o 11/9 de 2009 baixou a bola. Pela 1ª vez a data foi lembrada sem as presenças nefastas, na Casa Branca, de George Bush e Dick Cheney - notórios beneficiários políticos dela, obstinados em manipular o episódio para extremar sua agenda neoconservadora exorcizada atualmente dentro e fora dos EUA.    &lt;br /&gt;Duas guerras sem final à vista e milhões de cadáveres depois (entre eles os de mais de 5 mil soldados americanos mortos, 4343 no Iraque e 824 no Afeganistão), os EUA de Barack Obama tentam distanciar-se ao menos da histeria belicista disseminada pela dupla Bush-Cheney. Neste ano 8 do 11 de setembro conformaram-se com menos exagero nas homenagens às vítimas das ações terroristas.     &lt;br /&gt;De Nova York o jornalista Sérgio Dávila enviou para a &lt;i&gt;Folha de S.Paulo&lt;/i&gt; um texto que refletiu bem o novo clima, mais civilizado, mesmo com a repetição parcial do ritual cumprido a cada setembro desde 2001. Oito anos depois, explicou ele, “ninguém sabe o que fazer com o evento histórico, tanto de maneira literal como figurada”.     &lt;br /&gt;O presidente Barack Obama, depois de avisar que não iria ao World Trade Center de Nova York, ficou na capital e participou de ato em homenagem às vítimas do avião lançado sobre o Pentágono. Como desta vez o ritual anual na área do WTC foi bem comportado, pode-se ainda fingir que não persistem as teimosas especulações paranóicas sobre suposta cumplicidade do governo anterior.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os equívocos da guerra ao terror&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;De tal forma Bush e Cheney exploraram em benefício próprio - e da agenda deles - o episódio traumático de 2001 que ficou difícil convencer críticos mais radicais (do governo, das guerras e da arrogância militar) de que nada tiveram a ver com as ações terroristas - simplesmente as abraçaram como pretexto para impor aquilo que em condições normais o país teria rejeitado.     &lt;br /&gt;Outra acusação relacionada ao 11/9 poderia sim - e ainda pode - ser feita ao governo Bush e à facção neoconservadora nele empoleirada graças ao papel preponderante do vice Cheney. Ou por negligência, ou ainda por arrogância, não teria deixado o país vulnerável ao subestimar o aviso grave do governo Clinton sobre a ameaça representada por Osama Bin Laden?     &lt;br /&gt;Já havia indícios disso antes mas na véspera deste último 11/9 surgiu mais um depoimento capaz de reforçar a suspeita: a entrevista à rede ABC de televisão de Elie Assaad, libanês de nascimento e informante durante 13 anos do FBI (Bureau Federal de Investigações). Sua história de sucesso foi a infiltração em pequena mesquita na periferia de Miami, que em 2006 levou à prisão de sete supostos terroristas.     &lt;br /&gt;Assaad relatou o episódio, tido como meritório, ao repórter Brian Ross da ABC. Oficialmente, uma operação sting contra “célula terrorista”. Mas contou ainda que o FBI, cultor de tais operações (armadilhas para apanhar muçulmanos ingênuos), o impedira no início de 2001, em Miami, de ir atrás da estrela maior do terrorismo - Mohammed Atta, o saudita que meses depois lideraria o ataque de 11/9.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Podíamos ter impedido os ataques”&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Assaad queixou-se agora de que teve a chance de desbaratar o complô para seqüestrar quatro aviões e lançá-los contra o World Trade Center de Nova York e o Pentágono na capital, sendo impedido pela política equivocada do FBI, que preferia concentrar-se em operações encobertas (sting), nas quais seus agentes empurravam gente despreparada para o extremismo.     &lt;br /&gt;No princípio de 2001 Assaad queria aceitar um convite para ir à casa de Adnan Shukrujumah, cujo pai dirigia a mesquita de Miami. Ali teria conhecido o plano do 11/9. Mas a idéia foi vetada pelo FBI, que o mandou evitar a visita e se limitar a alvos menores, meros terroristas potenciais (ironicamente, hoje o bureau oferece recompensa de US$5 milhões pela captura de Shukrujumah).     &lt;br /&gt;Durante a reportagem da ABC o repórter Brian Ross ouviu ainda Richard Clarke, que à época era o especialista em contra-terrorismo do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca. “Aquilo foi mais um exemplo da maneira como o sistema, antes do 11/9, tinha entrado em colapso”, observou Clarke, autor de Against All Enemies, o livro que expôs o colapso.     &lt;br /&gt;Se o sistema tivesse funcionado, disse o especialista em contra-terrorismo, “teríamos sido capazes de identificar aquelas pessoas antes dos ataques”. Mas o FBI preferia que Assaad, usando o nome “Mohammed”, atraisse gente simples e oferecesse dinheiro, dizendo-se representante pessoal de Bin Laden, para tarefas específicas em favor da causa islâmica - como explodir bomba na própria sede do bureau em Miami.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os terroristas que o FBI produz&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Assaad contou que ao ser solicitado, logo após o 11/9, a examinar fotos dos 19 sequestradores do avião, reconheceu o líder Mohammed Atta. “Era a prova de que eu estava 100% certo, tinha de ter ido atrás de Shukrujumah e Atta, como queria. E não dos outros, menores, como mandou o FBI. Fiquei tão enlouquecido que, num acesso, destruí os móveis em minha casa”, contou.     &lt;br /&gt;Na queixa de agora o espião disse que o FBI insistia no seu modelo sting. A partir de 1996 Assaad operou em 10 estados do país e no exterior. Os alvos, apanhados em armadilhas, eram sem importância, mas com aquilo o bureau de investigações acreditava que podia mostrar serviços - êxitos aparentes. Só que nos julgamentos os advogados às vezes provavam ao júri que os réus eram na verdade vítimas do FBI.     &lt;br /&gt;Para a defesa, os réus, desinformados e ingênuos, tinham sido convencidos pelo próprio governo (o FBI), em troca de dinheiro, a cometer crimes. No caso célebre de Assaad, em 2006, os julgamentos de dois réus deram em nada (mistrial) enquanto cinco foram condenados por terrorismo nos demais. Mas Alberto González, Procurador Geral no governo Bush (e defensor da tortura), fez elogio público a Assaad pelas sete prisões.     &lt;br /&gt;Refere-se a esse caso conspícuo um vídeo obtido pela ABC e mostrado na entrevista do espião do FBI. Ali aparecem os sete fazendo juramentos de lealdade a Bin Laden e recebendo as boas vindas de Assaad à al-Qaeda. Em outro vídeo Assaad conta o dinheiro e o entrega a um do grupo. Obcecado em prolongar a histeria pos-11/9 o governo Bush festejava coisas assim, que prolongavam o estado de medo no país.     &lt;br /&gt;E hoje o ex-vice Cheney ainda defende a insanidade das políticas do governo Bush, como se coisas assim, juntamente com as torturas, fossem receita infalível contra o terrorismo.     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.argemiroferreira.wordpress.com"&gt;Blog de Argemiro Ferreira&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4671019211331822042?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4671019211331822042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4671019211331822042&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4671019211331822042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4671019211331822042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/09/o-primeiro-11-de-setembro-sem-bush-e.html' title='O primeiro 11 de setembro sem Bush e Cheney'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5603673828289011737</id><published>2009-09-04T23:09:00.001-03:00</published><updated>2009-09-04T23:09:49.654-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>A Nigéria e o perigo holandês</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No oeste da África, no golfo da Guiné, entre o Benin e Camarões, o Níger e o Chade situa-se a Nigéria, um dos maiores países africanos – 923.768 Km2 de extensão territorial – com quase 150 milhões de habitantes. O mais populoso país do continente africano tem a maioria de sua população vivendo na miséria absoluta e só 25% dela está nas cidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vários idiomas são falados no país, os das principais etinias que compõem 65% da população, os hussás, iorubas, ibos e fulanis. Os 35% restantes dividem-se em 245 pequenos grupos étnicos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O idioma oficial é o inglês, herança da submissão à Inglaterra que colonizou o país até 1960 quando se tornou independente com o nome de República Federal da Nigéria e a capital em Lagos. Em 1991 a capital passou a ser a cidade de Abuja no centro geográfico do país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A maioria da poluação, 50%, professa o islamismo, os outros 50% são cristãos católicos e protestantes ou professam os cultos tradicionais africanos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;71% dos nigerianos vivem com menos de 70 centavos de euros diários, a expectativa de vida é de 47 anos, 50% da população não tem acesso à água potável e o rio Níger é um dos mais poluídos do mundo pela ação predatória da industria química e petrolífera e pela mineração de urânio. 5,4% da população é vítima da epidemia de Aids.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao contrário do que demonstra a vida da maioria do povo nigeriano, a Nigéria não é um país pobre. Rica em petróleo é o oitavo produtor mundial – 2 milhões e 300 mil barris diários explorados e exportados por multinacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Nigéria não tem o controle sobre a produção da riqueza que responde por 95% das exportações e constitui-se em 80% de suas receitas. É membro da OPEP e possui imensas reservas de gás natural, as maiores da África, e que chegam a 190 trilhões de metros cúbicos embora estimativas apontem que elas podem ser ainda maiores. Há um projeto de construção de um gasoduto de 4.200km. passando pelo Níger e pela Argélia para levar gás à Europa para que ela seja menos dependente do gás vindo da Rússia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O país sofre a escassez de gasolina, pois não sobra petróleo para ser refinado e abastecer o mercado interno, quase tudo o que é extraído é exportado. 40% da população não tem também acesso à eletricidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Seu solo é rico em ferro, estanho, carvão e urânio que também são explorados por empresas estrangeiras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sua agricultura produz apenas 20% das necessidades de consumo, tudo é importado e pago com a renda do petróleo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas o petróleo é um recurso finito. Calcula-se que o petróleo nigeriano chegará ao máximo de produção em 2012 e a partir daí começará a declinar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em que situação ficará o país sem o mesmo nível de recursos gerados pelo petróleo se nada dessa riqueza imensa fica nas mãos dos nigerianos? Se ela não é investida no desenvolvimento industrial interno capaz de gerar empregos que permitam o fortalecimento do mercado interno e o desenvolvimento em outras esferas da atividade econômica que estimulem o país a crescer?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estão na Nigéria todas as principais multinacionais petrolíferas do mundo e são elas que ditam as cartas do jogo no país. Como o petróleo não vai durar para sempre elas já buscam alternativas a ele na produção de agro-combustíveis e transgênicos. Para isso têm feito grandes investimentos na compra de terras para a produção de etanol.    &lt;br /&gt;A alemã Hoyer Co. Engenneering Gbr adquiriu 50 mil hectares de terras no fértil delta do Níger para produzir bio-combustível. A norte-americana Food For All International com apoio (e provavelmente com muito dinheiro) do governo nigeriano comprou milhares de hectares de terras também no delta do Níger para produzir combustível. Muitas empresas inglesas e algumas chinesas também já entraram nesse negócio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;ACORDOS LESIVOS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Toda a política do governo nigeriano é executada para cumprir acordos com os monopólios petrolíferos, que são isentos de todo tipo de taxas e impostos de importação sobre todo e qualquer produto relativo à produção do petróleo ou bio-combustível.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O governo não usa a riqueza do país, gerada pelo petróleo, para produzir outras riquezas e dotar o país de uma infra-estrutura capaz de promover o desenvolvimento e bem estar da população.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tais acordos lesivos ao país e que permitem aos monopólios petrolíferos darem asas a sua ganância e auferirem superlucros, deixam um rastro de miséria, devastação, fome e desamparo de milhares de nigerianos, cuja diversidade étnica, cultural e religiosa é manipulada pelos prepostos e testas-de-ferro das multis para estimular conflitos de toda ordem em benefício de seus interesses econômicos no país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Nigéria está perdendo a chance de desenvolver-se enquanto ainda tem um pouco da riqueza proveniente do petróleo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O governo não tem dinheiro para investir na industrialização, em educação, saúde, saneamento básico ou habitação e a injustiça generalizada na distribuição da riqueza do petróleo provoca uma grande tensão social.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Surgem guerrilhas que atacam as plataformas e oleodutos das multinacionais em vários pontos do país, mas em particular no delta do Níger.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;SHELL&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Movimentos sociais acusam a multinacional Shell de degradar o meio ambiente com a queima do gás a céu aberto nos poços de extração, o que vem causando graves prejuízos para saúde de milhares de nigerianos que sofrem de problemas respiratórios e câncer.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Shell é acusada também de ser responsável pela poluição e degradação do rio Níger onde despeja detritos sem tratamento indiscriminadamente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O “perigo holandês” no caso da Nigéria é proporcional ao seu tamanho e à sua população.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;ROSANITA CAMPOS&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5603673828289011737?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5603673828289011737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5603673828289011737&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5603673828289011737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5603673828289011737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/09/nigeria-e-o-perigo-holandes.html' title='A Nigéria e o perigo holandês'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-9082138835025590158</id><published>2009-09-02T19:52:00.001-03:00</published><updated>2009-09-02T19:52:22.409-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O tigre acuado pela crise</title><content type='html'>&lt;h3 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/author/michelle"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos chamados Tigres Asiáticos sofrem com o colapso econômico global, que se reflete no aumento das taxas de desemprego&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img title="Um dos chamados Tigres Asiáticos sofrem com o colapso econômico global, que se reflete no aumento das taxas de desemprego" alt="Um dos chamados Tigres Asiáticos sofrem com o colapso econômico global, que se reflete no aumento das taxas de desemprego" src="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/internacional/o-tigre-acuado-pela-crise/image_mini" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;02/09/2009&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Patrícia Benvenuti&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;da Redação&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O rápido crescimento da Coreia do Sul, especialmente na década de 1990, em princípio parece um bom exemplo a ser seguido por países pobres que pretendem um fortalecimento de suas economias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A atração de capital externo por meio de &amp;quot;benefícios&amp;quot; como mão-de-obra barata, isenção de impostos e baixos custos para instalação de empresas foi uma marca do crescimento sul-coreano, patrocinado, por mais de três décadas, pelos diferentes governos militares que se sucederam no país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mesmo modelo foi adotado por Taiwan, Hong Kong e Cingapura que, junto com a Coreia do Sul, ficaram conhecidos como Tigres Asiáticos, pela agressividade de suas manobras para alavancar a economia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os riscos da dependência em relação ao capital estrangeiro e ao neoliberalismo, porém, aparecem em momentos de instabilidade, como a atual crise econômica mundial. Segundo a ativista sul-coreana Aehwa Kim, integrante da Aliança Coreana de Movimentos Progressistas, o país está perto de alcançar a marca de um milhão de desempregados, e a expectativa é de que o número de demissões no país possa aumentar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao lado de Seung-Hun Lee, integrante do Partido Democrático Trabalhista da Coreia do Sul, Aehwa veio ao Brasil para conhecer organizações de camponeses. Em entrevista ao Brasil de Fato, a ativista fala sobre as consequências do colapso econômico sobre os trabalhadores sul-coreanos, agravadas pelo conservadorismo do atual governo, e revela, ainda, alguns dos interesses que impedem a reunificação das duas Coreias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Brasil de Fato – A senhora poderia comentar um pouco sobre a atual conjuntura político-econômica da Coreia do Sul?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Aehwa Kim – &lt;/b&gt;Acho que a Coreia não é um caso atípico em termos dessas questões. Nós tivemos os mesmos problemas que outros países. O governo sul-coreano, tanto o anterior como o atual, tem promovido tratados de livre comércio e políticas neoliberais. As questões políticas estão se tornando cada vez mais não democráticas e, no momento, temos uma situação econômica muito difícil como, por exemplo, o índice de desemprego no país. Estamos esperando que a população de desempregados na Coreia, como um todo, chegue a um milhão de pessoas, e nossa população total está por volta de 48 milhões de pessoas. Mas esses são os números que o governo está lançando. Dois anos atrás, o governo coreano aprovou uma lei sobre trabalhadores irregulares [temporários, que têm um contrato curto de trabalho]. Como nós temos muitos trabalhadores irregulares, o governo decidiu protegê-los. Então, fez uma nova lei limitando o período pelo qual estes seriam contratados. Como consequência, uma empresa só pode contratar um trabalhador por dois anos. Se você contratar um trabalhador irregular por mais de dois anos, a empresa tem que mudar sua condição, para regular. O governo acredita que essa é uma ideia excelente porque os trabalhadores irregulares continuariam trabalhando depois de dois anos, e com isso, reduziria seu número. Mas a realidade é muito diferente. Existe um vazio na lei, que os empregadores usam. Antes de dois anos, despedem os trabalhadores. Hoje, eles só estabelecem contratos irregulares com os trabalhadores por um ano ou, no máximo, menos de dois anos. Ou seja, ele nunca vai trabalhar esses dois anos para se tornar regular. Se a empresa não fizesse isso e não procedesse irregularmente, essa lei seria boa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Julho deste ano seria o limite para que os trabalhadores irregulares se tornassem efetivos, mas o atual governo reinterpretou essa lei e disse: como a economia da Coreia não está boa, para ativá-la e para facilitar os negócios para as empresas, expandiu esse período que a lei prevê. Com isso, esse processo foi empurrado para frente, sem definir a próxima data [para entrar em vigor]. Há dois anos estávamos lutando contra essa lei porque sabíamos que as empresas usariam essa brecha. Em vez de melhorar essa lei, que já não era boa, o governo a piorou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outra questão é a lei de mídia. Nós temos televisão pública, temos jornais e uma lei que diz que empresas de jornal não podem ser donas de televisão. O atual governo quer mudar isso, sob a alegação de competitividade. Os movimentos sociais e o Partido Liberal criaram uma coalizão juntamente com o Partido dos Trabalhadores e os partidos menores mas, mesmo assim, não temos o número suficiente [no Parlamento] para deter essa lei através do processo regular. Como consequência, ocupamos a Assembleia Nacional porque não tínhamos outra opção. O governo está, então, usando a situação econômica para mudar as leis trabalhistas e as leis de mídia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Como a crise tem atingido o país?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Temos o índice do desemprego, que é muito sério. Além disso, a maior parte dos trabalhadores hoje é irregular, e nem trabalho temporário está fácil de conseguir. A indústria de automóveis, principalmente, têm reduzido o número de trabalhadores, como a Hyundai e a Kia. Uma empresa de carros chamada Ssangyong reduziu o número de trabalhadores e, agora, por dois meses, estes entraram em greve, ocuparam a fábrica. Eles não causaram nenhum problema na produção, ninguém tinha causado qualquer problema para a empresa e, de repente, perderam o emprego, foram demitidos. Por que nós vamos ter que perder nosso trabalho e eles não vão perder nada? Eles despediram mais de mil trabalhadores, metade do total. Esse é um exemplo da crise e das consequências e ações dos trabalhadores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Em termos de propostas, o que surge por parte da classe trabalhadora?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os sindicatos querem que o governo disponibilize recursos públicos para que as empresas garantam os empregos dos trabalhadores. Essa é a proposta dos sindicatos. O governo também queria mudar a lei do salário mínimo. Nela, existe um item específico que fala que todos têm que receber o salário mínimo, com exceção das pessoas com deficiência física e as pessoas acima de 60 anos. Então, para estas pessoas, a empresa pode pagar menos do que o salário mínimo. O que quer o governo coreano é expandir essa cláusula, mas o que nós queremos é aumentar o salário mínimo e criar restrições para qualquer tipo de exceção. É um governo extremamente desumano, o salário mínimo já é para os mais pobres e eles ainda querem diminuir a renda daqueles que já são muito pobres. Esse é um exemplo em que a desculpa é sempre a situação econômica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Como tem sido então a relação das organizações progressistas com o novo governo?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Até dezembro de 2007, quando o novo presidente [Lee Myung-bak] entrou no poder, a gente teve um período relativamente bom. O governo anterior considerava todas as pessoas como povo e tentava mostrar que tinha a intenção de trabalhar para as pessoas comuns. Mas, agora, o atual governo praticamente retrocedeu, em mais de dez anos, para o período militar da Coreia. É uma situação semelhante à situação que nós tínhamos então, e nós temos que lutar contra o atual governo para voltar a esses dez anos democráticos em questões trabalhistas, de direitos humanos, da mídia, em todas as áreas da sociedade. Se fazemos hoje um pequeno protesto, a reação do governo é nos prender, colocar na cadeia, o que não acontecia no período democrático. A repressão aumentou muito.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Como está a relação entre as duas Coreias?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É muito importante enfatizar a relação da Coreia do Norte com a Coreia do Sul. Nos últimos dez anos, estava progredindo. Tivemos duas cúpulas entre as duas Coreias e também desenvolvemos uma relação de cooperação econômica, criando uma zona econômica especial perto da fronteira, um complexo industrial em Kaesong, localizado na Coreia do Norte. As empresas da Coreia do Sul estão investindo e iniciando operações lá. Nos últimos dez anos, nós podíamos ir para Kaesong, podíamos ir também para a capital da Coreia do Norte, que é Pyongyang, mas a população da Coreia do Norte não podia descer [para a Coreia do Sul]. Mas, desde que o novo governo entrou no poder, está se tornando cada vez mais difícil ir para a Coreia do Norte. O atual governo está se tornando uma obstrução para a construção de relações entre os dois países. Há também a questão nuclear. A Coreia do Norte lançou alguns satélites e fizeram testes nucleares. Como consequência, algumas leis agora estão apertando o cerco contra a Coreia do Norte. Os Estados Unidos fortaleceram as sanções econômicas ao país, que está se tornando mais isolado na comunidade internacional também em consequência das ações do nosso atual governo. A fronteira da Coreia do Sul com a Coreia do Norte, na realidade, é um resíduo da Guerra Fria. É o único lugar no mundo onde ainda existe esse resíduo que, no resto do mundo, não tem mais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Como as organizações progressistas agem em relação à Coreia do Norte? Que ações estão sendo feitas?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sob nossa rede de organizações, a Aliança Coreana de Movimentos Progressistas, temos muitas organizações trabalhando nos movimentos de paz e nas questões de reunificação. Por exemplo, temos uma organização chamada Coalizão Pan-coreana, que promoveu a declaração de 15 de junho [em 2000], quando os líderes da Coreia do Norte e da Coreia do Sul se encontraram em uma cúpula. Nessa declaração, eles determinavam uma reunificação pacífica, com respeito mútuo, e também para o desenvolvimento cooperativo de relações econômicas. Isso foi um momento muito importante para dissolver um período de tensão e conflito passar para uma relação de amizade e cooperação. Depois dessa declaração, nós pudemos desenvolver o complexo industrial de Kaesong. Os sul-coreanos costumavam pensar na Coreia do Norte como um país extremamente hostil antes dessa cúpula, mas depois disso, passaram a adotar uma posição diferente. Agora, estamos entrando em uma nova fase porque, com o novo governo, isso está sendo revertido, e a população da Coreia do Sul começa a ver novamente a Coreia do Norte como um país hostil, com quem eles não podem ter nenhuma relação de amizade. Isso é construído pelo governo dos Estados Unidos e também pela mídia local. A declaração de 15 de junho foi assinada pelos dois líderes das duas Coreias e, por isso, nós temos que lutar para manter e respeitar essa declaração. Mas o que o atual governo está fazendo é ignorá-la. E a Coreia do Norte pensa: “se você ignora a declaração assinada pelo antigo governo, então também não vamos poder respeitar a sua posição”. Isso significa que a Coreia do Norte começa a ver a Coreia do Sul como uma ameaça. O objetivo principal das pessoas agora é o movimento de reunificação, mas os Estados Unidos e o governo sul-coreano ignoram esse desejo. Por isso, temos que lutar contra os governos estadunidense e sul-coreano, porque eles são o principal obstáculo para a reunificação.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-9082138835025590158?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/9082138835025590158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=9082138835025590158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9082138835025590158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9082138835025590158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/09/o-tigre-acuado-pela-crise.html' title='O tigre acuado pela crise'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3092790886594797215</id><published>2009-08-30T22:34:00.001-03:00</published><updated>2009-08-30T22:34:28.661-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>EUA: com os pés na Colômbia e os olhos no Brasil</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os EUA querem manter um papel protagonista no mundo e, para tanto, tentam expulsar a China da África e impedir uma aliança entre Rússia e Europa Ocidental. Essas duas grandes estratégias estão fracassando, daí a necessidade de garantir que a América Latina seja sua zona de influência exclusiva. A presença militar na Colômbia é um passo nesta direção, mas o verdadeiro alvo de Washington na região é o Brasil, país com maior poder relativo da região. A análise é dos cientistas políticos argentinos Marcelo Gullo e Carlos Alberto Pereyra Mele.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agencia Periodística del Mercosur&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos centros de planejamento do traçado estratégico dos Estados Unidos sabe-se que passou o tempo da potência única e global. Para enfrentar a União Européia, China e Rússia, Washington quer assegurar o controle da América Latina. Para isso precisa “acabar” com o Brasil. As possibilidades de resistência na região, o papel da Unasul e outras iniciativas de integração – esses pontos foram de uma entrevista exclusiva à &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.prensamercosur.com.ar/apm/nota_completa.php?idnota=4426"&gt;Agencia Periodística del Mercosul&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, concedida pelos cientistas políticos especialistas e geopolítica, Marcelo Gullo (autor dos livros “Argentina-Brasil: a grande oportunidade” e “A insubordinação fundadora. Breve história da construção do poder das nações”) e Carlos Alberto Pereyra Mele, do Centro de Estudos Estratégicos Sulamericanos.     &lt;br /&gt;Para Gullo, o interesse geopolítico dos Estados Unidos consiste em atrasar o processo de passagem da condição de potência global para a de uma potência regional. A crise que atingiu o país, acrescenta, não é conjuntural, mas sim estrutural, porque, pela primeira vez desde 1970, ocorreu uma dissociação entre os interesses da alta burguesia norte-americana e os do Estado. A partir da década de 80, as indústrias estadunidenses, buscando pagar salários mais baixos, foram para a Ásia para produzir para o mercado interno norte-americano, alimentando assim um processo de desindustrialização dentro do próprio território. “Isso gerou um enorme processo de desemprego. Esse seria o eixo conceitual da crise financeira global, deixando os EUA desindustrializado, sem empregos suficientes e com 40 milhões de pobres”, diz Gullo.     &lt;br /&gt;E acrescenta: “Os EUA querem manter um papel protagonista e, para tanto, tentam expulsar a China da África e impedir a aliança entre Rússia e Europa Ocidental. Essas duas grandes estratégias estão fracassando, daí a necessidade de colocar um pé na Colômbia, um passo para que a América Latina seja sua zona de influência exclusiva”.     &lt;br /&gt;Os EUA, lembra, só produzem 15% da energia que consome e a América Latina provê 25% de suas necessidades em matéria de recursos. Pereyra Mele assinala que “a Colômbia é um país bioceânico, é vizinho do país (Venezuela) que vende 15% do petróleo consumido pelos EUA e também do Equador, outro país petroleiro. Desde as bases navais de Málaga e Cartagena de Índias, Washington tem rápido acesso ao maior ponto de comunicação comercial do mundo, o canal do Panamá”. Na mesma direção, Gullo observa que a importância geopolítica da Colômbia para os EUA se expressa tanto no plano tático como no estratégico.     &lt;br /&gt;Do ponto de vista tático, ele assinala: “o complexo militar necessita criar focos bélicos para justificar a produção e renovação de material bélico. Sem tal esquema, esse aparato não tem como justificar sua existência”. E do ponto de vista estratégico, “o objetivo é conseguir a capitulação do poder nacional brasileiro; para isso, procura traçar um cerco em volta do Brasil, começando na Colômbia e com a idéia de continuar pela Bolívia e pelo Paraguai”.     &lt;br /&gt;Nesse marco, a América Latina é obrigar a reforçar seus acordos regionais, como Unasul, Comunidade Andina de Nações e Mercosul, para evitar fraturas e controlar as turbulências domésticas (como o golpe de Estado em Honduras), que possibilitem a expansão das forças armadas dos EUA na região. Para Pereyra Mele, “a solução ao problema colocado pela ofensiva estadunidense sobre a América do Sul passa pela defesa irrestrita das áreas por onde fluem e se conectam os três sistemas hidrográficos mais importantes: o Orinoco, a Amazônia e o Prata”.     &lt;br /&gt;“Para isso devem ser desenvolvidas políticas internacionais coerentes, levando em conta as limitações colocadas pela potência hegemônica. É muito importante aprofundar o Mercosul, aumentar a presença da Unasul e dos organismos de defesa regionais. É necessária a criação de um complexo industrial militar argentino-brasileiro para melhorar nossa capacidade de defesa, sem dependência externa, incorporando outros países”, conclui Pereyra Mele.     &lt;br /&gt;Para Marcelo Gullo, a América a conforma uma comunidade cultural única. “Lamentavelmente, do ponto de vista político, a região está dividida em duas. De um lado México, América Central e o Caribe, zona de influência exclusiva dos EUA, e de outro a América do Sul”.     &lt;br /&gt;A respeito dessa última reflexão, talvez pudesse se acrescentar que o ódio sistemático dos poderes estadunidenses à Revolução Cubana pode ser explicado pelo fato de esta ter sido a única experiência concreta de freio à hegemonia de Washington sobre as regiões Norte, Central e Caribenha da América Latina. Diante disso, conclui Gullo, “a responsabilidade principal é do Brasil, por ser o país com maior poder relativo da região. O problema é que a classe dirigente brasileira não compreende adequadamente que, para resistir à agressão dos EUA, precisa de sócios fortes e não fracos. Devem compreender que o importante não é sua industrialização isolada, mas sim a industrialização de toda a América do Sul”.     &lt;br /&gt;As mudanças de política militares que Barack Obama prometeu em sua campanha presidencial até agora não apareceram. A menos que alguém queira que o caráter identitário passa exclusivamente pela pigmentação da pele, nem que sequer podemos dizer que um afroamericano chegou à presidência. Para além do discurso, Obama solicitou ao Congresso dos EUA a aprovação de 83,4 bilhões de dólares em fundos extras para financiar as aventuras bélicas no Iraque e no Afeganistão, avança com a instalação de novas bases militares na Colômbia e manteve uma posição mais do que ambígua em relação ao golpe de Estado em Honduras.     &lt;br /&gt;O orçamento do Pentágono é 50 vezes superior ao total de gastos militares do conjunto de países do sistema internacional. Além disso, realiza os maiores investimentos, em nível mundial, em pesquisas militares e espaciais. Essa disponibilidade de recursos permite aos EUA agir de forma simultânea com ingerências bélicas em diferentes áreas do planeta.     &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tradução: Katarina Peixoto&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3092790886594797215?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3092790886594797215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3092790886594797215&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3092790886594797215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3092790886594797215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/08/eua-com-os-pes-na-colombia-e-os-olhos.html' title='EUA: com os pés na Colômbia e os olhos no Brasil'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-665290240417481853</id><published>2009-08-26T20:34:00.001-03:00</published><updated>2009-08-26T20:34:38.635-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Quem quer tomar o pré-sal do Brasil e os seus lobbies</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;FERNANDO SIQUEIRA*&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A primeira fonte de pressão sobre o pré-sal são os Estados Unidos, com 29 bilhões de barris de reservas e consumo anual de 10 bilhões. A segunda fonte é o cartel das Sete Irmãs, que já teve controle de 90% das reservas mundiais e hoje tem em torno de 3 a 6% dessas reservas. E nessa condição estão fadadas a desaparecer.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem dominou o setor durante 150 anos, com todo tipo de atitude, como subornar, destituir ou assassinar presidentes que nacionalizaram o petróleo, como Jayme Roldós do Equador, que foi assassinado, Enrico Mattei da Itália, que foi assassinado, Mohamad Mossadeg do Irã, que foi deposto. Foram assassinados oito poetas da Nigéria porque eles gritavam ao mundo que a Shell estava destruindo as terras agricultáveis do povo Ogani e agora a Shell está sendo processada, 20 anos depois. A Exxon está sendo processada por causa do derrame no Alasca. Enfim, essas empresas dominaram o setor com mão de ferro e não vão vender barato a sua derrota, sua extinção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A primeira providência da Exxon foi se fundir para sobreviver. A Exxon e a Móbil se fundiram e criaram a ExxonMobil, a maior empresa de petróleo do mundo e não tem reservas. Mas tem um faturamento brutal, o maior faturamento do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Chevron se fundiu com a Texaco e com a Gulf (todas americanas). A British Petroleum da Inglaterra se fundiu com a Amoco dos Estados Unidos. Essas empresas estão se fundindo para não desaparecer. Mas só a fusão não é suficiente. É preciso reservas. Então elas querem o pré-sal, até porque três delas são americanas e uma é anglo-saxônica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Total, européia, se fundiu com a Fina. Uma francesa com uma belga. E a Totalfina com outra francesa, a Elf. Essas empresas formam o novo cartel denominado “BIG OIL” e se fundem para sobreviver. Estão atuando fortemente nos três Poderes brasileiros. Nós tivemos esse ano, quatro audiências públicas no Senado. Cada audiência pública com cinco meses de exposição, debate; cada mesa com dois lobistas de peso. No dia 3 de junho, foi feita a primeira na Câmara. Coincidentemente, os lobistas defensores da atual legislação são os mesmos. É o presidente do IBP, João Carlos de Luca, que também é presidente da Repsol, que é uma empresa espanhola comprada pelo Royal Bank of Scotland, que também é dono do Santander, que comprou o Banespa numa condição absolutamente indefensável. Enfim, a Repsol é uma empresa anglo-saxônica, braço das Sete Irmãs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Comprou a YPF da Argentina e a ENI da Itália. Ela está na Argentina, na Colômbia, na Bolívia, no México, enfim, essas empresas estão fazendo todo o possível para que não mude o marco regulatório brasileiro, para que elas mantenham as vantagens nele contidas. Em contrapartida, “as novas irmãs” são oito estatais que detêm 65% das reservas: Saudi Aramco, Gazprom (Rússia), Inoc (Irã), Petronas (Malásia), PDVSA (Venezuela), Pemex (México), Petrochina e Petrobrás. Além dessas, tem a Nigeriana NNPC e a NIOC do Iraque.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estão nas mãos das empresas estatais cerca de 80% das reservas, com tendência a aumentar essa posse porque as empresas e os governos se deram conta do alto valor estratégico que o petróleo representa. As chances das irmãs privadas conseguirem novas reservas são muito complicadas. O pré-sal é uma das alternativas que está mais à mão delas, se nós brasileiros não reagirmos, claro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;* Presidente da AEPET.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Texto extraído do livro&amp;#160; “O&amp;#160; pré-sal é nosso - pelo retorno da Lei 2004”. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-665290240417481853?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/665290240417481853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=665290240417481853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/665290240417481853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/665290240417481853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/08/quem-quer-tomar-o-pre-sal-do-brasil-e.html' title='Quem quer tomar o pré-sal do Brasil e os seus lobbies'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2716474922252431294</id><published>2009-06-25T19:37:00.002-03:00</published><updated>2009-06-25T19:40:44.060-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><title type='text'>Imagens únicas da Coreia do Norte</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:11px;"&gt;&lt;div class="article-header" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;div class="mustcarryitem" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); width: 650px; "&gt;&lt;div class="mustcarryimage" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); position: relative; width: 650px; height: 330px; "&gt;&lt;div class="mustcarrytext" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); width: 630px; border-top-style: none; border-top-width: initial; border-top-color: initial; padding-top: 10px; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; bottom: 0px; left: 0px; position: absolute; background-image: url(http://www.rnw.nl/sites/all/themes/wereldomroep/images/backgrounds/mustcarry_text.png); "&gt;&lt;h2   style="  color: rgb(0, 102, 144); text-decoration: none; font-weight: bold; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; 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"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pyongyang&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="article-content" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); width: 628px; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(71, 71, 71); border-right-color: rgb(71, 71, 71); border-bottom-color: rgb(71, 71, 71); border-left-color: rgb(71, 71, 71); padding-top: 10px; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; margin-top: 10px; "&gt;&lt;div class="article-content-body" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;p style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Turistas podem visitar a Coreia do Norte, apesar dos lançamentos de mísseis, dos testes nucleares subterrâneos e dos discursos com ameaças de guerra do regime de Pyongyang. A correspondente da Rádio Nederland acompanhou uma destas visitas, como turista, já que jornalistas não são bem-vindos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;por Jin Lin&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;Mesmo para os turistas a liberdade de ir e vir no ‘paraíso dos trabalhadores’ é muito pequena. As viagens pelo país são feitas de ônibus e os pernoites são em bons hotéis, bem longe das pessoas comuns. Quase não há contato com cidadãos coreanos, embora dois guias fiquem à disposição dos turistas. Eles falam de seus ideais e da luta contra o imperialismo norte-americano.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;Durante a visita à Coreia do Norte os turistas podem ver o melhor do melhor do ‘paraíso dos trabalhadores’. Tudo o que não se encaixa nesta imagem é creditado aos ‘belicosos’ norte-americanos, que tentam destruir a Coreia do Norte com suas sanções. Por causa do ‘inimigo’ norte-americano, a nação sofre com a falta de energia elétrica, pobreza e escassez de alimentos. É a grande desculpa para o empobrecimento do país.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;Após a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Coreia" style="font-family: Verdana, Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 102, 144); text-decoration: underline; "&gt;Guerra da Coreia&lt;/a&gt;, em 1953, nunca foi assinado um acordo de paz com a Coreia do Sul e os Estados Unidos. Apenas um cessar-fogo foi assinado e vigora até hoje. Mais de sessenta anos depois, o país continua em guerra. Mas desde então, amigos e inimigos continuaram a se desenvolver. Já a Coreia do Norte, sem conexão de internet ou telefones celulares, ficou para trás em uma luta solitária.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rnw.nl/pt-pt/portugu%C3%AAs/article/imagens-%C3%BAnicas-da-coreia-do-norte"&gt;http://www.rnw.nl/pt-pt/português/article/imagens-únicas-da-coreia-do-norte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="500" height="316"&gt;&lt;param name="movie" value="http://rnw.bbvms.com/rnw/swf/rnwPlayer.swf?c=http%3A%2F%2Frnw%2Ebbvms%2Ecom%2Fmediaclip%2F1073154%2Exml&amp;amp;dp=http%3A%2F%2Fmm%2Ernw%2Ebbvms%2Ecom&amp;amp;server=http%3A%2F%2Frnw%2Ebbvms%2Ecom&amp;amp;e=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://rnw.bbvms.com/rnw/swf/rnwPlayer.swf?c=http%3A%2F%2Frnw%2Ebbvms%2Ecom%2Fmediaclip%2F1073154%2Exml&amp;amp;dp=http%3A%2F%2Fmm%2Ernw%2Ebbvms%2Ecom&amp;amp;server=http%3A%2F%2Frnw%2Ebbvms%2Ecom&amp;amp;e=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="316"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2716474922252431294?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2716474922252431294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2716474922252431294&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2716474922252431294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2716474922252431294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/06/imagens-unicas-da-coreia-do-norte.html' title='Imagens únicas da Coreia do Norte'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8606375246616880175</id><published>2009-06-25T19:26:00.000-03:00</published><updated>2009-06-25T19:27:23.752-03:00</updated><title type='text'>Itália manda refugiados de volta para a Líbia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;div id="articleHeader" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; float: left; width: 410px; height: 85px; "&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;font: normal normal normal 0.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-top: 6px; margin-right: 6px; margin-bottom: 6px; margin-left: 6px; font-size: 1.4em; font-weight: bold; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h4 style="font: normal normal normal 0.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-top: 6px; margin-right: 6px; margin-bottom: 6px; margin-left: 6px; text-align: left; font-size: 1em; font-weight: bold; "&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="articleSubHeader" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; float: left; width: 410px; height: 35px; "&gt;&lt;p class="small" id="author" style="text-align: justify;margin-top: 5px; margin-right: 3px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; font: normal normal normal 0.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; letter-spacing: 0.15em; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: uppercase; "&gt;SEBASTIAAN GOTTLIEB E MARTIJN VAN TOL&lt;/p&gt;&lt;p class="small" style="text-align: justify;margin-top: 5px; margin-right: 3px; margin-bottom: 0px; margin-left: 10px; font: normal normal normal 0.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; letter-spacing: 0.15em; color: rgb(99, 99, 99); "&gt;&lt;span class="date" style="font-style: italic; "&gt;11-05-2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="article" style="line-height: 1.4em; clear: both; padding-top: 5px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;Com base em um novo tratado de amizade, a marinha italiana levou 243 refugiados africanos de volta à Líbia antes que desembarcassem em território italiano. Organizações de apoio a refugiados ficaram zangadas com a ação, pois agora os refugiados não podem mais pedir asilo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;img src="http://static.rnw.nl/migratie/www.parceria.nl/images/assets/17649963" alt="" hspace="5" vspace="5" width="300" height="210" align="right" style="text-align: justify;border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; " /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro italiano das Relações Exteriores, Roberto Maroni, chama esta nova abordagem de ‘um marco importante' para barrar a grande afluência de refugiados vindos da África. Ele também elogia o novo tratado porque acaba com a briga com Malta sobre o acolhimento de refugiados. Há entre os dois países uma discordância sobre quem deve acolher os refugiados quando são pegos no Mar Mediterrâneo, fora das águas territoriais. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;Pagamento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em troca da disposição da Líbia em receber os refugiados há muito dinheiro italiano. Roma fez um acordo no ano passado com o líder líbio, Muamar Kadafi, no qual a Itália se compromete a pagar 5 bilhões de euros à Líbia nos próximos 20 anos. Oficialmente, consta que o dinheiro seria para pagar os danos que a Itália causou à Líbia durante a ocupação colonial (de 1911 a 1943). O país diz que irá utilizar o dinheiro principalmente para construir escolas, hospitais e estradas.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;A Itália está entusiasmada com o tratado, mas organizações de apoio a refugiados reagiram com preocupação. William Spindler, da UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), aponta que um direito constitucional está sendo violado, porque desta forma os refugiados não podem pedir asilo nem na Itália, nem na Líbia.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;"Estamos preocupados porque esta é uma prática nova que não permite às pessoas pedir asilo. A Líbia é um país que não tem um sistema de asilo funcionando, o país não assinou a Convenção sobre refugiados, de 1961, e por isso não se pode exercer o direito de asilo lá", diz Splinder.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;Condições extremas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os refugiados africanos não há líbios, mas principalmente africanos de Gana, Nigéria, Chade, Somália e Eritrea. Frequentemente eles enfrentam condições extremas e uma longa jornada para chegar à costa da Líbia. O jornalista italiano Gabriele Del Grande fez uma série de reportagens sobre estas viagens.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;"Uma viagem como esta pode custar de dois a três mil euros e também leva muito tempo. Algumas pessoas levam de três a quatro anos na estrada. Eles têm que ser transportados ilegalmente por redes criminosas, então não há nenhuma garantia. Alguns pagam e os criminosos desaparecem com o dinheiro. Muita gente é presa, especialmente na Líbia, e detida em condições desumanas", descreve Gabriele Del Grande.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Os que conseguem chegar à costa da Líbia fazem a travessia para a Europa em barcos frágeis e superlotados. Até agora, eles eram acolhidos em campos de refugiados em Malta e na ilha italiana de Lampedusa. O que os espera na Líbia quando são mandados de volta?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 15px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"As condições na Líbia são péssimas, as prisões estão superlotadas. Não há condições de higiene e há muita violência por parte da polícia. Temos muitas testemunhas de abusos e tortura, temos testemunhas de mulheres que foram violentadas por policiais dentro dos campos de detenção", conta Gabriele. "E o que acontece depois de meses de detenção nas prisões é que refugiados são deportados aos seus países de origem mesmo quando correm risco de serem torturados ao retornar."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Êxodo&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os migrantes e contrabandistas de pessoas estão sabendo do novo tratado entre Itália e Líbia. Nos últimos meses, um verdadeiro êxodo vem acontecendo do porto de Trípoli. Nos primeiros três meses deste ano, cerca de 12 mil africanos se arriscaram a fazer a travessia, contra um total de 35 mil em todo o ano de 2008. E isso porque as condições climáticas para a travessia são muito piores no início do ano do que no verão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://static.rnw.nl/migratie/www.parceria.nl/atualidade/europa/20090511-eu-refugiados-redirected"&gt;http://static.rnw.nl/migratie/www.parceria.nl/atualidade/europa/20090511-eu-refugiados-redirected&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8606375246616880175?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8606375246616880175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8606375246616880175&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8606375246616880175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8606375246616880175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/06/italia-manda-refugiados-de-volta-para.html' title='Itália manda refugiados de volta para a Líbia'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8990076491336692789</id><published>2009-06-22T19:19:00.001-03:00</published><updated>2009-06-22T19:19:10.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><title type='text'>CONTINENTE ASIÁTICO</title><content type='html'>&lt;h3 align="justify"&gt;GEOGRAFIA&lt;/h3&gt;  &lt;h4 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h4&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Resumo: &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;o continente asiático tem sido amplamente divulgado na mídia, principalmente à parte do oriente, é fundamental conhecermos um pouco sobre esses países; esse tutorial falará um pouco sobre esse assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A superfície total da terra possui 510.000.000 km. Deste total, 360.000.000 km são de terras imersas e 150.000.000 km são de terras emersas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O hemisfério Sul é chamado hemisfério das águas porque possui apenas 1/3 das terras emersas. É no hemisfério Norte que se concentram 2/3 dessas terras.Devido a isto, é chamado hemisfério das terras ou continental.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De todos os continentes o maior e mais populoso é a Ásia. Ela apresenta espaços geográficos diferenciados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/arlindojunior/geografia040_clip_image002.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foi no continente asiático que teve início o processo de civilização do homem. Na Ásia originaram-se as primeiras cidades:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Aproximadamente 3.500 anos, as margens dos rios Tigre e Eufrates (Mesopotâmia).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» 2.500 a C, no vale do rio Indo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» 1.550 a C, no vale do rio Amarelo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A superfície da Ásia é de 44.329.852 km, o que corresponde a quase 30% das terras emersas, situadas totalmente no hemisfério Oriental e em maior parte ao norte do Equador.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Ásia limita-se:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Ao norte, com o oceano Glacial Ártico;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Ao sul, com o oceano Índico;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» A leste, com o oceano Pacifico;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» A oeste, com a Europa e o mar Mediterrâneo;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» A sudoeste, com a África e o mar Vermelho.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Ásia e a África eram antes unidas pelo istmo de Suez, aberto em 1869, agora &lt;em&gt;Canal de Suez.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No litoral sul do continente Asiático, encontramos outras áreas importantes para a navegação comercial, como o golfo Pérsico ou Arábico e o golfo de Omã.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O golfo Arábico ou o golfo Pérsico demonstra, através da própria duplicidade de sua denominação, a disputa, entre árabes e persas, pelo seu domínio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Através do Canal de Suez e destes golfos, os países produtores de petróleo escoam sua produção para o resto do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O litoral do continente asiático é bastante recortado, com uma grande quantidade e penínsulas:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península da &lt;em&gt;Anatólia&lt;/em&gt;, na Turquia;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península &lt;em&gt;Arábica&lt;/em&gt;, onde se situam a Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar, Berlim, Omã e Lêmen;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península do &lt;em&gt;Decã,&lt;/em&gt; na índia;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península da &lt;em&gt;Malaia&lt;/em&gt;, onde se situam a Malásia e Cingapura;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península da &lt;em&gt;Indochina, &lt;/em&gt;onde se localizam Vietnã, Laos, Tailândia e Camboja;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península da &lt;em&gt;Coréia,&lt;/em&gt; com Coréia do Norte e Coréia do Sul;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Península de &lt;em&gt;Kamtchatka&lt;/em&gt;, na Rússia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os principais planaltos do continente são:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto de Anatólia, na Turquia;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto da Arábia, situado na porção oeste da península Arábica;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto do Irã, localizado em território iraniano;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto do Decã, na Índia, corresponde a porção central da península do Decã;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto do Tibet, ao norte da Cordilheira do Himalaia;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto da Mongólia, na Mongólia;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto de Pamir, denominado “telhado do mundo” com altitudes superiores a 4.000 m.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» Planalto Central Siberiano, na Rússia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Encontramos externas planícies irrigadas por rios, que são utilizados como via de transportes e produzem energia elétrica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;São cinco as grandes Planícies asiáticas:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» &lt;strong&gt;Planície Siberiana:&lt;/strong&gt; situada na Rússia, entre os montes Urais e o planalto Central Siberiano; é a mais extensa do continente, com 7 milhões de km.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» &lt;strong&gt;Planície da Mesopotâmia: &lt;/strong&gt;situada entre os rios Tigres e Eufrates.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» &lt;strong&gt;Planície Indo-gangética: &lt;/strong&gt;atravessada pelos rios indo e Ganges, é formada por sedimentos provenientes da erosão das montanhas, trazidos por estes rios.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;» &lt;strong&gt;Planície da china:&lt;/strong&gt; localizada no leste da Ásia, é atravessada por dois importantes rios: Rio Azul e Rio Amarelo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nas planícies da Mesopotâmia, Indo-gangética, da China e do Mekong desenvolve-se a cultura do arroz, base alimentar dessas populações, o que ocasiona grandes concentrações populacionais nestas áreas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O continente asiático ainda conta com outra forma de relevo: é a &lt;em&gt;depressão&lt;/em&gt;. A maior depressão absoluta da Ásia é o mar Morto, que se encontra a 392 m abaixo do nível do mar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mar Cáspio também é considerado uma depressão absoluta, com 28 metros abaixo do nível do mar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Clima Asiático&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O clima de um local qualquer da terra recebe a influência de fatores como: latitude ou posição geográfica, altitude, relevo, massas de ar e maritimidade. O continente asiático possui uma grande variedade climática como conseqüência da atuação desses fatores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O clima do continente asiático é tão diversificado quanto o seu relevo. O relevo da Ásia apresenta altitudes bastante elevadas, como a da cordilheira do Himalaia, onde existe a ocorrência de clima frio de alta montanha, porque, aproximadamente, para cada, 200 m que subimos, a temperatura diminui 1°C.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A península Arábica e o Irã, no sudoeste da Ásia, recebem a atuação das massas de ar quentes e secas da África; conseqüentemente, a península Arábica e o Irã apresentam, clima desértico e semi-árido, com elevadas temperaturas e escassa umidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O clima das monções é resultante da atuação das massas de ar que se deslocam do continente para o oceano, e do oceano para o continente, em deferentes épocas do ano. Isso acontece como conseqüência das diferenças de temperatura e de pressão atmosférica entre continente e oceano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As terras da Ásia situadas ao norte que possuem relevo aberto a penetração das massas polares apresentam inverno bastante rigorosos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Existem ainda, na Ásia, regiões onde as chuvas são escassas, porque as massas oceânicas carregadas de umidade são barradas pelas altas montanhas, provocando a ocorrência de climas desérticos, como acontece na parte central do continente, nos desertos de Gobi e do Tibet, na China.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O continente asiático apresenta um relevo no sentido leste-oeste, que impede a movimentação das massas de ar frio do norte para o sul, e quente do sul para o norte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Hidrografia do continente Asiático&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os rios asiáticos desempenharam importante papel na fixação do homem. Estes rios correm das altas montanhas da região central em direção aos oceanos Pacífico, índico e Ártico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os rios asiáticos em sua maior parte possuem regime pluvial e nival, isto é, são alimentados pelas águas provenientes das chuvas e do derretimento das neves.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma característica da hidrografia asiática é a existência de grandes bacias internas que recolhem, em suas depressões, água que não correm para os oceanos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estas bacias estão situadas em áreas de clima seco, desempenhando um importante papel, como é o caso do rio Jordão, que possibilita o desenvolvimento de culturas irrigadas nas áreas secas que atravessa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O rio Indo e o rio Ganges nasce nas cordilheiras do Himalaia. São de grande importância econômica, pois, durante as suas cheias, fertilizam as terras por onde passam.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na planície Siberiana encontram-se rios que tem suas águas congeladas no inverno e no verão provocam enchentes. O rio Mekong também é de importância econômica para os países que atravessa. Em suas margens, é cultivado o arroz, alimento básico dos orientais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A vegetação do continente Asiático&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O relevo e a diversidade do clima são fatores que determinam a sua cobertura vegetal. No norte da Ásia onde o clima é frio, co temperaturas que tem em determinado locais chegam a 70°C. Encontramos dois tipos de vegetação: a tundra, nas regiões onde predomina o frio polar, e a floresta de taiga, onde existe a ocorrência do frio continental.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Tundra é formada por liquens e musgos; é bastante pobre e passa a maior parte do tempo congelada. No alto verão, quando ocorre o degelo, a Tundra ressurge com flores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Taiga tem, como espécies predominantes, formações florestais que possuem folhas pontiagudas, em forma de agulha para diminuir a perda da água, como o pinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Taiga siberiana é bastante explorada e dela se retira principalmente a madeira para a fabricação de papel.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As estepes e pradarias aparecem nas áreas próximas aos desertos. São espécies rasteiras de gramíneas, com poucos arbustos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As gramíneas servem de alimento para os rebanhos de ovinos e caprinos. A vegetação de deserto aparece onde as condições de aridez são muito acentuadas; constitui-se de plantas rasteiras e arbustos isolados. Esta vegetação é chamada de xerófila. Nas ilhas de maior umidade, aparece os oásis, com tamareiras e outras espécies típicas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As florestas tropicais e equatoriais aparecem nas regiões próximas ao Equador que apresentam elevadas temperaturas e altos índices pluviométricos, como: Península Malaia, Península da Indochina, uma parte da índia e nas ilhas Sumatra, Bornéo, Nova Guiné e Filipinas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Devido às altas temperaturas e a umidade, a Ásia Equatorial e Ásia das Monções apresentavam uma vegetação original densa e com árvores de grande altura. Estas florestas foram tão exploradas pelo homem que modificaram o ecossistema. A Savana aparece nas áreas vizinhas as florestas tropicais e equatoriais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Floresta subtropical e temperada ocorre em áreas do território chinês, Coréia do Norte e Coréia do Sul e no Japão. Estas florestas também sofreram intensa exploração e ocupação humana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/arlindojunior/geografia040.asp"&gt;http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/arlindojunior/geografia040.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8990076491336692789?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8990076491336692789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8990076491336692789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8990076491336692789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8990076491336692789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/06/continente-asiatico.html' title='CONTINENTE ASIÁTICO'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6779342963994368176</id><published>2009-06-22T19:14:00.001-03:00</published><updated>2009-06-22T19:14:34.954-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><title type='text'>O CONTINENTE ASIÁTICO</title><content type='html'>&lt;h4&gt;&amp;#160;&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo_legenda/c03cf2d01e038167a95066c926833cde.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mapa do maior continente do mundo, a Ásia&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Ásia é o maior continente do &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/#"&gt;mundo&lt;/a&gt;, corresponde a um terço das emersas, é banhado por três oceanos, Índico (ao sul), Pacífico (a leste) e o Antártico (ao norte). Ao norte a cadeia de montanha separa o continente da Europa (fronteira natural).     &lt;br /&gt;As características naturais e climáticas são abrangentes, uma vez, que se trata de uma imensa extensão territorial. O clima pode variar de equatorial e tropical até polar, e as vegetações presentes no continente, são dentre elas, florestas equatoriais, tropicais, temperadas, estepes, savanas e pradarias, vegetação desértica, taiga e a tundra, o relevo é composto por grandes altitudes.     &lt;br /&gt;Devido à extensão territorial do continente asiático, foi realizada uma regionalização do continente, dessa forma a Ásia ficou classificada como Oriente Médio, Sul da Ásia, Sudeste da Ásia, Extremo Oriente e países da ex-União Soviética.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O continente Asiático é o mais populoso do mundo, com uma população de aproximadamente 3,8 bilhões de &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/#"&gt;pessoas&lt;/a&gt;, que corresponde a 60% do total da população mundial. De cada dez países mais populosos do mundo, sete encontra-se no continente Asiático (China, Índia, Indonésia, Paquistão, Rússia e Japão).     &lt;br /&gt;O processo de colonização e descolonização da Ásia é bastante semelhante com o ocorrido na América Latina e na África, que ficou caracterizado pela intensa exploração. No século XV com as grandes navegações as potências Européias começaram a manter relação com a Ásia, até o século XIX as relações eram estritamente comerciais por meio das feitorias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A exploração se tornou intensa somente nos séculos XIX e XX, quando as potências Européias passaram a conquistar territórios no continente, as conquistas tinham como razão principal a exploração de recursos naturais e matérias-primas para atender as necessidades industriais. No século XX outras potências queriam explorar o continente como os Estados Unidos, Japão e Rússia.    &lt;br /&gt;Antes de ocorrer à expansão colonialista era raro o contato entre asiático e europeu. No sudeste asiático a colonização causou modificações na cultura local, o cultivo de arroz despertou cobiça e disputas territoriais, pois o clima era favorável ao desenvolvimento das monocultoras, geralmente culturas apreciadas na Europa.     &lt;br /&gt;O Oriente Médio, do século XIII até XX, se encontrava sob domínio do Império Turco-Otomano (Árabes), (Curdos) e (Persas). Ao apoiar a Alemanha na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) o Império foi derrotado perdendo áreas de domínio para Ingleses e Franceses. Após a independência dos países do Oriente Médio, os limites territoriais estabelecidos pelos Europeus promoveram uma instabilidade política na região que são apresentadas até os dias de hoje.     &lt;br /&gt;O processo de colonização esbarrou na força de grandes civilizações (hindu e chinesa), essas são civilizações com poder de dinastia, com uma estrutura social, possuía exército, duas sociedades com rigoroso código de conduta moral, firmados na religião e que não iria admitir a imposição &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/#"&gt;cultural&lt;/a&gt; européia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, mesmo com a resistência, os países Europeus com sua superioridade militar e estratégias, conseguiram derrotar as grandes nações asiáticas e explorá-las. Atualmente a China e Índia são importantes potências regionais, e em ascensão no cenário mundial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O processo de descolonização do continente asiático teve início através de iniciativas anti-colonização e no enfraquecimento das nações Européias após a Segunda Guerra Mundial, a maioria dos países herdaram problemas econômicos e sociais.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6779342963994368176?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6779342963994368176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6779342963994368176&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6779342963994368176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6779342963994368176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/06/o-continente-asiatico.html' title='O CONTINENTE ASIÁTICO'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-404278004455442447</id><published>2009-04-29T13:55:00.001-03:00</published><updated>2009-04-29T13:55:22.729-03:00</updated><title type='text'>OMS diz que surto de gripe suína se aproxima do nível 5 e indica pandemia</title><content type='html'>&lt;h3 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PUBLICIDADE&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A OMS (Organização Mundial de Saúde) informou nesta quarta-feira que o desenvolvimento da epidemia de gripe suína --que já atinge 11 países-- coloca a agência mais perto de decretar o alerta de nível 5, em uma escala que vai de 1 a 6. O nível cinco indica que uma pandemia --uma epidemia que afeta vários países simultaneamente-- é iminente e não pode ser evitada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Estamos nos aproximando da fase cinco, mas ainda não chegamos&amp;quot;, disse Keiji Fukuda, secretário-geral adjunto da OMS, em Genebra (Suíça). &amp;quot;Esse passo é muito significativo, e temos de estar absolutamente seguros de que haja uma transmissão sustentada do vírus em ao menos dois países.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mais cedo, a ministra de Saúde da Espanha, Trinidad Jimenez, afirmou que uma das dez pessoas infectadas com gripe suína no país não esteve recentemente no México. O anúncio pode indicar que a doença respiratória está sendo &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u557956.shtml"&gt;transmitida de espanhol para espanhol&lt;/a&gt;, o que caracterizaria um novo foco de epidemia, além do México.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556537.shtml"&gt;&lt;b&gt;Perguntas e respostas sobre a gripe suína&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556483.shtml"&gt;Saiba o que o mundo faz para se prevenir&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556516.shtml"&gt;Está em áreas afetadas? Envie seu relato&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u556942.shtml"&gt;Vai viajar? Conheça as recomendações&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O vírus é transmitido como o de uma gripe comum, de pessoa para pessoa, e até agora as autoridades de saúde registraram que os antigripais Relenza e Tamiflu são eficientes contra a infecção. Embora tenha tido origem provável em porcos, não há risco de contrair a doença pela ingestão de carne de porco, porque a temperatura de cozimento (acima de 70ºC) mata o vírus.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os sintomas em humanos são parecidos com os da gripe comum e incluem febre acima de 39°C, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com a gripe suína também relataram ter apresentado catarro, dor de garganta, náusea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Michaela Rehle/Reuters&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img border="0" alt="Em todo o mundo, médicos fazem análises de amostras de salivas de pacientes infectados com a gripe suína" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09119137.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em todo o mundo, médicos fazem análises de amostras de salivas de pacientes infectados com a gripe suína&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo Fukuda, a OMS monitora a situação de perto e que não há evidência de que o vírus esteja diminuindo seu ritmo de transmissão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O secretário-geral adjunto afirmou ainda que 114 casos de contaminação por gripe suína foram registrados oficialmente em todo mundo. Ao listar os casos, Fukuda afirmou ainda que houve sete mortes no México --número revisado na noite desta terça-feira pelo governo mexicano-- e uma nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Isso dá um total de 114 casos às 17h de hoje [12h no horário de Brasília] que foram oficialmente reportados à OMS&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Autoridades no México afirmam que até 159 pessoas podem ter morrido no país por causa da epidemia de gripe suína, que já deixou 2.500 infectados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos Estados Unidos, um bebê mexicano de 23 meses morreu em um hospital de Houston, no Texas, por gripe suína --a primeira vítima fora do México.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo David Persse, diretor de serviços médicos de emergência de Houston, a família do bebê, que se mudou do México para Brownsville, no Texas, está bem e não apresenta sintomas da doença.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O menino vivia em Matamoros, na fronteira do México com o Texas, disse Persse. Ele veio com a família do México para visitar parentes em Brownsville, no Texas, onde começou a demonstrar sintomas da doença. Em seguida, ele foi levado a um hospital de Houston, onde morreu na noite desta segunda-feira (27).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo o Departamento de Serviços de Saúde do texas, citado pela agência Associated Press, o menino já apresentava sintomas da doença no México e deu entrada no hospital poucos dias depois com febre e outros sintomas de gripe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A epidemia de gripe suína atingiu ainda outros nove países. Há casos confirmados na Alemanha, Inglaterra, Escócia, Áustria, Espanha, Canadá, Israel, Costa Rica e Nova Zelândia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A OMS havia elevado o nível de alerta de 3 para 4 nesta segunda-feira (27), com um alerta para que os governos se mantivessem preparados para a possibilidade de uma pandemia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Arte Folha de S.Paulo&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/09119144.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Leia mais notícias sobre a gripe suína&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u557918.shtml"&gt;Prefeito mexicano diz que surto de gripe suína &amp;quot;está estabilizando&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u557917.shtml"&gt;Veja mapa dos casos da gripe suína no mundo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u557914.shtml"&gt;Diante da gripe suína, máscara vira acessório obrigatório no Japão&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-404278004455442447?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/404278004455442447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=404278004455442447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/404278004455442447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/404278004455442447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/04/oms-diz-que-surto-de-gripe-suina-se.html' title='OMS diz que surto de gripe suína se aproxima do nível 5 e indica pandemia'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6536177680285070445</id><published>2009-04-29T09:17:00.001-03:00</published><updated>2009-04-29T09:17:20.207-03:00</updated><title type='text'>Metade das federais já aderiu ao Enem</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;29 de abril de 2009 | N° 15954 Zero HPRA&lt;/p&gt;  &lt;h5 align="justify"&gt;NOVO VESTIBULAR&lt;/h5&gt;  &lt;h3 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;h6 align="justify"&gt;Com o processo unificado, candidatos já têm opções de cursos em 12 cidades no Estado&lt;/h6&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/zh/impressa/materia/1043/265832110/Middle/default/empty.gif/62643366616432303439386335383330"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif" width="2" height="2" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Três das seis universidades do Rio Grande do Sul já aderiram ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como única forma de ingresso em 2010. É o fim do vestibular tradicional nas federais de Pelotas (UFPel), do Pampa (Unipampa) e de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Juntas, as instituições já oferecem aos estudantes cursos em 12 cidades gaúchas.   &lt;br /&gt;Nas três instituições do Estado, a participação no sistema unificado de seleção (com provas marcadas para 3 e 4 de outubro) foi aprovada com a maioria dos votos. Mas não agradou a todos. Vestibulandos de Porto Alegre, que têm a UFCSPA como principal opção ao curso de Medicina, tentaram evitar a mudança, com um abaixo-assinado.    &lt;br /&gt;– Isso não é justo. A mudança não poderia ser assim tão rápida – reclamou Julia Silveira Martha, 19 anos.    &lt;br /&gt;Entre as principais preocupações dos estudantes está o desconhecimento do novo conteúdo. Em frente à universidade, o grupo que promoveu a manifestação também disse entender que o processo da UFCSPA já estaria em andamento com a divulgação das leituras obrigatórias no site, o que foi contestado pela reitora Miriam da Costa Oliveira.    &lt;br /&gt;– Encaro com naturalidade a reação dos estudantes, que é justa. Mas vai passar. Eles devem continuar estudando. O Enem não exige preparação extra – disse Miriam, destacando que a universidade não mudou as regras, e a leitura feita até agora não prejudicará nenhum candidato.    &lt;br /&gt;Ao anunciarem a decisão na sexta-feira, a Unipampa e a UFCSPA cumpriram o prazo do Ministério da Educação (MEC), que pediu a posição das federais até amanhã. Com isso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela elaboração e aplicação do exame, terá seis meses para promover as mudanças que prometem ampliar o conteúdo do Ensino Médio na prova, que passa de 63 para 200 questões objetivas e uma redação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O perfil das instituições&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;UFCSPA&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- O campus está no centro da Capital. Oferece 368 vagas para sete cursos da área da saúde, entre eles o de Medicina, avaliado pelo MEC como o 1º no Estado e 2º no país. Na instituição, é possível cursar também Biomedicina, Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Informações: www.ufcspa.edu.br&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A UFPel&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- Os campi estão na cidade de Pelotas, no sul do Estado. Com mais de 50 cursos, está entre as maiores do Rio Grande do Sul. Entre as opções, o curso de Medicina é o mais procurado. O curso de Meteorologia e o de Música são destaques. No verão de 2009, ofereceu 2.176 vagas, sendo 87 para o programa de avaliação seriada (Pave). Informações: www.ufpel.edu.br&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Unipampa&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- É a mais jovem universidade federal do Estado. Oferece 2.060 vagas em 10 cidades gaúchas: Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Itaqui, Jaguarão, Santana do Livramento, São Borja, São Gabriel e Uruguaiana. Há cursos de Geofísica e Tecnologia em Aquicultura (únicos no Estado). As engenharias oferecem mais opções no campus Bagé, e os cursos da saúde estão em Uruguaiana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Informações: www.unipampa.edu.br&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Indefinidos no Estado&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;gt; A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) deve decidir até o final de julho pela adesão parcial do exame.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;gt; Rio Grande (Furg) e Santa Maria (UFSM) ainda não definiram como procederão neste ano.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6536177680285070445?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6536177680285070445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6536177680285070445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6536177680285070445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6536177680285070445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/04/metade-das-federais-ja-aderiu-ao-enem.html' title='Metade das federais já aderiu ao Enem'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7859658339828228901</id><published>2009-04-28T11:02:00.001-03:00</published><updated>2009-04-28T11:02:37.137-03:00</updated><title type='text'>MEC dá mais uma função ao Enem</title><content type='html'>&lt;h5 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h5&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Novo exame do ensino médio também deve substituir avaliação de alunos que estão no 1.º ano da graduação&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Renata Cafardo&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além de substituir o vestibular, o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve ser usado como parte do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), feito por alunos de faculdades, universidades e centros universitários do País.   &lt;br /&gt;Hoje, alunos do primeiro e do último ano de cursos de graduação precisam realizar a prova. A intenção do Ministério da Educação (MEC) é que os jovens que fizerem o novo Enem ao fim do ensino médio sejam dispensados do Enade aplicado aos calouros. A mudança deve ocorrer no ano que vem, mas já está sendo organizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pelas avaliações.    &lt;br /&gt;Este é o primeiro ano em que o Enade será obrigatório para todos os calouros e formandos dos cursos avaliados. Até 2008, o exame era feito por amostragem. Mais de 1 milhão de pessoas ingressam no ensino superior por ano no País.    &lt;br /&gt;Será a primeira vez também que o Enem passará a ser elaborado para que seu resultado possa ser comparado ano a ano. Até então, a prova tinha um nível de dificuldade diferente a cada edição. As duas mudanças vão ajudar na comparação de Enem e Enade em 2010. &amp;quot;Não é preciso ter exames idênticos para se comparar, e sim instrumentos capazes de medir o potencial de aprendizado dos alunos, como o novo Enem&amp;quot;, diz o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes.    &lt;br /&gt;O Enem tinha 63 questões até o ano passado, mas está sendo ampliado para ser usado por universidades federais como processo seletivo. Ele passará a ter 200 perguntas de quatro áreas: matemática, ciências da natureza, ciências humanas e linguagem e códigos.    &lt;br /&gt;Segundo Fernandes, a ideia é usar só as provas de matemática e de ciências humanas e linguagem como substitutas do Enade. Hoje, quem está no primeiro ano do ensino superior faz um exame de conhecimentos gerais e outro específico (sobre a área do curso), mas esse será eliminado no novo formato. O mesmo exame é aplicado aos formandos, para avaliar os conhecimentos adquiridos na graduação. A instituição recebe uma nota específica para isso, chamada de Indicador de Diferença de Desempenho (IDD).    &lt;br /&gt;&amp;quot;O Enem será melhor para essa comparação porque é feito antes do ingresso no curso superior&amp;quot;, diz Fernandes. Hoje, o Enade é criticado porque realiza a prova para calouros depois de alguns meses de curso. &amp;quot;O estudante já fez algumas disciplinas, foi orientado a ler livros, já teve a influência da vivência universitária&amp;quot;, afirma o presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras do Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Hermes Figueiredo.    &lt;br /&gt;Ele defende também que o Enem sirva para que participantes manifestem interesse pela inscrição no Programa Universidade para Todos (ProUni), que dá bolsas a carentes em universidades privadas, e no Financiamento Estudantil (Fies).    &lt;br /&gt;Com a mudança, o MEC pretende estimular mais ainda uma adesão maciça ao Enem, que na última edição teve 4 milhões de inscritos. O governo deve criar uma nova prova, apenas com português e matemática, para calouros que não participarem do Enem, já que esse exame não é obrigatório.    &lt;br /&gt;A participação no Enade, por sua vez, é exigida para a obtenção do diploma no País. Ele substituiu o Provão e uma das diferenças era o fato de avaliar apenas por amostragem. No último ano, participaram 118 mil ingressantes e 71 mil concluintes de áreas como Engenharia e Arquitetura.    &lt;br /&gt;A presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stumpf, acha que o uso da nota do Enem no Enade será bom para os alunos, mas mantém suas críticas à avaliação do ensino superior. &amp;quot;O Enade continua permitindo rankings de universidades, como o Provão, e a avaliação interna da instituição não é valorizada.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090423/not_imp359012,0.php"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090423/not_imp359012,0.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7859658339828228901?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7859658339828228901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7859658339828228901&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7859658339828228901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7859658339828228901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/04/mec-da-mais-uma-funcao-ao-enem.html' title='MEC dá mais uma função ao Enem'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2250660031726507993</id><published>2009-04-28T11:01:00.001-03:00</published><updated>2009-04-28T11:01:16.817-03:00</updated><title type='text'>Data do novo Enem é 3 e 4 de outubro</title><content type='html'>&lt;h3 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h3&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Da Agência Brasil&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que deverá fazer o papel de vestibular unificado para as universidades federais, já tem data marcada: 3 e 4 de outubro. O cronograma apresentado nesta quarta-feira (8) aos reitores das instituições prevê a divulgação dos resultados da prova objetiva em 2 de dezembro e da redação em 8 de janeiro de 2010. Pelos cálculos do Ministério da Educação (MEC), o novo exame deverá ter a participação de 4 a 5 milhões de estudantes, em vez dos atuais 3 milhões.&lt;/p&gt;  &lt;li&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www3.uol.com.br/redir/gd-vestibular-caracteristicas-novo-enem.jhtm"&gt;O que você achou do novo Enem? &lt;img border="0" src="http://img.uol.com.br/ico_grupodiscussao.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/31/ult105u7813.jhtm"&gt;Novo Enem terá 200 questões&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/31/ult105u7814.jhtm"&gt;&amp;quot;Espero que o novo Enem seja o fim do vestibular tradicional&amp;quot;, diz ministro da Educação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;   &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/31/ult1811u263.jhtm"&gt;&amp;quot;Faculdades particulares e estaduais podem aderir ao novo Enem&amp;quot;, diz presidente do Inep&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/li&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A partir da divulgação dos resultados, o aluno irá se inscrever em um sistema online a partir do número do CPF. O sistema que será semelhante ao usado na seleção de bolsas do Prouni (Programa Universidade para Todos). O estudante deverá escolher cinco opções de cursos, que podem ser em uma mesma universidade ou em instituições federais diferentes. A partir dessa inscrição, o candidato poderá monitorar diariamente como está a concorrência para os cursos escolhidos. Ele poderá alterar, a qualquer momento, a opção que pretende disputar.   &lt;br /&gt;&amp;quot;Na prática, o estudante concorre a todas as vagas das universidades federais. A partir do momento que ele percebe que suas chances são menores em um curso específico, ele pode migrar&amp;quot;, explicou o ministro da Educação, Fernando Haddad. Caso o estudante não seja selecionado para o curso que marcou como prioridade, ele pode ser aprovado para a sua segunda opção, de acordo com a sobra de vagas.    &lt;br /&gt;Segundo o ministro, esse sistema só poderá ser utilizado pelas universidades que adotarem o Enem como prova única de seleção. Ou seja, aquelas que quiserem aplicar uma segunda fase além do exame nacional não incluirão as suas vagas nesse sistema. &amp;quot;Se a primeira opção do aluno é um curso em que é exigida mais uma fase, ele poderá ser prejudicado, porque, se ele não passar na segunda fase, aquela vaga que ele marcou na segunda opção já terá sido preenchida&amp;quot;, disse.    &lt;br /&gt;Haddad ressaltou que os modelos de avaliação seriada adotados por algumas instituições, como a UnB (Universidade de Brasília), não ficam impedidos de existir com o sistema unificado. A universidade poderá reservar parte das vagas para essas formas de seleção, bem como para as políticas afirmativas de cotas.    &lt;br /&gt;O sistema permitirá ainda que a instituição atribua pesos distintos às notas do aluno nas diferentes provas do Enem. O mecanismo já é usado por algumas seleções que dão maior peso ao resultado das provas da área de exatas, por exemplo, ao selecionar um aluno para o curso de engenharia.    &lt;br /&gt;O novo Enem será formado por quatro provas e uma redação que devem ser aplicadas em dois dias. A idéia é que sejam realizados testes de linguagens e códigos, matemática, ciências naturais e ciências humanas, cada um com 50 itens.    &lt;br /&gt;Um termo de referência com todos detalhes técnicos foi entregue ontem aos reitores que irão discutir nas universidades se vão aderir ao novo Enem como forma de seleção em substituição ao vestibular. De acordo com Haddad, o ministério ainda não contabilizou quantas instituições manifestaram esse interesse. Mas ele voltou a afirmar que a proposta tem sido bem aceita.    &lt;br /&gt;&amp;quot;As instituições têm toda a liberdade para não aderir, aderir como unificado ou aderir parcialmente. Acho que o debate amadureceu nos últimos anos &amp;quot;, avaliou. Também já foi criado um comitê de governança que será responsável pela criação desse novo modelo de vestibular. Fazem parte do grupo as universidades federais, os secretários estaduais de Educação e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pelo Enem.    &lt;br /&gt;Nesta quarta (8), o ministro se reuniu com a presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), Maria Auxiliadora Seabra, para apresentar o novo modelo. Segundo ele, a proposta foi recebida com &amp;quot;satisfação&amp;quot; porque as mudanças pensadas para o ensino médio não podiam sair do papel, uma vez que a etapa era muito voltada ao atual modelo de vestibular. &amp;quot;Finalmente será possível fazer a reestruturação do ensino médio, que hoje é completamente subordinado a um processo [os vestibulares] de que eles [secretários de Educação] não participam&amp;quot;, afirmou.    &lt;br /&gt;Na próxima semana, Haddad se reunirá mais uma vez com os reitores das universidades federais para acompanhar a aceitação da proposta.    &lt;br /&gt;Amanda Cieglinski&lt;/p&gt;  &lt;h5 align="justify"&gt;UOL&lt;/h5&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2250660031726507993?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2250660031726507993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2250660031726507993&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2250660031726507993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2250660031726507993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/04/data-do-novo-enem-e-3-e-4-de-outubro.html' title='Data do novo Enem é 3 e 4 de outubro'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3448643212339736435</id><published>2009-04-28T11:00:00.001-03:00</published><updated>2009-04-28T11:00:30.204-03:00</updated><title type='text'>O novo Enem no vestibular</title><content type='html'>&lt;p&gt;23/04/2009 - 15h35&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Da Redação    &lt;br /&gt;Em São Paulo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) decidiu que vai utilizar o novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) na seleção de estudantes para 2010. O Conselho Universitário da instituição aprovou o novo formato na última quarta-feira (22). Cada curso deverá definir a forma de utilização até o fim de maio.&lt;/p&gt;  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/31/ult105u7814.jhtm"&gt;&amp;quot;Espero que seja o fim do vestibular tradicional&amp;quot;, diz ministro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/04/17/ult105u7908.jhtm"&gt;Federais terão quatro maneiras de usar o Enem&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/erratas/2009/04/17/ult4317u4055.jhtm"&gt;Enem poderá preencher vagas ociosas&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/31/ult1811u263.jhtm"&gt;Faculdades particulares e estaduais podem aderir ao novo Enem&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href="http://www3.uol.com.br/redir/gd-vestibular-caracteristicas-novo-enem.jhtm"&gt;O que você achou do novo Enem? &lt;img border="0" src="http://img.uol.com.br/ico_grupodiscussao.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/04/06/ult4528u632.jhtm"&gt;Vestibular unificado será mais democrático&lt;/a&gt;     &lt;p&gt;No próximo mês, os coordenadores de cada curso, junto dos professores, avaliarão se o resultado do Enem será utilizado no processo de seleção de forma única ou se servirá como a primeira fase para o ingresso, oferecendo ao estudante uma forma mista de avaliação.      &lt;br /&gt;Após a definição de cada curso, a decisão será oficializada pelo Conselho de Graduação. O novo modelo já será aplicado a partir do próximo ano.       &lt;br /&gt;&amp;quot;Este é um importante passo na democratização do ensino superior. Nesta nova administração vamos trabalhar para que o acesso ao ensino público e de qualidade seja estendido a todos os interessados&amp;quot;, afirma Walter Manna Albertoni, reitor da instituição.&lt;/p&gt;    &lt;h5&gt;Como será a implantação&lt;/h5&gt; A implantação do novo modelo será realizada pela Pró-Reitoria de Graduação, dirigida pelo pró-reitor professor Miguel Roberto Jorge. &amp;quot;Vamos participar desta experiência e, se necessário, ajustar posteriormente o modelo para que sua aplicação seja a mais adequada possível. Cursos mais antigos e disputados - como o de medicina - provavelmente deverão adotar o Enem como primeira fase de seu vestibular, mas outros cursos da Unifesp poderão preferir adotar o Enem como fase única&amp;quot;, explica o pró-reitor.     &lt;br /&gt;De acordo com ele, o novo modelo será uma alternativa interessante e viável para trazer mais estudantes a cursos que passaram a ser fornecidos nos últimos anos pela Unifesp, dentre eles, serviço social (campus Santos), letras-português (campus Guarulhos), tecnologias oftálmica e radiológica (campus Vila Clementino) e matemática computacional (campus São José dos Campos).     &lt;h5&gt;O novo Enem&lt;/h5&gt; O novo Enem está marcado para outubro e deve contar com 200 questões e uma redação. O aluno terá dois dias para realizar a prova, que será válida por três anos.     &lt;br /&gt;No novo modelo de ingresso, o candidato optará por concorrer em até cinco opções de cursos e instituições de sua preferência (desde que eles tenham feito opção por utilizar o Enem como fase única de seu vestibular), independentemente do local de sua residência. Não é necessário haver vinculação entre as opções, assim o candidato poderá escolher cursos diferentes em instituições distintas.     &lt;h5&gt;UOL&lt;/h5&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3448643212339736435?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3448643212339736435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3448643212339736435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3448643212339736435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3448643212339736435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/04/o-novo-enem-no-vestibular.html' title='O novo Enem no vestibular'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6040388440889737096</id><published>2009-03-18T18:49:00.001-03:00</published><updated>2009-03-18T18:49:50.514-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='China'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>China preocupa-se com segurança dos empréstimos que fez aos EUA</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Casa Branca asseverou oficialmente à China que “não existe aplicação mais segura no mundo” para as reservas de divisas do país asiático e pediu encarecidamente a Pequim que continue emprestando, em reação às preocupações manifestadas pelo primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, na semana passada, sobre a sorte de centenas de bilhões trocados por títulos do Tesouro dos EUA e papéis norte-americanos. “Para ser sincero, estou um pouco preocupado”, afirmou Jiabao, no último dia da sessão anual do pleno do parlamento chinês, na sexta-feira 13. “Já emprestamos muito dinheiro aos Estados Unidos”, acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sem esse dinheiro, os EUA não teriam como financiar seu déficit, que este ano, em decorrência da crise e da falta de poupança interna, chegará a 12% do PIB. A otimista declaração de que “não existe aplicação mais segura no mundo” foi feita pelo porta-voz Robert Gibbs. Desde setembro, a China ultrapassou o Japão como o maior credor dos EUA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nessa mesma entrevista, Jiabao havia reiterado que “é claro que estamos preocupados com a segurança de nossos ativos”. Afinal, somente em títulos do Tesouro e outros papéis o montante de dinheiro chinês emprestado aos EUA ultrapassa os US$ 727 bilhões. Diz-se até que o banco de hipotecas Freddie Mac só não faliu porque era “too chinese to fail” – “demasiado chinês para quebrar”. Também querendo tranqüilizar Pequim, o diretor do Conselho de economistas da Casa Branca, Lawrence Summers, garantiu que Washington “é um zeloso guardião” das reservas da China.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prevendo um déficit de 1,752 trilhão de dólares para o exercício fiscal 2008-2009 que finaliza em setembro, agravado por medidas excepcionais tomadas para sustentar a economia americana, o governo dos EUA dificilmente pode dispensar os empréstimos apor-tados pela China.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6040388440889737096?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6040388440889737096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6040388440889737096&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6040388440889737096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6040388440889737096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/china-preocupa-se-com-seguranca-dos.html' title='China preocupa-se com segurança dos empréstimos que fez aos EUA'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5794352974749689347</id><published>2009-03-14T16:35:00.001-03:00</published><updated>2009-03-14T16:35:21.198-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>Encontro do Conselho de Defesa da Unasul</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Conselho condiciona presença dos EUA ao fim     &lt;br /&gt;do bloqueio a Cuba&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os ministros de Defesa dos 12 países da União de Nações Sul-americanas, Unasul, puseram oficialmente em funcionamento o Conselho de Defesa do organismo regional, para promover a cooperação entre as distintas forças armadas, gerar operações de paz conjuntas e dar transparência aos gastos militares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em declaração anexa acordaram impulsionar uma luta coordenada contra o narcotráfico. Observadores assinalaram que, desta forma, se coloca uma barreira à política intervencionista dos EUA, que usam o pretexto de combate ao narcotráfico para manter tropas e bases em alguns países e realizar ações de espionagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os ministros da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela foram recebidos no palácio de La Moneda pela presidente Michelle Bachelet, cujo país exerce a presidência pro-tempore da Unasul.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao inaugurar o primeiro Conselho, o ministro chileno de Defesa, José Goñi, precisou que se trata de “um mecanismo para gerar nossas opiniões, nossas visões e nosso próprio plano de ação em assuntos de defesa”. Esclareceu, ainda, que o CDS não quer nenhuma semelhança com a OTAN, mas tem como objetivo “dar vida a uma aliança que fortaleça a confiança mútua mediante a integração, o diálogo e a cooperação em matéria de defesa. É uma zona de paz, base para a estabilidade democrática e o desenvolvimento integral dos povos”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em sua primeira declaração, o Conselho de Defesa Sul-americano condicionou a possibilidade de que os Estados Unidos ingressem como observadores a esta instância a que Washington mude sua relação com Cuba.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A posição, aprovada pelos 12 ministros participantes, foi apresentada pelo ministro de Defesa do Brasil, Nelson Jobim, que afirmou que “a mudança das relações dos EUA com Cuba é uma condição para uma nova apresentação desse país na região”, assegurando que assim o expressou ao chefe do Estado Maior Conjunto norte-americano, Mike Mullen, que visitou o Brasil, Chile e Colômbia, na semana passada.    &lt;br /&gt;A ministra argentina, Nilda Garré, coincidiu em que “Cuba é um tema pendente para a região” e acrescentou que a nova administração americana “tem uma oportunidade para acabar com essa situação injusta e discriminatória”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Walter San Miguel, ministro boliviano de Defesa, perguntado sobre o bloqueio norte-americano, assinalou que se trata de medidas contra o povo cubano e sublinhou que “nós não concordamos com medidas hegemônicas”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os 12 ministros da área reiteraram que os EUA não poderão mudar “sua carta de apresentação” ante a região, enquanto mantenham o bloqueio econômico a Cuba.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5794352974749689347?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5794352974749689347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5794352974749689347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5794352974749689347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5794352974749689347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/encontro-do-conselho-de-defesa-da.html' title='Encontro do Conselho de Defesa da Unasul'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5998276390789599944</id><published>2009-03-14T16:24:00.001-03:00</published><updated>2009-03-14T16:24:55.211-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>MAssacre em GAZA _Carta Maior</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/banner_22511.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15480"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22581.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15480"&gt;Réquiem por Israel?&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15480"&gt;Uma leitura atenta dos textos dos sionistas fundadores do Estado de Israel revela tudo aquilo que o Ocidente hipocritamente ainda hoje finge desconhecer: a criação de Israel é um ato de ocupação e como tal terá de enfrentar para sempre a resistência dos ocupados; não haverá nunca paz, qualquer apaziguamento será sempre aparente, uma armadilha a ser desarmada. O artigo é de Boaventura Sousa Santos.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15480"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 12/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22580.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476"&gt;A água (que ninguém vê) na guerra&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476"&gt;Na guerra do momento - Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água - um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio? Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina. Além de restringir o uso d'água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15476"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 11/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15477"&gt;Gaza: mais um capítulo no holocausto palestino&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15477"&gt;Após 13 dias de massacre, 763 palestinos já morreram e mais de 3200 foram feridos. Um terço das vítimas são crianças. O lado israelense, no mesmo período, perdeu 10 vidas, 8 dos quais são soldados. Estamos falando de dois povos, um invadido e ocupado militarmente pelo outro. Um tem o 4º exército mais forte do planeta. O outro nem exército tem. A análise é de Mohamed Habib, professor e Pró-reitor de Extensão da Unicamp e vice-presidente do Instituto da Cultura Árabe.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15477"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 11/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15471"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22579.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15471"&gt;Em nome dos palestinos&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15471"&gt;É hora de pôr em marcha um movimento internacional, global, de resistência não violenta à política violenta e extremista do Estado de Israel. É preciso mobilizar a opinião pública, difundindo uma informação rigorosa e permanente sobre a situação da população palestina, multiplicando os artigos, as conferências e as manifestações de apoio ao povo palestino. O artigo é de Tariq Ramadan.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15471"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 09/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15472"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22578.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15472"&gt;Atos de protesto e manifestações de solidariedade multiplicam-se em várias cidades brasileiras. Na quinta-feira, no Rio de Janeiro, manifestantes jogaram sapatos nas paredes do Consulado dos Estados Unidos. No domingo, será realizada uma Marcha contra o Massacre de Israel, em São Paulo. Editores de revistas da América Latina e da Europa divulgam manifesto de solidariedade ao povo palestino e de repúdio à política de Israel.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15472"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 09/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15473"&gt;ANÁLISE DA NOTÍCIA&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15473"&gt;A semântica da guerra&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15473"&gt;A ofensiva de Israel em Gaza já trouxe uma peculiaridade para a linguagem jornalística que mostra algo sobe sua natureza. E essa marca jaz nos adjetivos. Duas das expressões mais utilizadas nos jornais são &amp;quot;carnage&amp;quot; (abate de animais para alimentação) e &amp;quot;onslaught&amp;quot;, sinônimo de &amp;quot;furious attack&amp;quot; (ataque furioso). De novo, o termo vem da matança de animais (“slaughter”) e, no contexto bélico, se aplica a uma situação em que um dos contendores mata indiscriminadamente pessoas do outro lado.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15473"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 09/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15474"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22577.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15474"&gt;GIDEON LEVY&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15474"&gt;Os que apóiam essa guerra apóiam o horror &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15474"&gt;Quem justifica essa guerra justifica todos os crimes. Quem prega mais guerra e crê que haja justiça em assassinatos em massa perde o direito de falar de moralidade e humanidade. Esse tipo de atitude é perfeita representação das duas caras de Israel, sempre alertas, ao mesmo tempo: praticar qualquer crime, mas, ao mesmo tempo, auto-absolver-se, sentir-se imaculado aos próprios olhos. O artigo é do jornalista israelense Gideon Levy.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15474"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 09/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15470"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22542.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15470"&gt;Israel viola Convenção de Genebra, diz relator      &lt;br /&gt;da ONU &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15470"&gt;&amp;quot;Os ataques israelenses ferem a Convenção de Genebra primeiramente porque punem coletivamente os palestinos residentes em Gaza, não fazendo distinção entre alvos civis e combatentes&amp;quot;, disse nesta quarta-feira, em São Paulo, Richard Falk, relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados por Israel desde 1967. Segundo Falk, o bloqueio econômico mantido por Israel há 18 meses também está em desacordo com o direito internacional.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15470"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 07/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15468"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22525.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15468"&gt;Jornalista inglês denuncia mentiras de Israel &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15468"&gt;Em artigo publicado no &amp;quot;The Independent&amp;quot;, Robert Fisk acusa governo israelense de contar mentiras para tentar justificar as atrocidades cometidas em Gaza. “O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis&amp;quot;, escreve.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15468"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 07/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15469"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22518.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15469"&gt;Estudantes israelenses presos por rejeitar alistamento pedem ajuda&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15469"&gt;No dia 18 de dezembro de 2008 foi iniciada uma campanha mundial em apoio aos estudantes israelenses presos por rejeitarem o alistamento no exército, por objeção de consciência. Os Shministim defendem um futuro de paz entre israelenses e palestinos e criticam a ação de seu país nos territórios ocupados. Eles esperam receber centenas de milhares de mensagens de apoio que serão entregues ao ministro da Defesa de Israel. &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15469"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 07/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15465"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22526.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15465"&gt;&amp;quot;Quantos mortos ainda para vocês se sentirem cidadãos de Gaza?&amp;quot;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15465"&gt;Quem é mais anti-semita, aqueles que viciaram Israel ano após ano durante sessenta anos, até desfigurá-lo ao ponto de fazê-lo o país mais perigoso do mundo para os judeus ou aqueles que os advertem de que o Muro marca um gueto de dois lados? É anti-semita reler Hannah Arendt hoje, em que nós, os palestinos, somos a escória da terra, é anti-semita voltar a iluminar essas páginas sobre o poder e a violência? O artigo é de Mustapha Barghouthi, secretário-geral da Iniciativa Nacional Palestina.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15465"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 06/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15462"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22541.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15462"&gt;Imagens de Gaza à espera de Obama&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15462"&gt;Israel e seus aliados nos EUA parecem certos de que com o fato consumado em Gaza, Barack Obama vai cair numa armadilha, tornando-se refém da mesma política ditada pelos neoconservadores a Bush. Resta saber até que ponto o governo Obama estará comprometido com a mudança que o candidato pregou na campanha. A análise é de Argemiro Ferreira em seu artigo de estréia na Carta Maior.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15462"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 05/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15466"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22528.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15466"&gt;Venezuela expulsa embaixador de Israel por massacre em Gaza&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15466"&gt;O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela anunciou nesta terça-feira (6) a expulsão do embaixador Shlomo Cohen em resposta à ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza. Presidente Hugo Chávez acusa Israel de genocídio e chama soldados israelenses de &amp;quot;covardes&amp;quot;.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15466"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 06/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15454"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15454"&gt;TRAGÉDIA EM GAZA&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15454"&gt;Fim da era Bush e eleição em Israel: uma das faces obscenas do massacre&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15454"&gt;O ataque a Gaza é uma tentativa de última hora de mudar as relações de forças no Médio Oriente, antes do fim da era Bush, nos EUA. E tem uma dimensão obscena: as centenas de vítimas dos bombardeios são vítimas colaterais da campanha eleitoral em Israel.Para aumentar o seu apoio popular antes das eleições, todos os líderes israelenses estão competindo para ver quem é o mais duro e quem está disposto a matar mais. A análise é de Michael Warschawski.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15454"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 31/12/2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15464"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22527.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15464"&gt;Internet ajuda a furar bloqueio midiático imposto      &lt;br /&gt;por Israel&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15464"&gt;Israel proibiu a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza. Isso não vem impedindo que as imagens do massacre contra a população civil de Gaza circulem diariamente pelo mundo. A eficácia do bloqueio midiático diminuiu significativamente graças à internet. Os vídeos e fotos da rede Al Jazeera são reproduzidos por toda parte. Quem quiser, pode também ter informações direto de Gaza, pelo blog &amp;quot;Moments of Gaza&amp;quot;, mantido por Natalie Abou Shakra (foto).&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15464"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 06/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15459"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22524.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15459"&gt;A mídia em Israel toca as trombetas da guerra&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15459"&gt;Historiador do futuro que algum dia examine os arquivos dos jornais de Israel verá com clareza absoluta: para Israel, 200, 300 e, depois, 400 palestinos assassinados 'não é' manchete. A mídia em Israel é &amp;quot;poupada&amp;quot; de ter de exibir imagens &amp;quot;fortes&amp;quot;. Israel abraça e sempre abraçará qualquer guerra, qualquer barbárie. Israel crê-se tão poderosa que se brutalizou, que já não sente. Em Israel a barbárie é regente. A análise é do jornalista israelense Gideon Levy.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15459"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 02/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15463"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22523.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15463"&gt;Sangue em nossas mãos &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15463"&gt;As pessoas que jogam nossas bombas não ficam manchadas com sangue. Nosso sistema é simples: não há necessidade de evidência para um julgamento. Uma vez decidamos que alguém é alvo, jogamos uma bomba e ele se foi. Recentemente, o exército adquiriu permissão para matar civis que estejam próximos de um alvo. Isso foi publicado na imprensa, junto à foto de uma sorridente comandante do exército. O artigo é de Shulamit Aloni, ex-ministra da Educação de Israel.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15463"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 06/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15460"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22540.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15460"&gt;Professores repudiam ataque contra Universidade de Gaza&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15460"&gt;Documento organizado por intelectuais e professores universitários de vários países condena massacre da população da Faixa de Gaza e ataque desferido pelo exército de Israel contra a Universidade Islâmica de Gaza. “Usa-se o mesmo sofisma com o qual se ataca o povo de Gaza: os estudantes e os professores da Universidade seriam do Hamas, o mesmo pretexto dos regimes fascistas para decretar a morte da cultura&amp;quot;, diz a carta.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15460"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 05/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15461"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22536.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15461"&gt;Esquerda palestina pede fim das divisões e unidade contra Israel&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15461"&gt;Organizações da esquerda palestina divulgam comunicado defende fim das divisões internas e retomada do diálogo para unificar resistência contra ataques de Israel. &amp;quot;Não é suficiente repetir palavras; precisamos de fatos concretos, um movimento urgente, passos precisos e sérios, que conduzam ao imediato e desejado diálogo unificado&amp;quot;, diz o documento.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15461"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 05/01/2009&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15451"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22530.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15451"&gt;Carta aberta de Uri Avnery a Barack Obama&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15451"&gt;O ex-deputado do Parlamento israelense e um dos fundadores do movimento pela paz, Uri Avnery, redigiu uma carta aberta ao presidente eleito dos EUA, Barack Obama, sugerindo que o novo governo comece a agir pela paz israelense-árabe a partir do primeiro dia. &amp;quot;Infelizmente, todos os seus predecessores desde 1967 jogaram duplamente. Apesar de falarem sobre paz da boca para fora, e às vezes realizarem gestos de algum esforço pela paz, na prática eles apoiavam nosso governo em seu movimento contrário a esse esforço&amp;quot;, diz Avnery. &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15451"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 30/12/2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15453"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22531.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15453"&gt;EUA e União Européia são cúmplices do massacre      &lt;br /&gt;em Gaza&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15453"&gt;Os palestinos assassinados são trunfo eleitoral, numa disputa cínica entre a direita e a extrema-direita israelenses. Seus aliados em Washington e na União Européia, perfeitamente informados de que Gaza estava para ser atacada, exatamente como no caso do Líbano em 2006, sentaram e esperaram. A análise é de Tariq Ali. &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15453"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 31/12/2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15456"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22537.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15456"&gt;Editorial CLACSO: Gritando contra o horror&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15456"&gt;O que está acontecendo em Gaza é um massacre que atenta contra os mais elementares direitos humanos, arrancando sem compaixão toda esperança de paz em uma das regiões mais injustas do planeta. Um massacre que pretende, pela prepotência de bombardeios assassinos, negar o direito dos palestinos a um Estado independente.&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15456"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 31/12/2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15455"&gt;&lt;img src="http://200.169.228.51/arquivosCartaMaior/FOTO/47/foto_mat_22539.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15455"&gt;Gaza e os vestígios de um deus rancoroso e feroz&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15455"&gt;Desde o dia 9 de dezembro os caminhões da agência das Nações Unidas, carregados de alimentos, aguardam que o exército israelense lhes permita a entrada na faixa de Gaza, uma autorização uma vez mais negada ou que será retardada até ao último desespero e à última exasperação dos palestinos famintos. Nações Unidas? Unidas? &lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/materiaMostrar.cfm?materia_id=15455"&gt;&amp;gt; LEIA MAIS &lt;/a&gt;| &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/editoriaMostrar.cfm?editoria_id=6"&gt;Internacional&lt;/a&gt; | 31/12/2008&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5998276390789599944?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5998276390789599944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5998276390789599944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5998276390789599944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5998276390789599944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/massacre-em-gaza-carta-maior.html' title='MAssacre em GAZA _Carta Maior'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3660727171700866676</id><published>2009-03-11T17:51:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T17:59:43.412-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>China quer crescimento com base na demanda interna</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A China adotará o desenvolvimento do mercado interno como estratégia de longo prazo e tomará novas medidas para impulsionar o consumo e revitalizar a economia do país, afirmou o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, em seu informe à sessão de abertura da XI Assembléia Popular Nacional. Para este ano, a meta é de um crescimento de 8% do PIB e de criação de 9 milhões de empregos, e no final do ano passado a China anunciou um gigantesco plano de obras em infra-estrutura, bancado com recursos do governo e das estatais, já em execução.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Jiabao apontou que a China promoverá com papel destacado a demanda interna, para a retomada do crescimento econômico, desacelerado no último período devido à redução das exportações. Ele ressaltou que o governo chinês contribuirá de forma ativa para maior desenvolvimento do mercado interno, aumentando os ingressos da população, estimulando a compra de automóveis e o desenvolvimento da área rural.    &lt;br /&gt;Também será estimulada a construção civil, oferecendo moradia adequada às famílias com baixo poder aquisitivo, e acelerando a reconstrução das áreas afetadas pelo terremoto ocorrido na província de Sichuan em maio do ano passado, assinalou o primeiro-ministro chinês.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3660727171700866676?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3660727171700866676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3660727171700866676&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3660727171700866676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3660727171700866676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/china-quer-crescimento-com-base-na.html' title='China quer crescimento com base na demanda interna'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3382518412665546071</id><published>2009-03-11T17:44:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T17:44:45.769-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Sarkozy: México é 'primeiro país da América Latina'</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;CIDADE DO MÉXICO (AFP) — O presidente da França, Nicolas Sarkozy, definiu nesta segunda-feira o México como &amp;quot;o primeiro país da América Latina&amp;quot;, e pediu a seu governo que não se encerre em &amp;quot;relações exclusivas&amp;quot;, em alusão aos Estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em discurso no Senado mexicano, como parte de uma visita oficial de 24 horas, Sarkozy opinou que o &amp;quot;México é um país com mais responsabilidade do que se possa pensar às vezes&amp;quot; em assuntos internacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O México é a segunda economia regional depois do Brasil com ambos os países competindo pela liderança na América Latina.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ambos, junto com a Argentina, fazem parte dos principais países emergentes a integrarem o Grupo dos 20, conformado também por nações mais industrializadas, e que se reunirá no dia 2 de abril em Londres.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Antes do encontro, em Londres, Sarkozy defendeu a &amp;quot;mudança do capitalismo para que seja de empresários, não de especuladores&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Teremos que impor as mudanças em Londres&amp;quot;, disse o presidente francês em sua alocução no Senado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O México, que compartilha uma fronteira de 3.000 km com os Estados Unidos, destina a esse país quase 80% de seu comércio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3382518412665546071?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3382518412665546071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3382518412665546071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3382518412665546071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3382518412665546071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/sarkozy-mexico-e-pais-da-america-latina.html' title='Sarkozy: México é &amp;#39;primeiro país da América Latina&amp;#39;'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3819353778005559664</id><published>2009-03-11T17:40:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T17:40:01.152-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mercosul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>Evo expulsa golpista da embaixada dos EUA</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente da Bolívia, Evo Morales, ordenou, na segunda-feira, dia 9, a expulsão do país do mexicano-estadunidense Francisco Martínez, funcionário da Embaixada dos Estados Unidos em La Paz. O presidente denunciou Martínez por suas ações em conjunto com a oposição separatista num plano golpista contra seu governo entre agosto e setembro passados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Francisco Martínez era o contato com o grupo de opositores durante todo o processo de conspiração”, argumentou Morales durante o ato de posse do novo comandante da Polícia boliviana, general Víctor Hugo Escobar, acrescentando que “tentaram de tudo para impedir a nova Constituição, buscaram insuflar a população contra o governo, e dividir o país. São setores fascistas e não vamos permitir que agentes estrangeiros atuem no nosso país”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de explicar os contatos de Martínez com os governadores de oposição, “hoje decidi declará-lo persona non grata e peço ao chanceler (David Choquehuanca) comunicar a decisão ao escritório da Secretaria de Estado dos Estados Unidos em La Paz”, disse Morales.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Martínez, que deverá abandonar o país andino no prazo de 48 horas, é o segundo funcionário expulso da embaixada americana na capital boliviana, depois do embaixador Philip Goldberg, em setembro último.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O agente foi também acusado de manter relação com Rodrigo Carrasco, um ex-policial boliviano formado em centros estadunidenses em inteligência, segurança, comunicações e política, infiltrado na estatal petroleira da Bolívia (YPFB).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Carrasco, destituído da YPFB, “é um impostor. Ingressou com um título de engenheiro comercial quando não era nada disso, trabalhou no esquema norte-americano no Iraque, fez mais de 20 viagens aos EUA. Não sei como contratam essa classe de pessoas. Ele penetrou nos altos mandos da estatal, mantendo contatos permanentes com a embaixada dos EUA para realizar operações encobertas, sabotagem. Manteve-se lá durante muito tempo, roubou documentos, armou contra a empresa e contra o governo”, afirmou Evo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente disse que ficou claro, só agora, à luz dessas informações, a escassez de combustíveis que ocorreu no país entre agosto e setembro últimos, quando grupos de separatistas estouraram gasodutos, tomaram aeroportos e escritórios do Estado nas cidades de Santa Cruz, Tarija, Beni e Pando, cujas autoridades se opõem ao governo nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No final de janeiro, o presidente da YPFB, Santos Ramírez, foi destituído da sua função na presidência da YPFB por conciliar com a corrupção e com ações de sabotagem.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3819353778005559664?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3819353778005559664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3819353778005559664&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3819353778005559664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3819353778005559664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/evo-expulsa-golpista-da-embaixada-dos.html' title='Evo expulsa golpista da embaixada dos EUA'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4569923387114206967</id><published>2009-03-11T17:37:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T17:37:56.834-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>Para Calderón, o problema do narcotráfico no México é causado pelo alto consumo de drogas norte-americano</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O presidente do México, Felipe Calderón, afirmou, na quinta-feira, dia 5 de março, que a principal causa dos problemas com o narcotráfico que enfrenta esse país, e que têm causado mortes e enfrentamentos violentos em vários estados, é a falta de controle do consumo de drogas nos Estados Unidos. Declarou também que não aceita a pressão para negociar com os cartéis para – hipoteticamente - diminuir a violência.    &lt;br /&gt;Em entrevista difundida pelo jornal francês “Le Monde”, o mexicano, que não se caracteriza por desenvolver uma política independente da Casa Branca, disse que “se os Estados Unidos não fossem o maior mercado de drogas do mundo, não teríamos este problema”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Calderón assinalou ainda como um elemento muito prejudicial o comércio de armas, com a particularidade de que “a esmagadora maioria” das confiscadas no México tinham sido compradas no país vizinho, “incluído material que é propriedade exclusiva do exército estadunidense”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nesse aspecto, condenou que o governo Bush houvesse levantado em 2004 a proibição de vender armas consideradas muito perigosas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O presidente, que chegou ao governo com o apoio de Washington, considerou que enquanto os EUA não mudem sua própria legislação, o México se converteria “no paraíso da droga e do crime”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O vice-ministro de Relações Exteriores mexicano, Carlos Rico Ferrat, também denunciou que parte do fracasso da luta contra o tráfico de armas na fronteira, se deve a que funcionários dos estados fronteiriços estadunidenses, mantém vínculos com o crime organizado do México.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As afirmações do funcionário mexicano coincidiram com o começo de um julgamento em Arizona, nos Estados Unidos, de um empresário acusado de vender mais de 600 armas de fogo ao cartel de Sinaloa, um dos mais poderosos no México.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4569923387114206967?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4569923387114206967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4569923387114206967&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4569923387114206967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4569923387114206967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2009/03/para-calderon-o-problema-do.html' title='Para Calderón, o problema do narcotráfico no México é causado pelo alto consumo de drogas norte-americano'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-779613620381899224</id><published>2008-12-02T10:48:00.001-02:00</published><updated>2008-12-02T10:48:08.328-02:00</updated><title type='text'>Xiii... Deu branco!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O enfrentamento das provas dos vestibulares mais concorridos do país talvez seja o primeiro grande desafio profissional dos jovens. É fácil mensurarmos esse desafio: a conquista de uma vaga em uma universidade pública no curso de medicina, por exemplo, significa obter um prêmio de cerca de R$ 225.000,00 – preço médio que o aluno pagaria pelo curso em uma universidade particular. Um candidato que não apresentar um grau de excelência nos quesitos técnico (conhecimento do conteúdo programático) e psicológico (administrar a ansiedade no momento da prova) terá sérias dificuldades para obtenção de êxito. Nesse espaço, estou preocupado com o equilíbrio psicológico. Por que tanta gente “derrapa” no momento da prova? O que faz com que candidatos capacitados em termos de conhecimento fiquem tão nervosos que não consigam reverter em pontos o que sabem – têm brancos e sensações físicas como: taquicardia, suor excessivo, tremores, entre outros?    &lt;br /&gt;Inicio a reflexão sobre isso com um pensamento:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;blockquote&gt;     &lt;p&gt;&lt;em&gt;“Os homens são perturbados não pelas coisas em si, mas pelo que pensam sobre elas”.&lt;/em&gt; (Epitectus, 70 a.C.)&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Exatamente isso. São os pensamentos que contam. Sempre que você experimenta um estado de ansiedade intensa, existem pensamentos que definem e fortalecem esse estado. Alguns leitores podem estar questionando se é possível os pensamentos produzirem as reações físicas observadas durante o nervosismo. Não é difícil comprovarmos isso: imagine um limão bem suculento. Agora, mentalmente corte esse limão, pegue uma das metades e esprema-a em sua boca. Se você fez esse exercício com concentração, provavelmente salivou. Isso comprova que os pensamentos produzem reações físicas. Mas como isso pode ocorrer durante a prova? Observe:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;batimento cardíaco um pouco aumentado    &lt;br /&gt;(reação física)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;estou ficando nervoso     &lt;br /&gt;(pensamento)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;respiração superficial e aceleração dos batimentos cardíacos     &lt;br /&gt;(reações físicas)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;não estou me lembrando de nada, não vou conseguir     &lt;br /&gt;(pensamento)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;respiração mais superficial e menos oxigênio para o cérebro     &lt;br /&gt;(reações físicas)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;eu sabia que ia ficar nervoso, me deu branco!     &lt;br /&gt;(pensamento)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Observe que uma seqüência de pensamentos intensificou as reações físicas e culminou no famoso branco. Mas como impedir que isso aconteça? É importante que você identifique o que está pensando e verifique a veracidade dos seus pensamentos antes de agir:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;batimento cardíaco um pouco aumentado    &lt;br /&gt;(reação física)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;estou ficando nervoso     &lt;br /&gt;(pensamento)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;é perfeitamente comum ficar um pouco nervoso no início de uma prova. Tenho certeza de que quem está levando essa prova a sério também está nervoso.     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(pensamento compensador)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;.............&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;não estou me lembrando de nada, não vou conseguir    &lt;br /&gt;(pensamento)     &lt;br /&gt;&lt;img src="http://mail.google.com/?ui=2&amp;amp;ik=d9b0e0d34f&amp;amp;view=att&amp;amp;th=11df3f59cd2c3ce6&amp;amp;attid=0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="8" height="23" /&gt;     &lt;br /&gt;é impossível se lembrar de tudo. Não me lembrar de alguns assuntos não quer dizer que eu não vou conseguir. Vou dar o máximo de mim.     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(pensamento compensador)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estar vigilante aos pensamentos e considerar o maior número possível de ângulos de um determinado problema pode levar a pessoa a novas conclusões e desfechos. É importante ter em mente que:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;p&gt;se para ter paz, você precisa da certeza de que irá passar, então você nunca terá paz, pois essa certeza é impossível;&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;p&gt;se para ter paz, você precisa lembrar-se de tudo, então você jamais terá paz, pois é impossível se lembrar de tudo;&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;p&gt;se para ter paz, você acredita ser necessário dar tudo certo no dia da prova, então você não terá paz. É perfeitamente possível que algo dê errado sem que isso o prejudique a ponto de impedir a conquista de sua vaga.&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Embora a identificação e a modificação dos pensamentos sejam um ponto central para a diminuição da ansiedade, colocá-las em prática exige treino e vigilância. Treine bastante e boas provas!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Celso Lopes de Souza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;p&gt;&lt;em&gt;Médico formado pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;p&gt;&lt;em&gt;Membro do grupo de estudos de TDAH (Transtorno do Déficit da Atenção/ Hiperatividade) da UNIAD/UNIFESP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;em&gt;Ministra palestras na área de psiquiatria – incluindo o tabagismo.&lt;/em&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;em&gt;A&lt;/em&gt;&lt;em&gt;utor de artigos técnicos sobre os mecanismos cerebrais de dependência da nicotina, além de dirigir uma clínica antitabagista.&lt;/em&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;em&gt;Autor do livro &lt;/em&gt;      &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Última Tragada&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;publicado pela editora HARBRA&lt;/em&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-779613620381899224?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/779613620381899224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=779613620381899224&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/779613620381899224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/779613620381899224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/12/xiii-deu-branco.html' title='Xiii... Deu branco!'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2516936353924801539</id><published>2008-10-25T13:46:00.001-02:00</published><updated>2008-10-25T13:46:50.788-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='População'/><title type='text'>Aulas de adaptação para imigrantes é apartheid, acusa revista italiana Famiglia Cristiana</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;   &lt;br /&gt;Quinta-Feira - 23/10/2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A revista italiana Fam&amp;#237;lia Crist&amp;#227;, uma das mais importantes publica&amp;#231;&amp;#245;es italianas voltadas ao p&amp;#250;blico cat&amp;#243;lico, divulgou mat&amp;#233;ria condenando&amp;#160; a proposta de aulas de adapta&amp;#231;&amp;#227;o para crian&amp;#231;as imigrantes, definido-as como &amp;quot;aulas-gueto&amp;quot; e &amp;quot;a primeira medida racial do Parlamento&amp;quot;. Segundo a Revista, &amp;quot;A mo&amp;#231;&amp;#227;o aproxima perigosamente a escola da segrega&amp;#231;&amp;#227;o e da discrimina&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em agosto passado, a Revista, vinculada&amp;#160; &amp;#224; Societ&amp;#224; Apostolato San Paolo, criou uma forte pol&amp;#234;mica ao destacar, em editorial, que a It&amp;#225;lia corria o risco de retornar ao fascismo. O texto, assinado por Beppe Del Colle, apontando v&amp;#225;rios argumentos para indicar o renascimento do fascismo em fun&amp;#231;&amp;#227;o de medidas tomadas pelo atual governo, levou o Vaticano a negar que a publica&amp;#231;&amp;#227;o tivesse habilita&amp;#231;&amp;#227;o para exprimir o pensamento da Santa S&amp;#233;.&amp;#160; A revista &amp;#233; acusada por pol&amp;#237;ticos de centro-direita de seguir a cartilha do comunismo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agora, reagindo &amp;#224; inten&amp;#231;&amp;#227;o do governo de criar classes especiais para imigrantes, a revista frisa que&amp;#160; &amp;#8220;o problema da inclus&amp;#227;o dos estrangeiros na escola &amp;#233; real, mas as respostas n&amp;#227;o s&amp;#227;o de integra&amp;#231;&amp;#227;o. Quem pensa em um 'desenvolvimento separado' na It&amp;#225;lia, saiba que esse conceito em outra l&amp;#237;ngua se chama apartheid&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda conforme a famiglia Cristiana, oO governo poderia substituir e derrubar (por amor &amp;#224; p&amp;#225;tria) a primeira mo&amp;#231;&amp;#227;o racial aprovada pelo Parlamento italiano. Ou observar experi&amp;#234;ncias como em Floren&amp;#231;a, onde um &amp;#244;nibus leva as crian&amp;#231;as estrangeiras da escola para aulas de italiano e depois as leva de volta &amp;#224;s salas de aula.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A medida do governo&amp;#160; prev&amp;#234; que as crian&amp;#231;as imigrantes, al&amp;#233;m da l&amp;#237;ngua italiana, devam aprender o respeito &amp;#224;s tradi&amp;#231;&amp;#245;es territoriais e regionais, &amp;#224; diversidade moral e &amp;#224; cultura religiosa do pa&amp;#237;s que as acolhe, o apoio &amp;#224; vida democr&amp;#225;tica e a compreens&amp;#227;o de direitos e deveres. &amp;quot;Algu&amp;#233;m sabe dizer como explicar isso a uma crian&amp;#231;a de 5 ou 6 anos, que deve ainda aprender italiano?&amp;quot;, questionou a revista.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fam&amp;#237;lia Crist&amp;#227; recordou que, nos anos 60, quando crian&amp;#231;as napolitanas, calabresas ou sicilianas iam &amp;#224; escola em Novara (cidade da regi&amp;#227;o do Piemonte, norte da It&amp;#225;lia), ningu&amp;#233;m pensou em coloc&amp;#225;-las em uma &amp;quot;classe diferencial&amp;quot; para que aprendessem italiano, costumes e tradi&amp;#231;&amp;#245;es do Norte, nem fazer um teste de ingresso. Por que agora se pensa nessas medidas?&amp;quot;, concluiu a publica&amp;#231;&amp;#227;o. (Com RV)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2516936353924801539?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2516936353924801539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2516936353924801539&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2516936353924801539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2516936353924801539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/10/aulas-de-adaptao-para-imigrantes.html' title='Aulas de adaptação para imigrantes é apartheid, acusa revista italiana Famiglia Cristiana'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6308778564566132845</id><published>2008-10-25T13:42:00.001-02:00</published><updated>2008-10-25T13:42:47.151-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='População'/><title type='text'>Desemprego e falta de oportunidades: as queixas de imigrantes estrangeiros na Itália</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Quinta-Feira - 23/10/2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.oriundi.net/imgs/red1.jpg" width="208" height="178" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A It&amp;#225;lia conheceu, em 2008, o maior &amp;#237;ndice de imigra&amp;#231;&amp;#227;o estrangeira da hist&amp;#243;ria do pa&amp;#237;s. Fotos: Mara Rocha&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por Mara Rocha&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No in&amp;#237;cio do s&amp;#233;culo XX, muitos italianos deixaram a sua terra natal, fugindo de uma It&amp;#225;lia castigada pelas guerras. Criaram ra&amp;#237;zes em pa&amp;#237;ses promissores como os Estados Unidos, Argentina e Brasil. Desembarcaram em terras estrangeiras com as malas de papel&amp;#227;o repletas de hist&amp;#243;rias e sonhos. Acrescentaram aos seus locais de destino os seus costumes e tradi&amp;#231;&amp;#245;es. Quase um s&amp;#233;culo depois, o processo se inverte e a It&amp;#225;lia conhece, em 2008, o maior &amp;#237;ndice de imigra&amp;#231;&amp;#227;o estrangeira da hist&amp;#243;ria do pa&amp;#237;s. Provenientes da Europa do Leste, &amp;#193;frica, Am&amp;#233;rica Latina, &amp;#193;sia, os imigrantes estrangeiros chegam em solo italiano, muitos sem falar a l&amp;#237;ngua local, e precisam enfrentar as adversidades culturais, a nostalgia de casa e os problemas sociais da It&amp;#225;lia em tempos de crise.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo os dados do Instituto Nacional de Estat&amp;#237;stica (ISTAT), s&amp;#227;o 3.432.651 cidad&amp;#227;os estrangeiros registrados nas &amp;#8220;anagrafi&amp;#8221; das 8.101 prefeituras &amp;#8211; um aumento de 16,8% (493.729) com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano passado &amp;#8211; e 570 mil clandestinos &amp;#8211; quase 1% da popula&amp;#231;&amp;#227;o italiana &amp;#8211; nas contas da Comiss&amp;#227;o da Uni&amp;#227;o Europ&amp;#233;ia (Ue). No auge da crise financeira mundial, a economia italiana se encontra inst&amp;#225;vel, e o &amp;#8220;boom&amp;#8221; nas imigra&amp;#231;&amp;#245;es agrava os problemas sociais do pa&amp;#237;s despreparado para tal crescimento populacional. No primeiro semestre de 2008, o desemprego atingiu a marca de 6,7% (trezentas mil pessoas sem emprego), o maior &amp;#237;ndice dos &amp;#250;ltimos dois anos, divulgou o ISTAT.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como conseq&amp;#252;&amp;#234;ncia, aumentaram tamb&amp;#233;m os casos de racismo. No &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s, o chin&amp;#234;s Tong Hong-Shen (36) foi agredido, em Roma, por uma gang de adolescentes e o afrodescendente Abdoul Guiebre (19) foi assassinado a pauladas, em Mil&amp;#227;o, por Fausto Cristofoli e seu filho Daniele. No mesmo per&amp;#237;odo, o ganese Emmanuel Bonsu (22) foi preso por engano em Parma e chamado de negro porco, enquanto apanhava dos policiais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os crimes cometidos por estrangeiros &amp;#233; um outro agravante da intoler&amp;#226;ncia racial. De acordo com o Ministero dell&amp;#8217;Interno, cerca de 35% dos crimes na It&amp;#225;lia (um a cada tr&amp;#234;s) s&amp;#227;o cometidos por imigrantes, principalmente clandestinos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como medida de controle da entrada de clandestinos e a&amp;#231;&amp;#227;o dos imigrantes estrangeiros na It&amp;#225;lia, o governo lan&amp;#231;ou este ano o projeto de lei chamado &amp;#8220;pacchetto sicurezza&amp;#8221;. Dentre as medidas do &amp;#8220;pacchetto&amp;#8221;, est&amp;#227;o as penas de seis meses a quatro anos de pris&amp;#227;o para o imigrante clandestino (clandestinidade agora &amp;#233; crime) e a expuls&amp;#227;o do estrangeiro condenado a dois ou mais anos de reclus&amp;#227;o (antes, o m&amp;#237;nimo era de dez anos). O cidad&amp;#227;o que alugar um im&amp;#243;vel a um estrangeiro sem visto de perman&amp;#234;ncia ter&amp;#225; a propriedade confiscada pelo governo. Maior fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o para casamentos entre italianos e estrangeiros: antes da oficializa&amp;#231;&amp;#227;o do matrim&amp;#244;nio, o casal precisar&amp;#225; de uma permiss&amp;#227;o que sair&amp;#225; ap&amp;#243;s dois anos de conviv&amp;#234;ncia, evitando assim os casamentos de conveni&amp;#234;ncia. Quanto &amp;#224;s transfer&amp;#234;ncias internacionais de dinheiro, as ag&amp;#234;ncias dever&amp;#227;o exigir a c&amp;#243;pia do documento de identidade italiano do cliente para n&amp;#227;o serem fechadas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No livro &amp;quot;Viaggio in un&amp;#8217;Italia diversa&amp;quot;, de Bruno Vespa, o presidente da C&amp;#226;mara dos Deputados Gianfranco Fini (Alleanza Nazionale) defendeu uma maior facilita&amp;#231;&amp;#227;o nos processos de visto de perman&amp;#234;ncia para os clandestinos com trabalho e sem problemas com a Justi&amp;#231;a italiana. Segundo Fini, &amp;#233; o &amp;#250;nico modo para evitar perip&amp;#233;cias in&amp;#250;teis dos clandestinos para conseguirem um visto de ingresso na It&amp;#225;lia. O presidente da C&amp;#226;mera se refere aos estrangeiros como a brasileira R.S. (36), que entrou na It&amp;#225;lia como turista (tempo de perman&amp;#234;ncia m&amp;#225;ximo permitido &amp;#233; de tr&amp;#234;s meses), onde mora clandestinamente j&amp;#225; h&amp;#225; um ano. R.S. trabalha sem carteira assinada como faxineira e bab&amp;#225; para algumas fam&amp;#237;lias italianas e divide apartamento com outros dois estrangeiros na mesma condi&amp;#231;&amp;#227;o dela. Com o dinheiro arrecadado pela brasileira (1.200 euros), ela sustenta os seus tr&amp;#234;s filhos no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.oriundi.net/imgs/red2.jpg" width="208" height="137" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Provenientes do Leste Europeu, &amp;#193;frica, Am&amp;#233;rica Latina e &amp;#193;sia, imigrantes estrangeiros chegam a It&amp;#225;lia, muitos sem falar a l&amp;#237;ngua local, e se inserem nos problemas sociais enfrentados pelo pa&amp;#237;s em tempos de crise&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Envio, todos os meses, oitocentos euros para casa&amp;#8221;, conta. Um dos patr&amp;#245;es de R.S. deu entrada no processo de visto de trabalho da funcion&amp;#225;ria sete meses atr&amp;#225;s, mas a brasileira ainda n&amp;#227;o obteve uma resposta das autoridades italianas. Enquanto aguarda o visto, R.S. planeja o futuro: &amp;#8220;uma vez com meus documentos italianos, vou fazer um curso de enfermagem. Quero buscar uma profiss&amp;#227;o que me d&amp;#234; uma vida digna&amp;#8221; - preconiza.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O equatoriano P.G. (30) chegou na It&amp;#225;lia em 2005. Sem falar italiano nem conhecer ningu&amp;#233;m, viu-se desempregado e passou a se prostituir em uma sauna gay. Em uma noite, j&amp;#225; chegou a fazer quatorze programas. &amp;#8220;Um recorde na sauna em que trabalho&amp;#8221;, conta. Recebe, em m&amp;#233;dia, quatro mil euros por m&amp;#234;s e paga quinhentos euros ao dono da sauna para dormir em um quarto com outras cinco pessoas. No Equador, somente uma de suas irm&amp;#227;s conhece a sua atividade na It&amp;#225;lia. P.G. reclama da solid&amp;#227;o de sua vida clandestina. &amp;#8220;N&amp;#227;o possuo amigos e quando vou &amp;#224; rua, me sinto julgado pelos desconhecidos &amp;#224; minha volta&amp;#8221;, desabafa. O equatoriano sonha com o retorno ao seu pa&amp;#237;s de origem, mas tem medo de voltar e ficar sem emprego. &amp;#8220;Pretendo juntar dinheiro para n&amp;#227;o voltar com uma m&amp;#227;o na frente e outra atr&amp;#225;s&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Margit Nagy deixou a Hungria h&amp;#225; nove anos. Entrou como turista, quando a Hungria ainda n&amp;#227;o fazia parte da Uni&amp;#227;o Europ&amp;#233;ia (ingressou em 2003). Por tr&amp;#234;s anos, permaneceu na It&amp;#225;lia como clandestina. Na ocasi&amp;#227;o, dirigiu um Centro de Est&amp;#233;tica sem possuir a documenta&amp;#231;&amp;#227;o italiana. Teve a carteira assinada quando trabalhou como dom&amp;#233;stica para uma empresa de limpeza e, mais tarde, em uma creche. Agora, casada e com a cidadania italiana, n&amp;#227;o consegue emprego. &amp;#8220;Achei que com a minha cidadania, conseguiria um trabalho, mas n&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o f&amp;#225;cil. S&amp;#243; consigo &amp;#8220;bicos&amp;#8221;, reclama.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A nigeriana Thomas Esther (38) tamb&amp;#233;m entrou na It&amp;#225;lia como turista, em 1990, e ficou clandestinamente. Sem os documentos italianos, fez &amp;#8220;bicos&amp;#8221; como faxineira e gar&amp;#231;onete, ganhando o suficiente para sobreviver. No in&amp;#237;cio, passou por dificuldades por n&amp;#227;o falar italiano e ser clandestina em uma It&amp;#225;lia ainda desacostumada com a imigra&amp;#231;&amp;#227;o africana. &amp;#8220;A vida foi muito dif&amp;#237;cil para todos os negros dos anos 90. Fomos os primeiros a chegar aqui. No &amp;#244;nibus, as senhoras, antes de se sentarem, limpavam os bancos quando se levantava um negro&amp;#8221;, conta. O visto de perman&amp;#234;ncia da nigeriana chegou quatro anos depois quando ela se casou com um italiano, com quem teve tr&amp;#234;s filhos. Hoje, possui uma loja de produtos aliment&amp;#237;cios importados. &amp;#8220;Estou bem agora. Trabalhei muito, fiz muitos cursos e depois preferi voltar &amp;#224;s minhas origens. Trabalho em uma galeria cheia de estrangeiros e vendo produtos do mundo inteiro&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esther n&amp;#227;o esqueceu dos momentos de dificuldade vividos na It&amp;#225;lia e ajuda muitos estrangeiros que n&amp;#227;o tiveram a sua mesma sorte dando abrigo e bons conselhos. Aos estrangeiros que sonham em morar na It&amp;#225;lia, ela adverte &amp;#8220;&amp;#201; preciso se preparar para o futuro, porque depois se chegar&amp;#225; aos 60 anos. N&amp;#227;o d&amp;#225; para trabalhar como gar&amp;#231;onete a vida inteira ou sonhar com o pr&amp;#237;ncipe encantado italiano. Quem chega aqui sem instru&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o consegue nada. Se n&amp;#227;o tiver uma profiss&amp;#227;o, venha com a id&amp;#233;ia de estudar e seguir uma carreira&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:maraorocha@yahoo.com.br"&gt;maraorocha@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.oriundi.net/"&gt;Reda&amp;#231;&amp;#227;o revista eletr&amp;#244;nica Oriundi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6308778564566132845?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6308778564566132845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6308778564566132845&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6308778564566132845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6308778564566132845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/10/desemprego-e-falta-de-oportunidades-as.html' title='Desemprego e falta de oportunidades: as queixas de imigrantes estrangeiros na Itália'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8421219132582052734</id><published>2008-10-25T13:25:00.001-02:00</published><updated>2008-10-25T13:25:19.438-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise dos Alimentos / Fome'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>A relação entre as finanças e a economia da produção e do consumo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a&gt;Mat&amp;#233;ria da Editoria:&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a&gt;Economia&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;a&gt;25/10/2008&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PAUL SINGER&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para superar a crise financeira e impedir que ela lance a economia real em recess&amp;#227;o, &amp;#233; essencial que o cr&amp;#233;dito seja restaurado, o que possivelmente exigir&amp;#225; uma interven&amp;#231;&amp;#227;o efetiva do poder p&amp;#250;blico nos bancos. Se os governos n&amp;#227;o fizerem isso, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que o dinheiro p&amp;#250;blico injetado nos bancos seja entesourado, porque &amp;#233; o que todos os agentes privados fazem enquanto o p&amp;#226;nico perdura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Paul Singer&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a&gt;Data: 23/10/2008&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;O mist&amp;#233;rio do interrelacionamento entre as finan&amp;#231;as e a economia da produ&amp;#231;&amp;#227;o e do consumo&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&amp;#201; nos momentos de crise financeira que a opini&amp;#227;o p&amp;#250;blica se volta a este tema: como se interrelacionam o mundo financeiro com suas vicissitudes especulativas e o mundo da produ&amp;#231;&amp;#227;o e consumo de valores de uso. S&amp;#227;o dois mundos distintos: no primeiro circulam valores monet&amp;#225;rios denominados genericamente de ativos porque s&amp;#227;o cr&amp;#233;ditos, a cada um dos quais corresponde um d&amp;#233;bito (ou passivo); no segundo circulam bens e servi&amp;#231;os que satisfazem necessidades de seres humanos, que por isso se disp&amp;#245;em a pagar para adquiri-los. Estes bens e servi&amp;#231;os s&amp;#227;o mercadorias &amp;#8211; produtos do trabalho humano destinados &amp;#224; venda, &amp;#224; troca por dinheiro - e neste sentido tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o valores monet&amp;#225;rios. A diferen&amp;#231;a entre ativos e mercadorias &amp;#233; que os primeiros s&amp;#227;o valores virtuais, isto &amp;#233;, n&amp;#227;o satisfazem qualquer necessidade diretamente, ao passo que os &amp;#250;ltimos s&amp;#227;o valores reais, prontos para serem utilizados ou consumidos.     &lt;br /&gt;As finan&amp;#231;as prestam servi&amp;#231;os &amp;#224; economia real: recebem em dep&amp;#243;sito a poupan&amp;#231;a de fam&amp;#237;lias e empresas (sem falar dos governos) e lhes oferecem empr&amp;#233;stimos. Servi&amp;#231;os financeiros s&amp;#227;o basicamente de intermedia&amp;#231;&amp;#227;o entre fam&amp;#237;lias e empresas que t&amp;#234;m poupan&amp;#231;as e outras que necessitam de dinheiro. As finan&amp;#231;as recolhem o dinheiro sobrante das primeiras e o emprestam &amp;#224;s &amp;#250;ltimas. Mas, sua atividade principal &amp;#233; emprestar a governos e empresas para que possam fazer investimentos. Embora as compras a prazo dos consumidores sejam importantes &amp;#8211; sobretudo o cr&amp;#233;dito hipotec&amp;#225;rio - a maior parte dos ativos se destina a financiar investimentos do poder p&amp;#250;blico e das empresas capitalistas, sobretudo de grande porte.     &lt;br /&gt;Al&amp;#233;m disso, boa parte da poupan&amp;#231;a captada pelas finan&amp;#231;as s&amp;#227;o delas mesmas. A atividade financeira expandiu-se acentuadamente nos &amp;#250;ltimos dec&amp;#234;nios de globaliza&amp;#231;&amp;#227;o e neo-liberalismo, usufruindo de lucros extraordin&amp;#225;rios, parte dos quais alimentam as remunera&amp;#231;&amp;#245;es milion&amp;#225;rias dos altos executivos financeiros. Uma parte crescente do capital total da economia capitalista globalizada gira no mundo financeiro e nas fases de alta dos ciclos de conjuntura usufrui de ineg&amp;#225;vel hipertrofia.     &lt;br /&gt;S&amp;#227;o muitas as modalidades de empr&amp;#233;stimos praticados pelas finan&amp;#231;as: dep&amp;#243;sitos banc&amp;#225;rios, t&amp;#237;tulos negociados em Bolsas de Valores, emiss&amp;#245;es de t&amp;#237;tulos por governos, grandes empresas, companhias de seguros (ap&amp;#243;lices), emiss&amp;#227;o de cart&amp;#245;es de cr&amp;#233;dito e de d&amp;#233;bito e assim por diante. O que efetivamente importa &amp;#233; que os intermedi&amp;#225;rios podem emprestar mais dinheiro do que captaram do p&amp;#250;blico ou de outros intermedi&amp;#225;rios. Eles podem fazer isso porque gozam de cr&amp;#233;dito por parte do p&amp;#250;blico que aceita em pagamento os ativos avalizados por bancos. &amp;#201; assim que funcionam os cheques e os cart&amp;#245;es eletr&amp;#244;nicos: s&amp;#227;o ordens de pagamento que o cliente do banco emite para que determinadas d&amp;#237;vidas, que ele faz junto a lojas, restaurantes etc., sejam pagas pelo seu banco. A grande maioria das transa&amp;#231;&amp;#245;es dos agentes da economia real &amp;#233; liquidada por meio de instrumentos chamados meios de pagamento emitidos por bancos. S&amp;#243; transa&amp;#231;&amp;#245;es de pouco valor s&amp;#227;o liquidadas por meio da moeda oficial emitida pela Autoridade Monet&amp;#225;ria, que pode ser o Banco Central ou o Tesouro do governo nacional.     &lt;br /&gt;Os bancos ganham dinheiro fazendo empr&amp;#233;stimos, pelos quais cobram juros. Os servi&amp;#231;os que prestam aos depositantes s&amp;#243; lhes d&amp;#227;o despesas. Os bancos precisam dos dep&amp;#243;sitos porque eles constituem o lastro dos empr&amp;#233;stimos que fazem. O Banco Central exige que os bancos comerciais mantenham um encaixe m&amp;#237;nimo que serve para cobrir os saques dos depositantes. Os prestat&amp;#225;rios (que recebem os empr&amp;#233;stimos) sacam rapidamente os valores acrescentados aos seus saldos para pagar os fornecedores de equipamentos, instala&amp;#231;&amp;#245;es, mat&amp;#233;rias primas etc. que s&amp;#227;o os elementos materiais de seus investimentos. Os fornecedores, por sua vez, depositam imediatamente o dinheiro recebido em seus bancos, quando o dinheiro n&amp;#227;o &amp;#233; transferido diretamente para suas contas. O que significa que o dinheiro utilizado pelos agentes da economia real para liquidar transa&amp;#231;&amp;#245;es entre eles circula incessantemente entre os bancos, ou seja, no &amp;#226;mbito financeiro.     &lt;br /&gt;Quando todos os bancos, no af&amp;#227; de ganhar mais, ampliam os empr&amp;#233;stimos a agentes da economia real, os dep&amp;#243;sitos de todos eles aumentam. O efeito importante &amp;#233; sobre a economia real, que se expande na medida em que os investimentos crescem, o que ocasiona a amplia&amp;#231;&amp;#227;o do emprego, da produ&amp;#231;&amp;#227;o e do consumo. A expans&amp;#227;o da economia real se auto-alimenta na medida em que desempregados conseguem trabalho, os gastos do p&amp;#250;blico aumentam, o que suscita mais investimentos, mais emprego e mais produ&amp;#231;&amp;#227;o.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;O ciclo de conjuntura&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;A fase de alta do ciclo se origina mais frequentemente na economia real do que no &amp;#226;mbito financeiro. Ela &amp;#233; desencadeada geralmente por inova&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas de grande impacto sobre a produ&amp;#231;&amp;#227;o e/ou consumo ou por mudan&amp;#231;as institucionais, como a instaura&amp;#231;&amp;#227;o de sistemas de previd&amp;#234;ncia social, de assist&amp;#234;ncia &amp;#224; sa&amp;#250;de ou de transfer&amp;#234;ncia de rendimentos &amp;#224; popula&amp;#231;&amp;#227;o mais pobre. A realiza&amp;#231;&amp;#227;o de inova&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas exige investimentos vultosos, o que eleva as demandas de financiamento por parte das empresas. O mesmo se d&amp;#225; quando iniciativas governamentais de redistribui&amp;#231;&amp;#227;o de renda elevam os gastos de consumo de amplos setores da sociedade, o que tamb&amp;#233;m requer investimentos para amplia&amp;#231;&amp;#227;o da capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o dos bens e servi&amp;#231;os consumidos por aqueles setores.     &lt;br /&gt;O crescimento da demanda por empr&amp;#233;stimos normalmente evoca resposta favor&amp;#225;vel das finan&amp;#231;as, que farejam oportunidades para bons neg&amp;#243;cios. &amp;#201; conhecida a tend&amp;#234;ncia dos intermedi&amp;#225;rios financeiros de agir como rebanhos: quando a alta c&amp;#237;clica da economia real acontece, todos os banqueiros se entusiasmam, convictos de que os riscos de que os empr&amp;#233;stimos deixem de ser pagos tornaram-se insignificantes. Na medida em que as expectativas otimistas se revelam verdadeiras &amp;#8211; os financiamentos s&amp;#227;o pagos pontualmente &amp;#8211; o entusiasmo cresce at&amp;#233; se tornar euforia. Microempresas, incapazes de oferecer garantias reais normalmente exigidas, acabam por receber empr&amp;#233;stimos em fun&amp;#231;&amp;#227;o do seu potencial, representado algumas vezes por n&amp;#227;o muito mais do que uma boa id&amp;#233;ia.     &lt;br /&gt;A euforia &amp;#233; contagiante. Ela pode ter come&amp;#231;ado na economia real e contaminado as finan&amp;#231;as ou vice-versa. Seja como for, enquanto o potencial das inova&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas ou das mudan&amp;#231;as institucionais n&amp;#227;o estiver esgotado, a fase de alta do ciclo se eleva cada vez mais, gra&amp;#231;as &amp;#224; intera&amp;#231;&amp;#227;o simbi&amp;#243;tica das finan&amp;#231;as com a economia real. At&amp;#233; que ela bate num teto. Este pode ter por causa o esgotamento da capacidade de expans&amp;#227;o da oferta de mercadorias, por falta de m&amp;#227;o-de-obra ou de oferta de energia ou de capacidade de transporte e armazenagem ou de tudo isso em conjunto.     &lt;br /&gt;Outra origem do teto para a alta pode ser o esgotamento da necessidade das mercadorias cuja produ&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; em perene acelera&amp;#231;&amp;#227;o. Este foi o caso da bolha imobili&amp;#225;ria, que est&amp;#225; na origem da atual crise financeira. A demanda por habita&amp;#231;&amp;#227;o costuma ser grande, mas certamente n&amp;#227;o &amp;#233; infinita. A alta da atividade de constru&amp;#231;&amp;#227;o tem elevado poder de irradia&amp;#231;&amp;#227;o por toda economia, na medida em que ela implica em procura crescente por material de constru&amp;#231;&amp;#227;o, equipamentos e m&amp;#227;o-de-obra, al&amp;#233;m de mob&amp;#237;lia, eletrodom&amp;#233;sticos, objetos de decora&amp;#231;&amp;#227;o etc., etc.. Como a constru&amp;#231;&amp;#227;o de casas e pr&amp;#233;dios &amp;#233; relativamente prolongada, quando o esgotamento da demanda se torna manifesto, a quantidade de constru&amp;#231;&amp;#245;es em andamento est&amp;#225; no auge. Interromp&amp;#234;-las pode ser extremamente custoso, mas lev&amp;#225;-las a cabo implica em mais investimentos numa mercadoria que provavelmente se tornar&amp;#225; invend&amp;#225;vel, a n&amp;#227;o ser por um pre&amp;#231;o muito abaixo do custo.     &lt;br /&gt;O estouro duma bolha imobili&amp;#225;ria atinge em cheio as finan&amp;#231;as porque im&amp;#243;veis s&amp;#227;o objetos privilegiados para a especula&amp;#231;&amp;#227;o, particularmente porque os investimentos parecem protegidos por elevada garantia material, qual seja, os pr&amp;#243;prios im&amp;#243;veis. Uma parte da intermedia&amp;#231;&amp;#227;o financeira se especializa no financiamento hipotec&amp;#225;rio e quando a bolha atinge seu apogeu este setor atrai enorme quantidade de dinheiro, parte do qual &amp;#233; investida na especula&amp;#231;&amp;#227;o fundi&amp;#225;ria. Quando finalmente a oferta de resid&amp;#234;ncias ultrapassa a demanda solv&amp;#225;vel, o pre&amp;#231;o tanto dos terrenos como das constru&amp;#231;&amp;#245;es despenca, acarretando grandes preju&amp;#237;zos n&amp;#227;o s&amp;#243; aos investidores, mas tamb&amp;#233;m &amp;#224;s institui&amp;#231;&amp;#245;es que os financiam. No caso da atual crise financeira, a peculiaridade &amp;#233; que, durante a alta, institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras fizeram empr&amp;#233;stimos &amp;#224; popula&amp;#231;&amp;#227;o de baixa renda, que implicam riscos maiores do que os normais. Por isso os t&amp;#237;tulos de cr&amp;#233;dito destas opera&amp;#231;&amp;#245;es recebem a classifica&amp;#231;&amp;#227;o de subprime, o que significa algo como &amp;#8220;abaixo dos melhores&amp;#8221;.     &lt;br /&gt;Para poder vender estes t&amp;#237;tulos ao p&amp;#250;blico sem des&amp;#225;gio, as institui&amp;#231;&amp;#245;es os empacotaram com outros t&amp;#237;tulos de risco considerado menor, numa manobra conhecida como de dilui&amp;#231;&amp;#227;o de riscos. A opera&amp;#231;&amp;#227;o aparentemente foi um sucesso: t&amp;#237;tulos no valor de muitos bilh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares foram incorporados &amp;#224;s carteiras de ativos de numerosos bancos de investimento, n&amp;#227;o s&amp;#243; dos Estados Unidos, mas tamb&amp;#233;m da Europa. Quando o ciclo imobili&amp;#225;rio entrou em baixa, o pre&amp;#231;o das resid&amp;#234;ncias e o aluguel das mesmas sofreram forte queda, tornando desproporcionalmente onerosa a d&amp;#237;vida assumida por milh&amp;#245;es de fam&amp;#237;lias pobres. Em outras palavras, o preju&amp;#237;zo causado pelo estouro da bolha foi colocado sobre os ombros de quem menos podia suport&amp;#225;-lo. Os devedores deixaram de honrar suas d&amp;#237;vidas, arriscando-se a perder suas casas e apartamentos, cada vez mais desvalorizados. Desta maneira o preju&amp;#237;zo bilion&amp;#225;rio da crise imobili&amp;#225;ria voltou ao colo dos especuladores financeiros, que se mostraram igualmente incapazes de suport&amp;#225;-lo. Um grande banco estadunidense faliu e diversos outros foram provisoriamente estatizados, tanto na Am&amp;#233;rica do Norte como na Europa.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Crises que se originam no &amp;#226;mbito financeiro&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;H&amp;#225; crises que se originam no pr&amp;#243;prio setor financeiro, sem envolver inicialmente a economia real. Uma crise deste tipo ocorreu em 2000, nos Estados Unidos, por ocasi&amp;#227;o da grande euforia ocasionada pela cria&amp;#231;&amp;#227;o da Internet e a conseq&amp;#252;ente revela&amp;#231;&amp;#227;o de suas ineg&amp;#225;veis potencialidades. A cria&amp;#231;&amp;#227;o de empresas de inform&amp;#225;tica muito lucrativas e capazes de expans&amp;#227;o fulminante provocou uma corrida nas Bolsas de Valores por a&amp;#231;&amp;#245;es de firmas em setores de alta tecnologia. As a&amp;#231;&amp;#245;es passaram a se valorizar cada vez mais, proporcionando ganhos milion&amp;#225;rios aos especuladores institucionais &amp;#8211; fundos de investimento, fundos de pens&amp;#227;o, companhias de seguro etc. &amp;#8211; e tamb&amp;#233;m a um crescente n&amp;#250;mero de pessoas f&amp;#237;sicas, que passaram a arriscar suas economias neste jogo.     &lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Federal Reserve&lt;/i&gt; &amp;#8211; o banco central dos Estados Unidos &amp;#8211; resolveu intervir para deter a bolha, certamente para limitar as perdas quando seu inevit&amp;#225;vel estouro tivesse lugar. Para tanto, o Federal Reserve come&amp;#231;ou a elevar paulatinamente a taxa oficial de juros, encarecendo deliberadamente o cr&amp;#233;dito em geral. Esta a&amp;#231;&amp;#227;o levou meses, at&amp;#233; que a taxa de juros para investimento praticamente &amp;#8216;sem risco&amp;#8217; chegasse a um patamar que levasse investidores a preferir aplica&amp;#231;&amp;#245;es a juros em lugar de comprar a&amp;#231;&amp;#245;es, cujo rendimento depende da lucratividade da firma que as emite. A partir deste momento o volume de recursos aplicados em a&amp;#231;&amp;#245;es come&amp;#231;ou a diminuir, o que fez com que os seus pre&amp;#231;os passassem a crescer cada vez menos. Subitamente, o humor dos especuladores mudou inteiramente e um n&amp;#250;mero cada vez maior deles come&amp;#231;ou a vender suas a&amp;#231;&amp;#245;es, tendo em vista aplicar o dinheiro em outros ativos. O que causou uma d&amp;#233;b&amp;#226;cle nas Bolsas, n&amp;#227;o s&amp;#243; dos EUA, mas tamb&amp;#233;m do resto do mundo, com queda vertical das cota&amp;#231;&amp;#245;es.     &lt;br /&gt;Os preju&amp;#237;zos dos intermedi&amp;#225;rios financeiros foram enormes, com a perda de trilh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares no valor das empresas. Ficou evidente que as cota&amp;#231;&amp;#245;es haviam atingido n&amp;#237;veis muito maiores do que a lucratividade destas empresas justificaria. O Federal Reserve imediatamente inverteu sua pol&amp;#237;tica, passando a reduzir tamb&amp;#233;m paulatinamente a taxa de juros, para tentar evitar que a crise das bolsas afetasse a economia real. Mas, apesar da not&amp;#225;vel agilidade do &lt;i&gt;Federal Reserve&lt;/i&gt;, a economia real estadunidense entrou em recess&amp;#227;o. O &lt;i&gt;d&amp;#233;b&amp;#226;cle&lt;/i&gt; dos mercados de a&amp;#231;&amp;#245;es ocasionou fortes perdas aos fundos, cujos investidores passaram a conter seus gastos, o mesmo acontecendo com os milh&amp;#245;es de particulares que arriscaram suas economias no jogo especulativo. E o cr&amp;#233;dito mais restrito e caro tamb&amp;#233;m impediu que muitos investimentos planejados fossem executados.     &lt;br /&gt;A queda na demanda dos consumidores e na realiza&amp;#231;&amp;#227;o de investimentos causou uma queda na atividade econ&amp;#244;mica, que foi enfrentada pela Autoridade Monet&amp;#225;ria mediante inje&amp;#231;&amp;#245;es de dinheiro, que ajudaram a financiar o setor imobili&amp;#225;rio. A recess&amp;#227;o de 2000/2001, agravada pelo ataque &amp;#224;s Torres G&amp;#234;meas de Nova Iorque, foi superada pela persistente alta dos pre&amp;#231;os dos im&amp;#243;veis e a expans&amp;#227;o da atividade construtiva, que constitui o pano de fundo da crise financeira come&amp;#231;ada em 2007 e que atualmente (2008) come&amp;#231;a a afetar a economia real estadunidense e europ&amp;#233;ia.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;O inter-relacionamento entre as finan&amp;#231;as e a economia real&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Historicamente, as finan&amp;#231;as modernas surgiram desde o s&amp;#233;culo XIV, na Europa Ocidental para financiar os governos mon&amp;#225;rquicos, principalmente suas guerras e suas alian&amp;#231;as matrimoniais. Em muitos pa&amp;#237;ses, os primeiros bancos eram oficiais, possu&amp;#237;dos por autoridades nacionais ou locais. No Brasil, nosso primeiro banco foi criado por D.Jo&amp;#227;o VI no in&amp;#237;cio do s&amp;#233;culo XIX e permaneceu sob controle do governo imperial at&amp;#233; a Proclama&amp;#231;&amp;#227;o da Rep&amp;#250;blica, sendo a cria&amp;#231;&amp;#227;o de bancos privados mal tolerada pelo poder p&amp;#250;blico.     &lt;br /&gt;A conhecida propens&amp;#227;o das finan&amp;#231;as entrarem em crise, como vimos acima, provoca praticamente sempre uma forte interven&amp;#231;&amp;#227;o estatal no setor, tendo em vista preservar a normalidade dos neg&amp;#243;cios financeiros e muitas vezes com o prop&amp;#243;sito expl&amp;#237;cito de proteger a economia real das emana&amp;#231;&amp;#245;es destrutivas da crise financeira. Em diversos pa&amp;#237;ses, todos os intermedi&amp;#225;rios financeiros chegaram a ser estatizados e ficaram nesta condi&amp;#231;&amp;#227;o por anos, at&amp;#233; que algum governo resolveu reprivatiz&amp;#225;-los..     &lt;br /&gt;Sem considerar o papel do Estado &amp;#233; imposs&amp;#237;vel compreender o inter-relacionamento entre as finan&amp;#231;as e a economia real. Atualmente, as finan&amp;#231;as de cada pa&amp;#237;s s&amp;#227;o constitu&amp;#237;das majoritariamente por entidades privadas, mas sob controle e fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o do Banco Central. As finan&amp;#231;as s&amp;#227;o quase sempre dominadas por um n&amp;#250;mero reduzido de grandes entidades, que constituem complexos financeiros com atua&amp;#231;&amp;#227;o em quase todas modalidades financeiras, desde os bancos de varejo e os bancos de investimento atacadistas (que lidam apenas com grandes inversores) at&amp;#233; as companhias de seguro, os fundos de investimentos, as companhias de cart&amp;#245;es eletr&amp;#244;nicos etc..     &lt;br /&gt;Com o advento da globaliza&amp;#231;&amp;#227;o financeira, produto da abertura total da circula&amp;#231;&amp;#227;o dos capitais sobre as fronteiras nacionais de numerosos pa&amp;#237;ses, o poder do Estado nacional sobre as finan&amp;#231;as foi consideravelmente erodido, porque se algum governo nacional vier a tomar medidas que contrariem os interesses das firmas financeiras privadas, ele se defrontaria imediatamente com forte fuga de capitais para para&amp;#237;sos fiscais, que lhes garantem liberdade total de a&amp;#231;&amp;#227;o a custo muito baixo. Para que os governos nacionais possam recuperar o controle sobre o capital financeiro, a primeira medida teria que ser o restabelecimento do controle sobre a movimenta&amp;#231;&amp;#227;o internacional dos capitais privados.     &lt;br /&gt;A economia real tamb&amp;#233;m &amp;#233; dominada por um punhado de transnacionais de grande porte. Para n&amp;#227;o ter de se submeter aos complexos financeiros, estas firmas criaram seus pr&amp;#243;prios bra&amp;#231;os financeiros, semelhantes aos complexos financeiros independentes. As estruturas das finan&amp;#231;as e da economia real se assemelham, sobretudo em seus aspectos oligop&amp;#243;licos e transnacionais. Mas, a economia real &amp;#233; muito mais diversificada e &amp;#233; composta por um n&amp;#250;mero muito maior de empreendimentos de pequeno porte do que o setor financeiro. Por isso, na maior parte dos pa&amp;#237;ses, a interven&amp;#231;&amp;#227;o do Estado na economia real &amp;#233; mais dispersa e muito mais diversificada, consistindo em geral na concess&amp;#227;o de incentivos e imposi&amp;#231;&amp;#227;o de proibi&amp;#231;&amp;#245;es de atividades que violam a concorr&amp;#234;ncia, os direitos dos trabalhadores ou a preserva&amp;#231;&amp;#227;o de recursos naturais n&amp;#227;o renov&amp;#225;veis.     &lt;br /&gt;A economia real &amp;#233; inst&amp;#225;vel e imprevis&amp;#237;vel por causa da aus&amp;#234;ncia de qualquer tentativa de coordena&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o e do consumo, distribu&amp;#237;dos hoje em dia por milhares de mercados distintos. Tentativas de coordenar as a&amp;#231;&amp;#245;es de todas as empresas de determinado setor s&amp;#227;o consideradas forma&amp;#231;&amp;#227;o de cartel e portanto amea&amp;#231;as &amp;#224; competi&amp;#231;&amp;#227;o, o que &amp;#233; pun&amp;#237;vel por lei. Decis&amp;#245;es devem ser tomadas isoladamente por cada empresa, para que a competi&amp;#231;&amp;#227;o nos diversos mercados seja livre.     &lt;br /&gt;Para tornar a economia real mais est&amp;#225;vel e previs&amp;#237;vel a carteliza&amp;#231;&amp;#227;o de determinados ramos deveria ser n&amp;#227;o s&amp;#243; permitida, mas fomentada e controlada pelo poder p&amp;#250;blico, para tornar as decis&amp;#245;es estrat&amp;#233;gicas das empresas mutuamente congruentes e portanto mais eficazes. O controle p&amp;#250;blico teria por objetivo impedir que o ganho de efici&amp;#234;ncia seja apoderado apenas pelo segmento mais forte, mas compartilhado com todas as empresas da cadeia produtiva e com os consumidores dos produtos.     &lt;br /&gt;A instabilidade e imprevisibilidade do mundo financeiro s&amp;#227;o, em certa medida, reflexos destas caracter&amp;#237;sticas da economia real. Mas, no mundo financeiro a imprevisibilidade &amp;#233; condi&amp;#231;&amp;#227;o indispens&amp;#225;vel para que possa haver especula&amp;#231;&amp;#227;o, que constitui a raz&amp;#227;o de ser de parte consider&amp;#225;vel (Bolsas de Valores e de Mercadorias) deste mundo. Isso faz com que a instabilidade e a incerteza quanto ao futuro, nas finan&amp;#231;as, sejam muito maiores do que na economia real. Os ativos com que lidam as finan&amp;#231;as, s&amp;#227;o contratos a serem executados num futuro, que no capitalismo &amp;#233; inevitavelmente incerto.     &lt;br /&gt;Al&amp;#233;m disso, h&amp;#225; outra diferen&amp;#231;a entre as finan&amp;#231;as e a economia real que torna a instabilidade e imprevisibilidade muito maior no &amp;#226;mbito financeiro: &amp;#233; que este est&amp;#225; sujeito a ondas de otimismo ou pessimismo que arrastam o conjunto de operadores numa ou noutra dire&amp;#231;&amp;#227;o, maximizando ganhos e perdas sempre que o rebanho muda bruscamente de dire&amp;#231;&amp;#227;o. A especula&amp;#231;&amp;#227;o na economia real se funda mais em informa&amp;#231;&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas sobre determinados setores de produ&amp;#231;&amp;#227;o e consumo. Por isso, a economia real &amp;#233; menos propensa a se lan&amp;#231;ar inteira em ondas de otimismo ou pessimismo, provocadas por aprecia&amp;#231;&amp;#245;es apenas subjetivas.     &lt;br /&gt;A crise financeira, por tudo isso, pode ser considerada inevit&amp;#225;vel, pelo menos enquanto a desregula&amp;#231;&amp;#227;o das finan&amp;#231;as permanecer em vigor. A crise faz com que a presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os financeiros &amp;#224; economia real se contraia cada vez mais at&amp;#233; cessar ao todo, a partir do momento em que a crise alcan&amp;#231;a a maior parte dos bancos e demais intermedi&amp;#225;rios. O trancamento das fontes de cr&amp;#233;dito obriga as empresas que n&amp;#227;o disp&amp;#245;em de reservas l&amp;#237;quidas abundantes a suspender o pagamento de suas d&amp;#237;vidas e se a crise se prolongar elas acabam por falir. Os rombos deixados pelas falidas arrastam suas credoras &amp;#224; inadimpl&amp;#234;ncia por sua vez. Desta maneira, a crise financeira contamina a economia real, podendo lan&amp;#231;&amp;#225;-la em recess&amp;#227;o em pouco tempo.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ent&amp;#227;o, o que fazer?&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;Trata-se de circunscrever a crise financeira, num primeiro momento, para evitar que ela venha a paralisar a economia real. Uma eventual crise da economia real tem conseq&amp;#252;&amp;#234;ncias sociais e pol&amp;#237;ticas muito mais amplas porque ela come&amp;#231;a por lan&amp;#231;ar no desemprego e logo mais na mis&amp;#233;ria uma parcela substancial da sociedade. Uma crise da economia real &amp;#233; muito mais dif&amp;#237;cil de reverter por medidas de Estado, porque n&amp;#227;o basta recuperar a confian&amp;#231;a da popula&amp;#231;&amp;#227;o em determinadas institui&amp;#231;&amp;#245;es. Seria necess&amp;#225;rio criar novas atividades capazes de reinserir milh&amp;#245;es de pessoas na economia mediante pol&amp;#237;ticas de fomento e incentivo que somente poder&amp;#227;o ser definidas por um processo prolongado de tentativa e erro. A grande crise de 1929 levou uma d&amp;#233;cada para ser superada e mesmo assim gra&amp;#231;as ao &amp;#8220;aux&amp;#237;lio&amp;#8221; de uma guerra mundial.     &lt;br /&gt;Como a crise da economia real n&amp;#227;o aconteceu ainda e t&amp;#227;o pouco &amp;#233; fatal, partiremos do pressuposto de que &amp;#233; poss&amp;#237;vel preveni-la desde que sejam adotadas pol&amp;#237;ticas capazes de resolver em curto prazo a atual crise financeira e ao mesmo tempo lancem fundamentos de uma nova estrutura institucional capaz de evitar novas crises financeiras no futuro. Conv&amp;#233;m lembrar que o sistema monet&amp;#225;rio internacional implantado nos anos 1930, e consolidado e sistematizado na Confer&amp;#234;ncia de Bretton Woods em 1944, livrou o mundo de crises financeiras internacionais por mais de 40 anos.     &lt;br /&gt;Ao contr&amp;#225;rio da pol&amp;#237;tica do governo de Bush, que se disp&amp;#245;e a resgatar os bancos falidos comprando seus cr&amp;#233;ditos podres, e por isso sem valor, por pre&amp;#231;os que evitem a bancarrota gastando algo como 700 bilh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares do er&amp;#225;rio p&amp;#250;blico, o Estado deveria se apossar dos bancos falidos e s&amp;#243; ent&amp;#227;o reabilit&amp;#225;-los com recursos do tesouro. Se os governos n&amp;#227;o fizerem isso, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que o dinheiro p&amp;#250;blico injetado nos bancos seja entesourado, porque &amp;#233; o que todos os agentes privados fazem enquanto o p&amp;#226;nico perdura. Mas, para superar a crise financeira e impedir que ela lance a economia real em recess&amp;#227;o, &amp;#233; essencial que o cr&amp;#233;dito seja restaurado, o que possivelmente exigir&amp;#225; uma interven&amp;#231;&amp;#227;o efetiva do poder p&amp;#250;blico nos bancos.     &lt;br /&gt;Uma vez superada a crise, uma reformula&amp;#231;&amp;#227;o em profundidade das finan&amp;#231;as deveria ser pautada. H&amp;#225; bons argumentos a favor da estatiza&amp;#231;&amp;#227;o perene de todos os bancos que emitem os meios de pagamento do pa&amp;#237;s, n&amp;#227;o s&amp;#243; para preservar o meio circulante da especula&amp;#231;&amp;#227;o mas, sobretudo, para garantir os valores dos depositantes e fazer com que sejam aplicados onde s&amp;#227;o mais necess&amp;#225;rios do ponto de vista do interesse geral da sociedade. O que pode implicar numa governan&amp;#231;a participativa do novo sistema financeiro, com forte presen&amp;#231;a dos assalariados, trabalhadores da economia solid&amp;#225;ria, al&amp;#233;m dos setores empresariais de praxe.     &lt;br /&gt;Se as finan&amp;#231;as fossem todas colocadas sob um comando unificado, elas poderiam controlar a economia real inteira, impondo-lhe diretrizes sobre o que e quanto produzir e consumir, de forma semelhante ao que foi feito nos pa&amp;#237;ses do &amp;#8216;socialismo real&amp;#8217; no af&amp;#227; de planejar centralmente todas as atividades econ&amp;#244;micas. Este n&amp;#227;o &amp;#233; um modelo que permitiria a paulatina constru&amp;#231;&amp;#227;o duma economia socialista autogestion&amp;#225;ria. Em lugar dele algo como um parlamento econ&amp;#244;mico, composto por representantes eleitos dos diferentes modos de produ&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#8211; capitalismo, pequena produ&amp;#231;&amp;#227;o de mercadorias, economia solid&amp;#225;ria, economia p&amp;#250;blica local, regional e nacional etc.. &amp;#8211; certamente seria mais adequado.     &lt;br /&gt;Finalmente, o mercado de capitais teria de ser reformulado, tendo em vista n&amp;#227;o s&amp;#243; coibir a especula&amp;#231;&amp;#227;o, mas tamb&amp;#233;m reconstruir os la&amp;#231;os entre o investidor privado e o empreendimento em que ele &amp;#233; s&amp;#243;cio. Neste sentido, seria necess&amp;#225;rio retirar a presente &amp;#8220;liquidez&amp;#8221; dos investimentos, que hoje podem ser colocados numa firma e retirados depois num piscar de olhos e quase sem custos. Entre as id&amp;#233;ias que me ocorrem uma seria limitar o n&amp;#250;mero de s&amp;#243;cios de cada firma, de modo que seja poss&amp;#237;vel a cada um participar efetivamente da administra&amp;#231;&amp;#227;o da mesma, pelo menos na condi&amp;#231;&amp;#227;o de membro duma assembl&amp;#233;ia de acionistas com influ&amp;#234;ncia real sobre a empresa. S&amp;#243; assim, propostas de cogest&amp;#227;o de empresas por propriet&amp;#225;rios, empregados e representantes dos clientes p.ex. poderiam ser vi&amp;#225;veis.     &lt;br /&gt;(*) &lt;i&gt;Paul Singer &amp;#233; economista, Secret&amp;#225;rio Nacional de Economia Solid&amp;#225;ria &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15322&amp;amp;boletim_id=479&amp;amp;componente_id=8426&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8421219132582052734?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8421219132582052734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8421219132582052734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8421219132582052734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8421219132582052734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/10/relao-entre-as-finanas-e-economia-da.html' title='A relação entre as finanças e a economia da produção e do consumo'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1613040688627230915</id><published>2008-09-26T21:38:00.001-03:00</published><updated>2008-09-26T21:38:42.681-03:00</updated><title type='text'>Síntese de países</title><content type='html'>&lt;p&gt;O Mundo em s&amp;#237;ntese num &amp;#243;timo esquema informa&amp;#231;&amp;#245;es variadas de todos os pa&amp;#237;ses do Mundo voc&amp;#234; em com neste s&amp;#237;tio&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.ibge.gov.br/paisesat/"&gt;IBGE - Pa&amp;#237;ses@&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vale a pena conferir e consultar quando necess&amp;#225;rio.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1613040688627230915?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1613040688627230915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1613040688627230915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1613040688627230915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1613040688627230915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/09/sntese-de-pases.html' title='Síntese de países'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8597088134978908719</id><published>2008-09-17T17:04:00.001-03:00</published><updated>2008-09-17T17:04:19.165-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relevo/Geologia'/><title type='text'>O BRASIL TREME</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Pa&amp;#237;s sofre com terremotos em diversas regi&amp;#245;es - e j&amp;#225; investe em uma moderna rede de sism&amp;#243;grafos&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Cai por terra a velha teoria de que no Brasil, ainda que as coisas nem sempre andem bem, &amp;#8220;pelo menos n&amp;#227;o tem terremoto&amp;#8221;. Nos &amp;#250;ltimos dias, a natureza falou por si. E os cientistas apenas confirmaram: o solo brasileiro treme constantemente. No interior do planeta, na fronteira entre a crosta terrestre e os mantos de magma, h&amp;#225; placas tect&amp;#244;nicas que se encaixam como pe&amp;#231;as de um quebra-cabe&amp;#231;a. Em algumas &amp;#225;reas do globo, como &amp;#233; o caso do continente sul-americano, essas placas deslizam umas sobre as outras e essa dan&amp;#231;a gera um atrito t&amp;#227;o forte que empurra a crosta terrestre para cima, gerando terremotos. O resultado dessa &amp;#8220;dan&amp;#231;a&amp;#8221; espalhou p&amp;#226;nico entre moradores de cidades como Sobral, no Cear&amp;#225;, onde em apenas tr&amp;#234;s dias foram registrados 507 tremores de terra. &amp;#8220;A intensidade n&amp;#227;o foi alta (3,9 graus na escala americana Richter, que vai at&amp;#233; 9 graus), mas foi o suficiente para destelhar casas e fazer a popula&amp;#231;&amp;#227;o ir dormir nas ruas, em barracas e redes improvisadas&amp;#8221;, disse &amp;#224; ISTO&amp;#201; Lucas Vieira Barros, chefe do Observat&amp;#243;rio Sismol&amp;#243;gico da Universidade de Bras&amp;#237;lia (UnB), que controla 300 esta&amp;#231;&amp;#245;es sismol&amp;#243;gicas do Pa&amp;#237;s. Apesar de centenas dessas esta&amp;#231;&amp;#245;es monitorarem o solo brasileiro, a verdade &amp;#233; que os atuais equipamentos precisam ser modernizados para que possam alertar em tempo real a popula&amp;#231;&amp;#227;o sobre os poss&amp;#237;veis danos que os tremores possam causar &amp;#8211; &amp;#233; isso que fez a Petrobras investir R$ 20 milh&amp;#245;es no Observat&amp;#243;rio Nacional para a implanta&amp;#231;&amp;#227;o dos mais modernos equipamentos feitos na Su&amp;#237;&amp;#231;a e nos EUA. Ser&amp;#227;o ao todo 50 esta&amp;#231;&amp;#245;es do Sul ao Nordeste do Brasil. &amp;#8220;Entraremos no rol das na&amp;#231;&amp;#245;es desenvolvidas do ponto de vista de estudos geof&amp;#237;sicos&amp;#8221;, diz S&amp;#233;rgio Luiz Fontes, diretor do Observat&amp;#243;rio Nacional.    &lt;br /&gt;Nos &amp;#250;ltimos meses, o Brasil nunca tremeu tanto. O ge&amp;#243;logo Barros explica que as falhas geol&amp;#243;gicas que cruzam o solo do Pa&amp;#237;s geraram 30 sismos com magnitude acima de 5 graus. Os primeiros abalos registrados foram no ano de 1955, em Mato Grosso e no Esp&amp;#237;rito Santo. Depois disso, as maiores incid&amp;#234;ncias est&amp;#227;o no Cear&amp;#225; e no Rio Grande do Norte. Para evitar que um terremoto aconte&amp;#231;a sem que a popula&amp;#231;&amp;#227;o esteja preparada, como ocorreu em dezembro de 2007 na comunidade rural mineira de Cara&amp;#237;bas, onde uma crian&amp;#231;a morreu e dezenas de casas foram completamente destru&amp;#237;das, o Observat&amp;#243;rio Nacional ir&amp;#225; utilizar um moderno sism&amp;#243;grafo. Trata-se de um aparelho que usa sensores para registrar ondas s&amp;#237;smicas geradas no interior do Planeta, antes mesmo de chegar &amp;#224; superf&amp;#237;cie. Outra novidade ser&amp;#227;o os sistemas de posicionamento de sat&amp;#233;lites que conseguem mapear quaisquer movimentos horizontais da Terra. Por fim, as esta&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#227;o equipadas com grav&amp;#237;metros, para medir a acelera&amp;#231;&amp;#227;o da gravidade do globo terrestre.    &lt;br /&gt;A id&amp;#233;ia do projeto &amp;#233; que os dados sejam recebidos via sat&amp;#233;lite, de forma a ter &amp;#8220;quase em tempo real&amp;#8221; uma medida da atividade s&amp;#237;smica. &amp;#8220;Produziremos relat&amp;#243;rios quando houver tremores de maior magnitude, acima de 4 pontos na escala Richter&amp;#8221;, afirma Fontes. H&amp;#225;, no entanto, uma pedra no meio do caminho. Possivelmente o registro de sismos dever&amp;#225; ser ajustado para detectar abalos de menos de 4 graus de intensidade. &amp;#8220;Em locais onde as constru&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o prec&amp;#225;rias, 3 graus j&amp;#225; ser&amp;#227;o suficientes para causar rachaduras e queda de telhas&amp;#8221;, diz Barros. Esse ser&amp;#225; um dos detalhes que o Observat&amp;#243;rio Nacional ter&amp;#225; de revisar antes de colocar os equipamentos em opera&amp;#231;&amp;#227;o. Em 2009, as primeiras 11 esta&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#227;o instaladas em Linhares (ES), Canan&amp;#233;ia (SP), Tubar&amp;#227;o (SC), Vassouras e Angra dos Reis (RJ).&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;   &lt;p align="justify"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Revista Isto&amp;#233;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;br /&gt;Edi&amp;#231;&amp;#227;o 2001 - 12 DE MAR&amp;#199;O/2008&lt;/strong&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8597088134978908719?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8597088134978908719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8597088134978908719&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8597088134978908719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8597088134978908719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/09/o-brasil-treme.html' title='O BRASIL TREME'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-9025163331653829169</id><published>2008-09-17T17:02:00.001-03:00</published><updated>2008-09-17T17:02:27.655-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise dos Alimentos / Fome'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>OS BIOCOMBUSTÍVEIS, O ETANOL E A FOME NO MUNDO</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No primeiro caso, est&amp;#227;o as preocupa&amp;#231;&amp;#245;es de car&amp;#225;ter ambiental que derivam da crescente busca para a redu&amp;#231;&amp;#227;o de emiss&amp;#245;es de gases que aceleram o efeito estufa. Quanto aos governos, a seguran&amp;#231;a energ&amp;#233;tica relaciona-se com a redu&amp;#231;&amp;#227;o da depend&amp;#234;ncia da importa&amp;#231;&amp;#227;o de petr&amp;#243;leo, bem cada vez mais escasso e cujos principais pa&amp;#237;ses exportadores encontram-se em regi&amp;#245;es com freq&amp;#252;entes instabilidades pol&amp;#237;ticas. &amp;#201; nesse contexto que a experi&amp;#234;ncia brasileira no uso do &amp;#225;lcool derivado da cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car desperta a aten&amp;#231;&amp;#227;o mundial.    &lt;br /&gt;O Brasil est&amp;#225;, h&amp;#225; pelo menos tr&amp;#234;s d&amp;#233;cadas, na vanguarda da corrida dos biocombust&amp;#237;veis, em decorr&amp;#234;ncia n&amp;#227;o s&amp;#243; da enorme quantidade de terras e recursos h&amp;#237;dricos dispon&amp;#237;veis, como tamb&amp;#233;m por seu dom&amp;#237;nio tecnol&amp;#243;gico na produ&amp;#231;&amp;#227;o de cana, a mais importante das mat&amp;#233;rias-primas utilizadas para produzir a&amp;#231;&amp;#250;car, etanol e eletricidade de forma competitiva.     &lt;br /&gt;A decis&amp;#227;o dos governos dos Estados Unidos (EUA) e dos pa&amp;#237;ses da Uni&amp;#227;o Europ&amp;#233;ia (UE) em pelo menos duplicar o seu consumo de biocombust&amp;#237;veis nos pr&amp;#243;ximos anos n&amp;#227;o s&amp;#243; acirrou in&amp;#250;meros interesses, como tamb&amp;#233;m ensejou grandes pol&amp;#234;micas.     &lt;br /&gt;Uma das principais pol&amp;#234;micas &amp;#233; aquela que discute o impacto que o crescimento das culturas agr&amp;#237;colas ligadas &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de biocombust&amp;#237;veis causariam &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de alimentos. De in&amp;#237;cio deve-se ressaltar que a import&amp;#226;ncia dos combust&amp;#237;veis de origem agr&amp;#237;cola no mercado global de energia &amp;#233; pequena, visto n&amp;#227;o representarem mais do que 1% da produ&amp;#231;&amp;#227;o de combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis.     &lt;br /&gt;Mas, o crescente impacto do boom agroenerg&amp;#233;tico tem afetado, de forma mais ou menos significativa, certos mercados agr&amp;#237;colas, especialmente o do milho, a principal mat&amp;#233;ria prima usada para produ&amp;#231;&amp;#227;o de etanol nos EUA. A produ&amp;#231;&amp;#227;o norte-americana do etanol j&amp;#225; consome cerca de 20% do milho produzido no pa&amp;#237;s e esta cultura vem avan&amp;#231;ando gradativamente sobre &amp;#225;reas de outros plantios, especialmente os dedicados &amp;#224; soja. Isso tem ocasionado aumento dos pre&amp;#231;os de certos produtos agr&amp;#237;colas e causado desequil&amp;#237;brios na estrutura dos mercados agropecu&amp;#225;rios (especialmente os de ra&amp;#231;&amp;#245;es), al&amp;#233;m de afetar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es (os EUA s&amp;#227;o os maiores exportadores mundiais).     &lt;br /&gt;J&amp;#225; o impacto da expans&amp;#227;o da agroenergia nos mercados agr&amp;#237;colas &amp;#233; muito menor em pa&amp;#237;ses como o Brasil, que produzem &amp;#225;lcool a partir da cana. Mais eficiente que o milho ou qualquer outra cultura agr&amp;#237;cola, a produtividade da cana &amp;#233; duas vezes maior que a do milho e seu custo de produ&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; 30% menor.     &lt;br /&gt;Do total de terras ar&amp;#225;veis do Brasil (aproximadamente 340 milh&amp;#245;es de hectares), cerca de 2,0% s&amp;#227;o usadas para o cultivo de cana, metade delas dedicadas &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de etanol. A cultura da cana dever&amp;#225; se ampliar nos pr&amp;#243;ximos anos &amp;#224;s custas das terras dedicadas ao plantio de soja (cerca de 6,0% das terras ar&amp;#225;veis) e milho (3,2%) e tamb&amp;#233;m sobre as &amp;#225;reas de pastos que correspondem a quase 60% das terras ar&amp;#225;veis. Mas, n&amp;#227;o h&amp;#225; certeza que, em algumas &amp;#225;reas, a cana n&amp;#227;o possa se expandir em detrimento a algumas culturas alimentares. Da&amp;#237;, a ferrenha oposi&amp;#231;&amp;#227;o setores da sociedade em rela&amp;#231;&amp;#227;o a essa expans&amp;#227;o.     &lt;br /&gt;Estimativas para a safra de cana de 2007/2008 indicam que ela crescer&amp;#225; 15% em rela&amp;#231;&amp;#227;o a de 2006/2007 e o aumento se verificar&amp;#225; em quase todas as unidades federativas. Os estados que apresentar&amp;#227;o o maior crescimento porcentual ser&amp;#227;o a Bahia (75,9%) e Tocantins (73,5%). Todavia, em volume, a produ&amp;#231;&amp;#227;o de cana &amp;#233; bem concentrada. Cerca de 85% dela verifica-se no Centro-Sul, com destaque para S&amp;#227;o Paulo com aproximadamente 70% do total regional. O Paran&amp;#225; (por&amp;#231;&amp;#227;o norte), Minas Gerais (regi&amp;#227;o do Tri&amp;#226;ngulo Mineiro), Mato Grosso Sul (leste) e centro-sul de Goi&amp;#225;s completam o quadro.     &lt;br /&gt;H&amp;#225; estudos em andamento no Minist&amp;#233;rio da Agricultura no sentido de se estabelecer um zoneamento agroecol&amp;#243;gico do setor sucroalcooleiro cujo objetivo seria o de definir as &amp;#225;reas dispon&amp;#237;veis para a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o levando em conta n&amp;#227;o s&amp;#243; os &amp;#237;ndices de produtividade, mas tamb&amp;#233;m os impactos ambientais e socioecon&amp;#244;micos dessa expans&amp;#227;o.     &lt;br /&gt;Os EUA e o Brasil s&amp;#227;o, nessa ordem, os maiores produtores mundiais de etanol, sendo os norte-americanos os maiores importadores do produto e nosso pa&amp;#237;s o maior exportador. Todavia, o Brasil n&amp;#227;o possui as limita&amp;#231;&amp;#245;es de expans&amp;#227;o de &amp;#225;rea cultivada como os EUA, j&amp;#225; que a cana pode, a princ&amp;#237;pio, se expandir especialmente em &amp;#225;reas de cerrado, que tradicionalmente t&amp;#234;m sido utilizadas para pastagens ou produ&amp;#231;&amp;#227;o de soja. O Brasil, por exemplo, poderia produzir 132 milh&amp;#245;es de litros de etanol, volume necess&amp;#225;rio para substituir 15% da gasolina nos EUA, com cerca de 30 milh&amp;#245;es de hectares de cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car, o triplo da &amp;#225;rea atual de cana, por&amp;#233;m apenas 10% da nossa reserva de pastagens.     &lt;br /&gt;Se produzida com alta tecnologia, a agroenergia representa uma extraordin&amp;#225;ria oportunidade para os pa&amp;#237;ses subdesenvolvidos da Am&amp;#233;rica Latina, &amp;#193;frica e parte da &amp;#193;sia. O Brasil, em particular, tem uma chance de ouro para estar &amp;#224; frente dos demais pa&amp;#237;ses no contexto global da bioenergia, buscando consolidar o &amp;#225;lcool (e tamb&amp;#233;m o biodiesel) como commodities globais, produzidas de forma ambiental e socialmente correta.     &lt;br /&gt;A expressiva alta dos alimentos nos &amp;#250;ltimos dois anos e a crise alimentar que vem afetando muitos pa&amp;#237;ses pobres como o Haiti, Burkina Fasso, N&amp;#237;ger, entre outros levou v&amp;#225;rios especialistas ligados a organismos multilaterais como o Fundo Monet&amp;#225;rio Internacional (FMI), a afirmar que esses problemas, que poderiam se alastrar por outros pa&amp;#237;ses eram causados pela expans&amp;#227;o dos cultivos dedicados a produ&amp;#231;&amp;#227;o de biocombust&amp;#237;veis (o etanol em particular) em detrimento daqueles dedicados a alimenta&amp;#231;&amp;#227;o humana. Na verdade, o problema tem como causas uma combina&amp;#231;&amp;#227;o de fatores que atuam de forma diferenciada em v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses.     &lt;br /&gt;Genericamente seriam cinco os principais fatores que explicam, em termos mundiais, a situa&amp;#231;&amp;#227;o atual. O aumento da produ&amp;#231;&amp;#227;o de biocombust&amp;#237;veis e a manuten&amp;#231;&amp;#227;o dos subs&amp;#237;dios agr&amp;#237;colas em pa&amp;#237;ses ricos, como os EUA e pa&amp;#237;ses da UE. O aumento dos custos da produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola como decorr&amp;#234;ncia do aumento do petr&amp;#243;leo e dos fertilizantes. O forte incremento do consumo de alimentos por parte de pa&amp;#237;ses emergentes de grande popula&amp;#231;&amp;#227;o como s&amp;#227;o os casos da China, &amp;#205;ndia, Brasil e M&amp;#233;xico. A quebra de safras em v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses produtores de gr&amp;#227;os cujo exemplo mais evidente &amp;#233; o da Austr&amp;#225;lia, atingida por secas prolongadas nos &amp;#250;ltimos anos. A crise financeira dos EUA que levou investidores a apostar em contratos de mercadorias, contribuindo tamb&amp;#233;m para o aumento de pre&amp;#231;os dos alimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nelson Bacic Olic&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;Revista Pangea, 29/4/2008 &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-9025163331653829169?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/9025163331653829169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=9025163331653829169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9025163331653829169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/9025163331653829169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/09/os-biocombustveis-o-etanol-e-fome-no.html' title='OS BIOCOMBUSTÍVEIS, O ETANOL E A FOME NO MUNDO'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5729557565225460031</id><published>2008-08-06T16:22:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:22:53.637-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Migrações/População'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><title type='text'>Indianos querem reclassificar casta</title><content type='html'>&lt;h5&gt;&amp;#160;&lt;/h5&gt;  &lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p&gt;Piya Kochkar*&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;17-06-2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No complexo sistema de castas da &amp;#205;ndia, pessoas s&amp;#227;o tratadas e divididas em classes sociais de acordo com a hierarquia. A casta denominada &lt;em&gt;Gujjar&lt;/em&gt; ocupava uma posi&amp;#231;&amp;#227;o inferior na escala social, apesar de n&amp;#227;o estar em &amp;#250;ltimo lugar. No entanto, eles agora lutam pelo direito de reclassifica&amp;#231;&amp;#227;o como cidad&amp;#227;os inferiores, num conflito que j&amp;#225; deixou dezenas de mortos.      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;Esse sistema de castas foi oficialmente abolido e tiveram in&amp;#237;cio a&amp;#231;&amp;#245;es e programas afirmativos, para favorecer os grupos menos favorecidos. A id&amp;#233;ia &amp;#233; de que o tratamento preferencial ir&amp;#225; ajud&amp;#225;-los a melhorar economicamente.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;img title="castagran" height="180" alt="castagran" src="http://www.parceria.nl/images/assets/13894733" width="240" align="right" /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os Gujjars tamb&amp;#233;m querem &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;os benef&amp;#237;cios       &lt;br /&gt;concedidos &amp;#224;s castas menos favorecidas        &lt;br /&gt;Foto: Lakshman Anand&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;Pobreza     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; O governo indiano afirma que os Gujjars est&amp;#227;o numa escala social alta demais para receber esses benef&amp;#237;cios. No entanto, os Gujjars dizem que est&amp;#227;o na pobreza. No &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s, eles tomaram as ruas das comunidades na prov&amp;#237;ncia de Rajasthan para exigir o status inferior.    &lt;br /&gt;Na semana passada, houve revoltas nas ruas de Nova D&amp;#233;lhi e em outras regi&amp;#245;es da &amp;#205;ndia. Pessoas morreram nas lutas, mas para alguns, foi s&amp;#243; mais um inconveniente, atrasando o hor&amp;#225;rio do trabalho. A revolta era de membros da comunidade Gujjar, que tinham tomado as ruas exigindo benef&amp;#237;cios do sistema de cotas do governo, uma pol&amp;#237;tica afirmativa para castas e etnias esmagadas ou atrasadas.    &lt;br /&gt;A revolta n&amp;#227;o &amp;#233; nova. Trata-se de um grupo de pessoas exigindo direitos fundamentais, como &amp;#224; educa&amp;#231;&amp;#227;o, por empregos e por vida digna. Alguns indianos lamentam pela frustra&amp;#231;&amp;#227;o e desespero da popula&amp;#231;&amp;#227;o, que resultaram nessa viol&amp;#234;ncia. Outros acham que a viol&amp;#234;ncia n&amp;#227;o &amp;#233; o caminho.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contribuinte     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Avinash Kalla trabalha em Nova D&amp;#233;lhi, mas &amp;#233; de Rajasthan. Seu estado-natal abriga a maior popula&amp;#231;&amp;#227;o Gujjar da &amp;#205;ndia, e a mais pobre tamb&amp;#233;m. S&amp;#227;o os Gujjars em Rajasthan que est&amp;#227;o liderando as lutas por mais cotas. E pedem reservas especiais em empregos p&amp;#250;blicos e universidades estatais.&lt;/strong&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img title="castamed" height="180" alt="castamed" src="http://www.parceria.nl/images/assets/13894739" width="130" align="left" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A sociedade indiana &amp;#233;     &lt;br /&gt;dividida por castas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, para Avinash Kalla, &amp;quot;eles n&amp;#227;o trabalham, n&amp;#227;o v&amp;#227;o &amp;#224; escola. Eles s&amp;#243; querem acesso f&amp;#225;cil a tudo. Ent&amp;#227;o voc&amp;#234; est&amp;#225; degradando o sistema, abaixando a qualidade. Se voc&amp;#234; tem que protestar, ent&amp;#227;o fa&amp;#231;a isso direito. N&amp;#227;o tem gra&amp;#231;a fazer agita&amp;#231;&amp;#227;o e tomar as ruas&amp;quot;, queixa-se.   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desespero     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A.K. Varma &amp;#233; membro da comunidade Gujjar e &amp;#233; professor aposentado de Ci&amp;#234;ncias Pol&amp;#237;ticas. O professor acha que os membros dessa casta s&amp;#243; se tornaram violentos em resposta &amp;#224; viol&amp;#234;ncia policial. Ele concorda com seus colegas Gujjars em Rajasthan, a quem foi prometido, nas elei&amp;#231;&amp;#245;es de 2003, uma grande quantidade de empregos p&amp;#250;blicos. Mas a promessa nunca foi cumprida. Segundo Varma, a luta &amp;#233; um &amp;#250;ltimo recurso, uma luta de desespero.    &lt;br /&gt;&amp;quot;Em uma democracia, &amp;#233; nosso direito fundamental lutar por nossas conquistas por meios pac&amp;#237;ficos. E &amp;#233; isso que temos feito. Em 1942, Ghandi disse: 'Ingleses, saiam da &amp;#205;ndia ou ent&amp;#227;o n&amp;#243;s, indianos, faremos algo, faremos ou morreremos'. A mesma id&amp;#233;ia &amp;#233; adotada pelos Gujjars. N&amp;#243;s sacrificaremos nossas vidas. Para qu&amp;#234; viver se n&amp;#227;o temos comida? &amp;#201; melhor morrer. Deus ajuda aqueles que se ajudam. Se n&amp;#227;o lutarmos, quem ir&amp;#225; ajudar-nos?&amp;quot;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elei&amp;#231;&amp;#245;es     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Bina Singh faz trabalho social em favelas de Nova D&amp;#233;lhi. Antes, ela trabalhava para o governo na defesa do bem-estar juvenil e social.    &lt;br /&gt;&amp;quot;Se os protestos podem fazer a diferen&amp;#231;a para uma fam&amp;#237;lia, uma pessoa, eu acho que vale a pena. Uma fam&amp;#237;lia que tem quatro ou cinco crian&amp;#231;as, se elas podem ser educadas e a vida delas melhora, v&amp;#227;o dar um exemplo para outras pessoas da comunidade. Ent&amp;#227;o, realmente surte efeito. As pessoas pensam: o qu&amp;#234; esses poucos Gujjars podem fazer, eles s&amp;#227;o s&amp;#243; cinco por cento da comunidade? Mas eles s&amp;#227;o cidad&amp;#227;os deste pa&amp;#237;s, e cinco por cento &amp;#233; muita gente&amp;quot;.    &lt;br /&gt;Cinq&amp;#252;enta pessoas j&amp;#225; morreram nas agita&amp;#231;&amp;#245;es dos Gujjars. Em meados de junho, o governo finalmente resolveu ouvir representantes da casta. Coincidentemente, as elei&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o chegando, fazendo parecer que esse encontro possa ser mais uma tentativa de angariar votos.    &lt;br /&gt;&lt;sub&gt;*Adapta&amp;#231;&amp;#227;o: Railda Herrero&lt;/sub&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5729557565225460031?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5729557565225460031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5729557565225460031&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5729557565225460031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5729557565225460031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/indianos-querem-reclassificar-casta.html' title='Indianos querem reclassificar casta'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7739648509064332852</id><published>2008-08-06T16:21:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:21:39.409-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><title type='text'>Líder maoísta substitui rei no Nepal</title><content type='html'>&lt;h5 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h5&gt;  &lt;h6 align="justify"&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lucia de Vries* &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;30-05-2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Milhares de pessoas se reuniram em Katmandu, capital do Nepal, para festejar a partida do rei Gyanendra de seu pal&amp;#225;cio e o fim de uma monarquia de mais de 240 anos, ap&amp;#243;s a proclama&amp;#231;&amp;#227;o da rep&amp;#250;blica no pa&amp;#237;s asi&amp;#225;tico. O novo governante nepal&amp;#234;s &amp;#233; o l&amp;#237;der mao&amp;#237;sta Prachanda, que assume o cargo de primeiro-ministro.     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;O rei nepal&amp;#234;s, uma figura at&amp;#233; pouco tempo intoc&amp;#225;vel, teve que deixar o pal&amp;#225;cio e renunciar. Em 2001, durante a coroa&amp;#231;&amp;#227;o de Gyanendra, grupos na multid&amp;#227;o que assistia &amp;#224; cerim&amp;#244;nia gritaram &amp;quot;assassino&amp;quot;. Mas sua impopularidade ganhou for&amp;#231;a em 2004, quando conseguiu mais poder como rei. Em 2006, ap&amp;#243;s in&amp;#250;meros protestos da popula&amp;#231;&amp;#227;o, ele teve que ceder e voltar atr&amp;#225;s, o que significou o in&amp;#237;cio de seu fim como monarca.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img title="nepalmed" height="233" alt="nepalmed" src="http://www.parceria.nl/images/assets/13814041" width="176" align="right" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O rei Gyanendra agora faz parte     &lt;br /&gt;do passado pol&amp;#237;tico do Nepal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;H&amp;#225; meses que os rumores de sua sa&amp;#237;da correm pelas ruas estreitas de Katmandu. Tamb&amp;#233;m foram feitas brincadeiras, tais como a sugest&amp;#227;o do jornal &lt;em&gt;Nepali Times&lt;/em&gt;: &amp;quot;Porque n&amp;#227;o transformamos o pal&amp;#225;cio em museu, com a figura de Gyanendra, atr&amp;#225;s de sua mesa, feita de cera?&amp;quot;. No entanto, as provoca&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o alteraram a tranq&amp;#252;ilidade do rei. Na semana passada, ele ainda visitou um templo e assistiu ao sacrif&amp;#237;cio de cinco animais, o que provocou protestos de organiza&amp;#231;&amp;#227;o nepalesa de prote&amp;#231;&amp;#227;o aos animais. A monarquia nepalesa &amp;#233; conhecida por este costume antigo de oferendas de animais sacrificados, realizadas, na maioria das vezes, em p&amp;#250;blico.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Al&amp;#237;vio e festa     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A maioria dos nepaleses est&amp;#225; aliviada. Embora recentes pesquisas apontassem que quase 50% dos habitantes queriam manter a monarquia, Gyanendra n&amp;#227;o era amado pelos seus s&amp;#250;ditos, e o seu filho, Paras, um tipo &amp;quot;playboy&amp;quot;, era odiado pela popula&amp;#231;&amp;#227;o. E no dia 28 de maio, milhares de nepaleses mao&amp;#237;stas se dirigiram &amp;#224; Katmandu para festejar a proclama&amp;#231;&amp;#227;o da rep&amp;#250;blica.    &lt;br /&gt;A dinastia Shah, em seus 240 anos de exist&amp;#234;ncia, n&amp;#227;o foi um exemplo de monarquia que evitava atos de viol&amp;#234;ncia. Em 2001, aconteceu uma trag&amp;#233;dia entre os muros do pal&amp;#225;cio. O adorado rei Birendra e v&amp;#225;rios membros de sua fam&amp;#237;lia foram assassinados. Segundo a vers&amp;#227;o oficial, eles teriam sido mortos, com uma metralhadora, pelo pr&amp;#237;ncipe herdeiro, Dipendra, que logo depois tamb&amp;#233;m se matou. O irm&amp;#227;o do rei, Gyanendra, e sua fam&amp;#237;lia, foram os &amp;#250;nicos sobreviventes deste banho de sangue. Logo depois, o povo tirou sua pr&amp;#243;pria conclus&amp;#227;o: a matan&amp;#231;a teria sido organizada por Gyanendra, j&amp;#225; que, na mesma semana, tornou-se rei do Nepal.    &lt;br /&gt;Em 2004, a Federa&amp;#231;&amp;#227;o Mundial Hindu corou o rei Gyanendra como o &amp;quot;o &amp;#250;nico rei hindu do mundo&amp;quot;. Durante a cerim&amp;#244;nia, o presidente Ashok Singhal disse que &amp;quot;o papel dos 900 milh&amp;#245;es de hindus em todo o mundo &amp;#233; oferecer a prote&amp;#231;&amp;#227;o ao rei hindu. Deus o criou para proteger a nossa religi&amp;#227;o&amp;quot;. No mesmo ano, Gyanendra pegou todo o poder para si, destituindo o parlamento e outros membros do governo. Em princ&amp;#237;pio, o ato foi bem recebido pelo povo, que pensava que, desta maneira, se colocaria um fim ao longo conflito entre o governo e os rebeldes maoistas. Mas logo o rei nepal&amp;#234;s perdeu por completo sua credibilidade junto &amp;#224; popula&amp;#231;&amp;#227;o.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meio s&amp;#233;culo de luta     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Durante a assembl&amp;#233;ia de 601 membros nepaleses, a rep&amp;#250;blica foi declarada. &amp;quot;Este &amp;#233; um dia hist&amp;#243;rico para a na&amp;#231;&amp;#227;o. Os nepaleses lutaram 50 anos para o fim da monarquia&amp;quot;, disse Prachanda, rec&amp;#233;m-eleito para conduzir a pol&amp;#237;tica do pa&amp;#237;s. A partir de agora, comenta o l&amp;#237;der mao&amp;#237;sta, Gyanendra ser&amp;#225; um cidad&amp;#227;o comum e pagar&amp;#225; todos os impostos, al&amp;#233;m de perder parte de sua fortuna com o pagamento de v&amp;#225;rios impostos sonegados.    &lt;br /&gt;Em diversos sites pela internet, iniciou-se uma discuss&amp;#227;o sobre a mudan&amp;#231;a pol&amp;#237;tica no Nepal, com opini&amp;#245;es diversas, entre cr&amp;#237;ticas e defesas ao rei. Trata-se de um debate que mostra o contraste entre o velho e o novo Nepal - tema dos mao&amp;#237;stas numa das elei&amp;#231;&amp;#245;es passadas. Apesar de a monarquia ainda ser respeitada pelos hindus tradicionalistas, o l&amp;#237;der mao&amp;#237;sta Prachanda tamb&amp;#233;m &amp;#233; muito querido pelo povo nepal&amp;#234;s, que o apoiou em massa nas elei&amp;#231;&amp;#245;es de abril passado.    &lt;br /&gt;E sua gest&amp;#227;o dar&amp;#225; espa&amp;#231;o para as mulheres, que participar&amp;#227;o com 33% dos membros do governo &amp;quot;Novo Nepal&amp;quot;. Al&amp;#233;m disso, especialistas garantem que todas as religi&amp;#245;es, castas e etnias estar&amp;#227;o representadas nesta primeira administra&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica da Rep&amp;#250;blica Nepalesa.    &lt;br /&gt;&lt;sub&gt;*Tradu&amp;#231;&amp;#227;o: Lu&amp;#237;s Henrique de Freitas P&amp;#225;dua&lt;/sub&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7739648509064332852?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7739648509064332852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7739648509064332852&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7739648509064332852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7739648509064332852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/lder-maosta-substitui-rei-no-nepal.html' title='Líder maoísta substitui rei no Nepal'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8545503671519292679</id><published>2008-08-06T16:17:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:17:01.385-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Campos de gás do Zimbábue são os maiores do Sul e do Leste da África</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Documento do Departamento de Estado, obtido pelo escritor norte-americano William Engdahl, revelou que o Zimb&amp;#225;bue tem &amp;#8220;os maiores campos de g&amp;#225;s at&amp;#233; agora conhecidos no Sul e no Leste da &amp;#193;frica&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esses campos de g&amp;#225;s, acrescentou o relat&amp;#243;rio, foram &amp;#8220;descobertos recentemente na prov&amp;#237;ncia de Matabeleland&amp;#8221;. O mesmo documento enumera as riquezas minerais do pa&amp;#237;s: ouro, platina, cromo, n&amp;#237;quel, cobre e carv&amp;#227;o. Distraidamente, esqueceram-se de incluir, como o escritor notou, &amp;#8220;reservas de ur&amp;#226;nio ainda n&amp;#227;o quantificadas&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8545503671519292679?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8545503671519292679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8545503671519292679&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8545503671519292679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8545503671519292679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/campos-de-gs-do-zimbbue-so-os-maiores.html' title='Campos de gás do Zimbábue são os maiores do Sul e do Leste da África'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2108513943637809476</id><published>2008-08-06T16:15:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:15:19.553-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rússia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>Ucrânia: tropas da Otan são recebidas a pedradas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Centenas de manifestantes ucranianos tentaram impedir, com paus e pedras, um exerc&amp;#237;cio militar da Organiza&amp;#231;&amp;#227;o do Tratado do Atl&amp;#226;ntico Norte (Otan) na Crim&amp;#233;ia, sul do pa&amp;#237;s, no dia 24 do m&amp;#234;s passado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cidad&amp;#227;os conseguiram bloquear brevemente tr&amp;#234;s blindados, subindo em cima deles, segundo imagens transmitidas pela rede de TV Canal 5.   &lt;br /&gt;Os militares dispararam granadas s&amp;#244;ni-cas contra os manifestantes. Duas pessoas ficaram feridas, entre eles um deputado comunista, segundo Canal 5. A Ucr&amp;#226;nia n&amp;#227;o faz parte da Otan, que organizou o exerc&amp;#237;cio apelidado de &amp;#8220;Brisa do Mar&amp;#8221;.    &lt;br /&gt;Os manifestantes estiveram acampados na regi&amp;#227;o das manobras desde antes do in&amp;#237;cio dos exerc&amp;#237;cios, no dia 14 de julho.    &lt;br /&gt;Em um dos dias de protesto, os manifestantes realizaram uma &amp;#8220;marcha naval&amp;#8221; com uma dezena de barcos e lanchas ao longo da costa exibindo bandeiras e faixas contra a Otan.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O exerc&amp;#237;cio &amp;#8220;Brisa do Mar&amp;#8221; terminou no dia 26 de julho e foi necess&amp;#225;rio a aprova&amp;#231;&amp;#227;o de uma lei especial do Parlamento para autorizar a perman&amp;#234;ncia, durante 25 dias, em territ&amp;#243;rio ucraniano de mil militares norte-americanos e de outros pa&amp;#237;ses. A Otan vai decidir em dezembro se inclui a Ucr&amp;#226;nia. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2108513943637809476?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2108513943637809476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2108513943637809476&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2108513943637809476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2108513943637809476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/ucrnia-tropas-da-otan-so-recebidas.html' title='Ucrânia: tropas da Otan são recebidas a pedradas'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5063407352297606999</id><published>2008-08-06T16:12:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:12:16.625-03:00</updated><title type='text'>EUA cobiçam ouro, gás, urânio, cromo e platina do Zimbábue</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Essa &amp;#233; a verdadeira raz&amp;#227;o para a interven&amp;#231;&amp;#227;o do governo Bush no pa&amp;#237;s&amp;#8221;, assinalou o escritor norte-americano William Engdahl. &amp;#8220;Robert Mugabe preside um dos tesouros minerais mais ricos do mundo&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Robert Mugabe, o presidente do Zimb&amp;#225;bue, preside um dos tesouros minerais mais ricos do mundo&amp;#8221;, afirmou o escritor norte-americano William Engdahl, autor de &amp;#8220;Um S&amp;#233;culo de Guerra: a Pol&amp;#237;tica de Petr&amp;#243;leo Anglo-Americana e a Nova Ordem Mundial&amp;#8221;, e que mant&amp;#233;m na internet uma p&amp;#225;gina sobre &amp;#8220;geopol&amp;#237;tica do petr&amp;#243;leo&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa riqueza est&amp;#225; concentrada na regi&amp;#227;o do &amp;#8216;Great Dyke&amp;#8217;, com uma franja geol&amp;#243;gica que atravessa todo o territ&amp;#243;rio, de noroeste a sudeste. Essa &amp;#233; a verdadeira raz&amp;#227;o para a interven&amp;#231;&amp;#227;o do governo Bush no pa&amp;#237;s, assinalou o escritor, que obteve um documento do Departamento de Estado que detalha tais riquezas. N&amp;#227;o qualquer &amp;#8220;piedosa preocupa&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#8221; com a situa&amp;#231;&amp;#227;o dos &amp;#8220;direitos humanos no Zimb&amp;#225;bue&amp;#8221;; suposta &amp;#8220;fraude eleitoral&amp;#8221;; ou, ainda, &amp;#8220;a expropria&amp;#231;&amp;#227;o de fazendas de brancos&amp;#8221;, registrou em seu artigo &amp;#8220;O grande pecado de Mugabe&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;RIQUEZA MINERAL&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eis o que revela esse documento do Departamento de Estado reproduzido por Engdahl: &amp;#8220;O Zimb&amp;#225;bue conta com ricos recursos minerais. As exporta&amp;#231;&amp;#245;es de ouro, asbestos, cromo, carv&amp;#227;o, platina, n&amp;#237;quel e cobre poderiam levar um dia a uma recupera&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica&amp;#8221;. Mais adiante, o documento abre o jogo: &amp;#8220;Os bols&amp;#245;es de g&amp;#225;s recentemente descobertos na prov&amp;#237;ncia de Matabeleland s&amp;#227;o os maiores campos de g&amp;#225;s at&amp;#233; agora conhecidos no sul e no leste da &amp;#193;frica&amp;#8221;. Admite, ainda, que o Zimb&amp;#225;bue &amp;#8220;tem abundantes reservas de carv&amp;#227;o&amp;#8221; e &amp;#8220;consider&amp;#225;vel potencial de energia hidroel&amp;#233;trica&amp;#8221;. A essa compila&amp;#231;&amp;#227;o das riquezas do Zimb&amp;#225;bue, Engdahl acrescenta, ainda, &amp;#8220;reservas de ur&amp;#226;nio ainda n&amp;#227;o quantificadas&amp;#8221;. Quanto &amp;#224;s reservas de cromo, revelou o artigo mais adiante, &amp;#8220;s&amp;#227;o as segundas maiores do mundo, atr&amp;#225;s apenas das da &amp;#193;frica do Sul&amp;#8221;. O cobre vem sendo explorado desde os tempos do aventureiro Rhodes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ap&amp;#243;s ironizar as manipula&amp;#231;&amp;#245;es da Casa Branca e de Londres, para apresentarem Mugabe como &amp;#8220;um homem muito, muito mau&amp;#8221;, &amp;#8220;um ditador&amp;#8221; e &amp;#8220;merecedor de estar na lista de honra dos vil&amp;#245;es&amp;#8221;, Engdahl afirmou que &amp;#8220;n&amp;#227;o &amp;#233; essa a raz&amp;#227;o&amp;#8221; que os levou a tornar a &amp;#8220;mudan&amp;#231;a de regime&amp;#8221;, isto &amp;#233;, sua derrubada, &amp;#8220;a prioridade n&amp;#250;mero 1&amp;#8221; de sua pol&amp;#237;tica para a &amp;#193;frica. O suposto pecado de Mugabe, apontou, &amp;#8220;tem mais a ver com suas tentativas de escapar da depend&amp;#234;ncia e servid&amp;#227;o neocolonial anglo-americana e buscar um desenvolvimento econ&amp;#244;mico nacional independente do Fundo Monet&amp;#225;rio Internacional e do Banco Mundial&amp;#8221;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que, no entender do escritor, tem se dado por meio do estreitamento de la&amp;#231;os econ&amp;#244;micos com a China, que tem oferecido aos pa&amp;#237;ses africanos empr&amp;#233;stimos e investimentos &amp;#8220;em condi&amp;#231;&amp;#245;es muito mais brandas&amp;#8221; do que os oferecidos pelos EUA, Inglaterra, FMI e Banco Mundial, e sem os condicionamentos impostos, &amp;#8220;ajustes&amp;#8221; e cortes de programas sociais. &amp;#8220;Ultimamente, ficou muito claro que talvez o tenaz Mugabe controle as coisas, os s&amp;#243;cios comerciais preferidos do Zimb&amp;#225;bue n&amp;#227;o s&amp;#227;o os anglo-americanos, mas sim os chineses. Esse parece ser o pecado maior de Mugabe. N&amp;#227;o est&amp;#225; seguindo o programa tra&amp;#231;ado por George W. Bush e seus amigos. Seu pecado real parece ser o de haver-se voltado para o Oriente, ao inv&amp;#233;s de ao Ocidente, em busca de ajuda econ&amp;#244;mica e investimentos&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;SAN&amp;#199;&amp;#213;ES&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A bem da precis&amp;#227;o, as opera&amp;#231;&amp;#245;es de desestabiliza&amp;#231;&amp;#227;o e as san&amp;#231;&amp;#245;es contra o governo de Mugabe, levadas a cabo pela Casa Branca e por Londres, antecederam em muito esse estreitamento de rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#244;micas com a China &amp;#8211; pelo menos cinco anos. (Pode-se, inclusive, inferir, que o citado estreitamento &amp;#233; uma conseq&amp;#252;&amp;#234;ncia dessa tentativa, em curso, de estrangulamento da economia zimbabuense). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O pr&amp;#243;prio Engdahl apontou que &amp;#8220;retrocedendo a julho de 2005, enquanto Tony Blair apertava ainda mais as san&amp;#231;&amp;#245;es contra o Zimb&amp;#225;bue, Mugabe voou a Pequim para reunir-se com altos dirigentes chineses&amp;#8221;, onde obteve um empr&amp;#233;stimo de emerg&amp;#234;ncia de US$ 1 bilh&amp;#227;o de d&amp;#243;lares. &amp;#8220;Em junho de 2006, empresas estatais do Zimb&amp;#225;bue firmaram com empresas chinesas uma s&amp;#233;rie de acordos nos campos de energia, minera&amp;#231;&amp;#227;o e agricultura, no valor de bilh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares&amp;#8221;. Tamb&amp;#233;m foi formada uma empresa mista no setor de minera&amp;#231;&amp;#227;o do cromo. A minera&amp;#231;&amp;#227;o, acrescentou, &amp;#8220;j&amp;#225; gera metade das receitas de exporta&amp;#231;&amp;#227;o do Zimb&amp;#225;bue&amp;#8221;, sendo que &amp;#8220;as companhias ocidentais com concess&amp;#245;es de lavras n&amp;#227;o as est&amp;#227;o explorando&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ANTONIO PIMENTA&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5063407352297606999?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5063407352297606999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5063407352297606999&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5063407352297606999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5063407352297606999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/eua-cobiam-ouro-gs-urnio-cromo-e.html' title='EUA cobiçam ouro, gás, urânio, cromo e platina do Zimbábue'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2570512785674890362</id><published>2008-08-06T16:10:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T16:10:16.113-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>Fim da era Olmert</title><content type='html'>&lt;h5 align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/h5&gt;  &lt;h6 align="justify"&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Joop Meijers*&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;04-08-2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;N&amp;#227;o totalmente inesperado, o primeiro-ministro israelense Ehuld Olmert, acusado de corrup&amp;#231;&amp;#227;o, anunciou a sua ren&amp;#250;ncia. Num curto pronunciamento pela televis&amp;#227;o, Olmert informou que no pr&amp;#243;ximo 17 de setembro estar&amp;#225; deixando o seu cargo e a presid&amp;#234;ncia do partido dele, o Kadima. Nesta data ser&amp;#225; escolhido um novo presidente do partido e, possivelmente, o novo primeiro-ministro de Israel.&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;img title="olmert" height="182" alt="olmert" hspace="hspace" src="http://www.parceria.nl/images/assets/11505131" width="230" align="right" vspace="vspace" /&gt;Em seu discurso, denominado pela m&amp;#237;dia israelense de dram&amp;#225;tico, Olmert alegou estar convencido de sua inoc&amp;#234;ncia. &amp;quot;Devido as acusa&amp;#231;&amp;#245;es e todo o processo, inclusive de funcion&amp;#225;rios do governo que querem a minha sa&amp;#237;da, decidi deixar o cargo e me concentrar na defesa de minha inoc&amp;#234;ncia&amp;quot;, disse.     &lt;br /&gt;Olmert est&amp;#225; sendo acusado de ter recebido dinheiro ilegal de um filantropo norte-americano. Al&amp;#233;m disso, o premier teria se deixado comprar por transa&amp;#231;&amp;#245;es imobili&amp;#225;rias e viagens de f&amp;#233;rias para si e sua fam&amp;#237;lia, pagas pelo Estado. Ele &amp;#233; ainda acusado de ter apresentado notas falsas de despesas.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caos      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O an&amp;#250;ncio da sa&amp;#237;da de Olmert veio no final de um dia em que o seu partido, Kadima, sofreu v&amp;#225;rias derrotas no parlamento. A unidade e a disciplina da fraca coaliz&amp;#227;o governamental caiu como um castelo de cartas. O ministro da Defesa descreveu a atmosfera no parlamento israelense como ca&amp;#243;tica.    &lt;br /&gt;Segundo as pesquisas de opini&amp;#227;o, feitas pela televis&amp;#227;o israelense, a popularidade de Olmert, que se tornou premier em abril de 2006, atingiu o mais baixo n&amp;#237;vel - 77% dos entrevistados se manifestaram descontentes com o seu trabalho.     &lt;br /&gt;Se as elei&amp;#231;&amp;#245;es fossem realizadas agora, o l&amp;#237;der da oposi&amp;#231;&amp;#227;o e antigo premier, Benjamin Netanyahu, do partido de direita Likud, receberia 36% dos votos; a vice-premier e atual ministra do exterior, do Kadima, Tzipi Livni, receberia 25%; e o l&amp;#237;der do Partido Trabalhista e ministro da Defesa, Ehud Barak, apenas 12%.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nova luta&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;A luta pela lideran&amp;#231;a dentro do partido Kadima ocorre entre a vice-premiere Shaul Mofaz, que em 2006 deixou o partido Likud. Tzipi Livni, que lidera o grupo que negocia a paz com os palestinos, &amp;#233; vista com uma pol&amp;#237;tica da nova safra. J&amp;#225; o antigo ministro da Defesa, Shaul Mofaz, tem a reputa&amp;#231;&amp;#227;o de ser um duro da velha guarda. Em princ&amp;#237;pio, o novo l&amp;#237;der do partido Kadima deve formar um novo governo de coaliz&amp;#227;o ap&amp;#243;s a sa&amp;#237;da de Olmert. Caso n&amp;#227;o seja poss&amp;#237;vel, novas elei&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#227;o convocadas em Israel dentro de um prazo de tr&amp;#234;s meses.     &lt;br /&gt;O primeiro-ministro Olmert disse que at&amp;#233; a sua sa&amp;#237;da, ele continuar&amp;#225; as negocia&amp;#231;&amp;#245;es com os palestinos e a S&amp;#237;ria. Devido ao pouco apoio pol&amp;#237;tico dentro de Israel, &amp;#233; improv&amp;#225;vel que essas negocia&amp;#231;&amp;#245;es cheguem a algum ponto de entendimento.     &lt;br /&gt;De acordo com muitos pol&amp;#237;ticos, existem grandes chances de que o Kadima, depois de escolher um novo l&amp;#237;der, forme uma coaliz&amp;#227;o com o Partido Trabalhista israelense, para evitar que Netanyahu, do partido Likud, se torne novamente premier do pa&amp;#237;s.     &lt;br /&gt;*Tradu&amp;#231;&amp;#227;o: Lu&amp;#237;s Henrique de Freitas P&amp;#225;dua&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2570512785674890362?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2570512785674890362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2570512785674890362&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2570512785674890362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2570512785674890362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/08/fim-da-era-olmert.html' title='Fim da era Olmert'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6778705909451553224</id><published>2008-07-31T17:18:00.001-03:00</published><updated>2008-07-31T17:18:09.802-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mercosul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>4ª Frota é afronta à integração soberana da América do Sul</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;strong&gt;Reunidos em Montevid&amp;#233;o, os parlamentares do Mercosul consideraram &amp;#8220;inoportuna&amp;#8221; a reativa&amp;#231;&amp;#227;o da frota de guerra e contestaram o argumento de &amp;#8220;combate ao narcotr&amp;#225;fico&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A reativa&amp;#231;&amp;#227;o da Quarta Frota da Marinha de Guerra dos EUA &amp;#233; inteiramente inoportuna e desnecess&amp;#225;ria, dadas as atuais circunst&amp;#226;ncias mundiais e regionais que conformam a Am&amp;#233;rica do Sul como uma regi&amp;#227;o pac&amp;#237;fica e democr&amp;#225;tica&amp;#8221;, afirma a declara&amp;#231;&amp;#227;o aprovada no Parlamento do Mercosul (Parlasul) na sess&amp;#227;o do dia 29.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao aprovar a mo&amp;#231;&amp;#227;o, de autoria do senador Alo&amp;#237;sio Mercadante e da deputada uruguaia Adriana Pe&amp;#241;a, o Parlasul contestou as falsas alega&amp;#231;&amp;#245;es de &amp;#8220;combate ao tr&amp;#225;fico&amp;#8221; utilizadas pelo governo norte-americano para justificar a reinstala&amp;#231;&amp;#227;o da frota, que havia sido desativada em 1950.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O imprescind&amp;#237;vel combate ao narcotr&amp;#225;fico pode e deve ser feito dentro dos par&amp;#226;metros j&amp;#225; estabelecidos em in&amp;#250;meros acordos bilaterais e multilaterais, num ambiente de coopera&amp;#231;&amp;#227;o diplom&amp;#225;tica pac&amp;#237;fica e em estrita observ&amp;#226;ncia &amp;#224; soberania de todos os pa&amp;#237;ses&amp;#8221;, destaca a declara&amp;#231;&amp;#227;o aprovada em Montevid&amp;#233;u, que atenta para a inconsist&amp;#234;ncia do surrado argumento. O &amp;#8220;combate ao narcotr&amp;#225;fico&amp;#8221; foi o apelo central usado para instalar bases pelo continente afora, como ocorreu no famigerado Plano Col&amp;#244;mbia ou no acordo para a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o - por tropas norte-americanas - da base de Manta, em vias de revoga&amp;#231;&amp;#227;o pelo novo governo do Equador (ver mat&amp;#233;ria nesta p&amp;#225;gina).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Quarta Frota foi constitu&amp;#237;da em 1943 com a finalidade de unir esfor&amp;#231;os dos pa&amp;#237;ses aliados da regi&amp;#227;o na guerra contra o nazi-fascismo. Tanto assim, que a mesma foi desativada pouco tempo depois do final da Segunda Guerra Mundial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PROVOCA&amp;#199;&amp;#195;O&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Parlasul re&amp;#250;ne parlamentares do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. A sess&amp;#227;o que rejeitou a recria&amp;#231;&amp;#227;o da frota ianque teve o senador brasileiro Dr. Rosinha (PT) como presidente. O parlamentar destacou: &amp;#8220;Entendemos que a reativa&amp;#231;&amp;#227;o da Quarta Frota &amp;#233; uma agress&amp;#227;o &amp;#224; soberania dos pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica do Sul. &amp;#201; uma provoca&amp;#231;&amp;#227;o militar&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O parlamentar argentino Roberto Godoy afirmou que a aprova&amp;#231;&amp;#227;o da proposta atende a motivos baseados na Hist&amp;#243;ria. &amp;#8220;J&amp;#225; ocorreram no nosso continente interven&amp;#231;&amp;#245;es diretas, que resultaram em ditaduras militares e depois interven&amp;#231;&amp;#245;es indiretas&amp;#8221;. O parlamentar Sa&amp;#250;l Ortega, da Venezuela, tamb&amp;#233;m apoiou a declara&amp;#231;&amp;#227;o, considerando a reativa&amp;#231;&amp;#227;o da Quarta Frota &amp;#8220;uma provoca&amp;#231;&amp;#227;o e uma amea&amp;#231;a &amp;#224; paz regional&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os parlamentares alertaram que a reativa&amp;#231;&amp;#227;o da frota implica em &amp;#8220;militariza&amp;#231;&amp;#227;o de conflitos e problemas regionais&amp;#8221; e pode gerar &amp;#8220;uma inseguran&amp;#231;a hemisf&amp;#233;rica&amp;#8221;, al&amp;#233;m de afrontar os &amp;#8220;esfor&amp;#231;os de integra&amp;#231;&amp;#227;o soberana da Am&amp;#233;rica do Sul&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A 4&amp;#170; Frota conta hoje com os 11 navios de guerra que integravam o Comando Sul, comandados pelo porta-avi&amp;#245;es nuclear George Washington. O governo dos EUA anunciou que as manobras de seus navios de guerra iniciam este m&amp;#234;s.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PETR&amp;#211;LEO&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na 35&amp;#170; Reuni&amp;#227;o de C&amp;#250;pula de Presidentes do Mercosul, realizada de 30 de junho em Tucum&amp;#225;n, Argentina, diversos chefes de Estado se pronunciaram contra esta a&amp;#231;&amp;#227;o provocativa. O presidente Lula informou que o governo brasileiro est&amp;#225; acompanhando esses desdobramentos e de que dera instru&amp;#231;&amp;#245;es ao Itamaraty e ao Minist&amp;#233;rio da Defesa para que exigissem explica&amp;#231;&amp;#245;es, por parte do governo dos EUA, a respeito do relan&amp;#231;amento da frota. &amp;#8220;Descobrimos petr&amp;#243;leo em toda a costa mar&amp;#237;tima brasileira. Queremos que os EUA expliquem isto, porque vivemos numa regi&amp;#227;o totalmente pac&amp;#237;fica. Nossa &amp;#250;nica guerra &amp;#233; contra a pobreza e a fome&amp;#8221;, afirmou Lula.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Devemos questionar, em bloco, o governo dos EUA por estar mandando a Quarta Frota &amp;#224; nossa regi&amp;#227;o&amp;#8221;, enfatizou o presidente da Venezuela, alertando para os &amp;#8220;objetivos dos EUA de apropriar-se dos recursos naturais dos pa&amp;#237;ses da regi&amp;#227;o&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Isso &amp;#233; uma amea&amp;#231;a para todos os pa&amp;#237;ses da regi&amp;#227;o, temos que ficar atentos&amp;#8221;, acrescentou Hugo Ch&amp;#225;vez.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A anfitri&amp;#227; do encontro, a presidente Cristina Kirchner, destacou a import&amp;#226;ncia de que os pa&amp;#237;ses da regi&amp;#227;o preservem e defendam seus recursos naturais, &amp;#8220;hoje na mira das grandes pot&amp;#234;ncias mundiais&amp;#8221;. O presidente da Bol&amp;#237;via, Evo Morales, declarou: &amp;#8220;A iniciativa dos EUA &amp;#233; intervencionista&amp;#8221;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para demonstrar o &amp;#8220;car&amp;#225;ter humanit&amp;#225;rio&amp;#8221; (como afirmou Condollezza Rice sobre a iniciativa), a frota, sediada em Mayport, na Fl&amp;#243;rida, ter&amp;#225; como comandante o almirante Joseph Kernan, que antes chefiava o Comando de T&amp;#225;ticas Especiais de Guerra Naval.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre as tropas sob comando de Joseph Kernan, antes de assumir a Quarta Frota, estavam as Navy SEALs, unidades que, assim como os Boinas Verdes, &amp;#8220;eram envolvidas nas a&amp;#231;&amp;#245;es diretas e encobertas da CIA com o entendimento de que as Conven&amp;#231;&amp;#245;es de Genebra e outras Leis Internacionais sobre Guerra deveriam ser postas de lado como necessidade para opera&amp;#231;&amp;#245;es de sucesso&amp;#8221;, afirma o tenente-coronel Daniel Marvin em seu texto &amp;#8220;A jornada de um soldado dentro da guerra encoberta&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O almirante James Stevenson, comandante das For&amp;#231;as Navais do Comando do Sul, declarou que &amp;#8220;o restabelecimento da Quarta Frota mandar&amp;#225; uma mensagem para toda a regi&amp;#227;o, n&amp;#227;o apenas &amp;#224; Venezuela&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;h4&gt;&amp;#8220;&amp;#201; uma frota de guerra&amp;#8221;, alerta a ministra da Defesa da Argentina&lt;/h4&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A ministra da Defesa da Argentina, Nilda Garr&amp;#233;, afirmou que &amp;#233; &amp;#8220;inexplic&amp;#225;vel&amp;#8221; que os Estados Unidos ativem sua &amp;#8220;frota de guerra&amp;#8221; em &amp;#8220;uma regi&amp;#227;o de paz&amp;#8221;, como o continente americano. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;&amp;#201; inexplic&amp;#225;vel que tenhamos esse an&amp;#250;ncio&amp;#8221;, afirmou a ministra, &amp;#8220;porque esta &amp;#233; uma regi&amp;#227;o de paz e nos chama a aten&amp;#231;&amp;#227;o que um pa&amp;#237;s extra-regional envie sua frota de guerra&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A ministra se referiu &amp;#224; frota, que o governo dos EUA quer fazer navegar nas &amp;#225;guas da Am&amp;#233;ricas do Sul e do Caribe, rejeitando a enganosa manobra de encobrir as amea&amp;#231;as sob o argumento de que s&amp;#243; ser&amp;#225; &amp;#8220;usada para tarefas humanit&amp;#225;rias&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Para n&amp;#243;s, &amp;#233; uma frota de guerra&amp;#8221;, reiterou a ministra Nilda Garr&amp;#233;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6778705909451553224?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6778705909451553224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6778705909451553224&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6778705909451553224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6778705909451553224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/4-frota-afronta-integrao-soberana-da.html' title='4ª Frota é afronta à integração soberana da América do Sul'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8439569446717978075</id><published>2008-07-31T17:14:00.001-03:00</published><updated>2008-07-31T17:14:51.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>Hugo Chávez passa a limpo pendência com rei Juan Carlos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente da Venezuela, Hugo Ch&amp;#225;vez, foi recebido pelo rei espanhol Juan Carlos, na sexta-feira 25, para discutir projetos de coopera&amp;#231;&amp;#227;o energ&amp;#233;tica e para reconciliarem-se publicamente. O incidente em que o monarca perdeu a calma e pediu que Ch&amp;#225;vez se calasse ocorreu na C&amp;#250;pula Ibero-Americana, em novembro do ano passado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a visita ao Pal&amp;#225;cio Marivent, em Mallorca, Ch&amp;#225;vez foi recebido por um sorridente Juan Carlos e ambos trocaram um forte aperto de m&amp;#227;os &amp;#8211; fazendo quest&amp;#227;o de mostrar que colocaram um fim &amp;#224;s desaven&amp;#231;as.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O rei e eu, Juan Carlos e eu, sempre fomos bons amigos, sempre, todos estes anos que levamos compartilhando fun&amp;#231;&amp;#245;es de chefe de Estado&amp;#8221;, afirmou Ch&amp;#225;vez em entrevista &amp;#224; televis&amp;#227;o espanhola.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ch&amp;#225;vez descreveu que durante o encontro foram discutidos &amp;#8220;assuntos muito importantes, o tema energ&amp;#233;tico e o da diretiva de retorno&amp;#8221;, [a orienta&amp;#231;&amp;#227;o aprovada no Parlamento Europeu para restringir a imigra&amp;#231;&amp;#227;o].&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O rei &amp;#233; um senhor muito brincalh&amp;#227;o, faz travessuras, e ent&amp;#227;o me disse que ia me dar um presente&amp;#8221;, explicou Ch&amp;#225;vez sobre a camisa que recebeu do rei espanhol com a frase &amp;#8220;Por qu&amp;#233; no te callas?&amp;#8221;. Depois do encontro com Juan Carlos, o presidente venezuelano voou at&amp;#233; Madri para reunir-se com o primeiro-ministro Zapatero, onde debateram a colabora&amp;#231;&amp;#227;o em &amp;#225;reas como imigra&amp;#231;&amp;#227;o e energia. &amp;#8220;Obrigado pelo carinho com que voc&amp;#234;s nos receberam&amp;#8221;, afirmou Ch&amp;#225;vez ao lado de Zapatero.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8439569446717978075?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8439569446717978075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8439569446717978075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8439569446717978075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8439569446717978075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/hugo-chvez-passa-limpo-pendncia-com-rei.html' title='Hugo Chávez passa a limpo pendência com rei Juan Carlos'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7157888945918991832</id><published>2008-07-15T21:46:00.000-03:00</published><updated>2008-07-15T21:46:24.795-03:00</updated><title type='text'>Emergentes entram no jogo: BRICs X G8</title><content type='html'>A crise mundial está produzindo dois fenômenos envolvendo, de um lado, países desenvolvidos; e de outro, os emergentes (Brasil, China, Índia e Rússia).&lt;br /&gt;O primeiro é sobre quem paga a conta da crise atual. O segundo, sobre como será o mundo daqui para diante, qual o novo perfil da economia mundial com uma crise que permitirá a emergência de novos atores globais.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.projetobr.com.br/web/guest/exibirartigo?companyId=communis.com.br&amp;amp;articleId=3183"&gt;projetobr.ig.com.br - Artigo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7157888945918991832?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.projetobr.com.br/web/guest/exibirartigo?companyId=communis.com.br&amp;articleId=3183' title='Emergentes entram no jogo: BRICs X G8'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7157888945918991832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7157888945918991832&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7157888945918991832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7157888945918991832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/emergentes-entram-no-jogo-brics-x-g8.html' title='Emergentes entram no jogo: BRICs X G8'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2247139904111627958</id><published>2008-07-15T21:09:00.001-03:00</published><updated>2008-07-15T21:09:38.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Rússia e China barram sanções contra Zimbábue no CS da ONU</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&amp;#8220;A situa&amp;#231;&amp;#227;o no Zimb&amp;#225;bue n&amp;#227;o amea&amp;#231;a a paz nem a seguran&amp;#231;a regional, muito menos a internacional&amp;#8221;, afirmou o embaixador russo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A tentativa dos Estados Unidos de ampliar as san&amp;#231;&amp;#245;es contra o Zimb&amp;#225;bue, com base em n&amp;#227;o reconhecimento do processo eleitoral vivido recentemente pelo pa&amp;#237;s africano que reelegeu o l&amp;#237;der da liberta&amp;#231;&amp;#227;o nacional, Robert Mugabe, foi barrada atrav&amp;#233;s do veto da R&amp;#250;ssia e da China no Conselho de Seguran&amp;#231;a da ONU.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;A ONU teria criado um precedente perigoso, abrindo caminho para a interfer&amp;#234;ncia do Conselho de Seguran&amp;#231;a nos assuntos internos de Estados em conex&amp;#227;o com eventos pol&amp;#237;ticos em grosseira viola&amp;#231;&amp;#227;o da Carta de Funda&amp;#231;&amp;#227;o da ONU&amp;#8221;, destacou a delega&amp;#231;&amp;#227;o russa ao justificar sua decis&amp;#227;o, tomada na reuni&amp;#227;o do dia 11 de julho, na sede da ONU em Nova Iorque. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;A situa&amp;#231;&amp;#227;o no Zimb&amp;#225;bue n&amp;#227;o amea&amp;#231;a a paz nem a seguran&amp;#231;a regional, muito menos a internacional&amp;#8221;, acrescentou o embaixador da R&amp;#250;ssia, Vitaly Churkin. &amp;#8220;Estamos convencidos que os problemas internos do Zimb&amp;#225;bue devam ser solucionados atrav&amp;#233;s do di&amp;#225;logo pol&amp;#237;tico entre o governo do Zimb&amp;#225;bue e a oposi&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#8221;, acrescentou Churkin.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;G8&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de ter frustrada sua tentativa de aprovar cr&amp;#237;ticas ao Zimb&amp;#225;bue, sem obter aval da &amp;#193;frica do Sul e outros pa&amp;#237;ses do continente - chamados ao G8 para lhe fazer coro - e ap&amp;#243;s colher nova derrota na ONU, o embaixador de Bush no organismo declarou que a posi&amp;#231;&amp;#227;o Russa era &amp;#8220;perturbadora&amp;#8221; e tentou amea&amp;#231;ar:&amp;#160; &amp;#8220;A posi&amp;#231;&amp;#227;o da R&amp;#250;ssia questiona sua confiabilidade como parceiro do G8&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;As cr&amp;#237;ticas dos EUA e da Inglaterra &amp;#233; que s&amp;#227;o inaceit&amp;#225;veis&amp;#8221;, afirmou o embaixador russo. &amp;#8220;Os representantes destes pa&amp;#237;ses declararam que o nosso voto traiu os acordos do G8 em T&amp;#243;quio. &amp;#201; a representa&amp;#231;&amp;#227;o dos EUA e Inglaterra de uma proposta de resolu&amp;#231;&amp;#227;o inadequada, que fere a abordagem coletiva expressa no Jap&amp;#227;o, e que n&amp;#227;o menciona nenhum movimento como o que eles realizaram no Conselho de Seguran&amp;#231;a da ONU&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A R&amp;#250;ssia &amp;#8220;est&amp;#225; firmemente convencida de que os problemas do Zimb&amp;#225;bue n&amp;#227;o podem ser resolvidos elevando-os &amp;#224; categoria de amea&amp;#231;a &amp;#224; paz e &amp;#224; seguran&amp;#231;a&amp;#8221;, concluiu Churkin.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O veto da R&amp;#250;ssia foi acompanhado pela China, cujo embaixador, Guangya Wang, afirmou: &amp;#8220;A preocupa&amp;#231;&amp;#227;o do meu governo &amp;#233; que a ado&amp;#231;&amp;#227;o desta resolu&amp;#231;&amp;#227;o seria contraproducente para as iniciativas e esfor&amp;#231;os realizados pelos africanos para encontrar uma solu&amp;#231;&amp;#227;o no Zimb&amp;#225;bue. Neste momento, h&amp;#225; negocia&amp;#231;&amp;#245;es e di&amp;#225;logo na &amp;#193;frica do Sul que necessitam nossa ajuda, mas n&amp;#227;o com uma resolu&amp;#231;&amp;#227;o deste tipo&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A &amp;#193;frica do Sul, a L&amp;#237;bia e o Vietn&amp;#227; tamb&amp;#233;m se opuseram &amp;#224; resolu&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#8211; que tampouco contou com o apoio da Indon&amp;#233;sia, que preferiu se abster. Votaram com a proposta norte-americana, al&amp;#233;m da Inglaterra, Buskina Fasso, Costa Rica, Panam&amp;#225;, Cro&amp;#225;cia, It&amp;#225;lia, Fran&amp;#231;a e B&amp;#233;lgica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com a proposta, os EUA queriam que as san&amp;#231;&amp;#245;es impostas ao Zimb&amp;#225;bue desde 2001 se ampliassem, que os ativos zimbabuanos fora do pa&amp;#237;s fossem congelados e que o presidente Mugabe e outras 13 lideran&amp;#231;as nacionais fossem impedidos de viajar para fora das fronteiras de seu pa&amp;#237;s.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O embaixador do Zimb&amp;#225;bue, Boniface Chidyausiku, destacou que a situa&amp;#231;&amp;#227;o do pa&amp;#237;s n&amp;#227;o representa uma amea&amp;#231;a &amp;#224; paz nem &amp;#224; seguran&amp;#231;a e portanto n&amp;#227;o compete sua discuss&amp;#227;o no Conselho de Seguran&amp;#231;a da ONU.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;UNIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os governos dos EUA e da Inglaterra queriam anular a vit&amp;#243;ria da unidade do povo obtida no segundo turno das elei&amp;#231;&amp;#245;es presidenciais no Zimb&amp;#225;bue, quando mais de 2 milh&amp;#245;es votaram em Robert Mugabe, contra pouco mais de 200 mil a favor do candidato das duas pot&amp;#234;ncias imperiais, Morgan Tsvangirai. Pressentindo a derrota acachapante que o esperava, Tsvangirai retirou sua candidatura dias antes. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;EUA e Inglaterra queriam expandir e legitimar atrav&amp;#233;s da resolu&amp;#231;&amp;#227;o na ONU sua agress&amp;#227;o ao Zimb&amp;#225;bue com a imposi&amp;#231;&amp;#227;o de san&amp;#231;&amp;#245;es desde 2001, quando Mugabe comandou uma ampla reforma agr&amp;#225;ria distribuindo terras dos ex-colonos aos que comp&amp;#245;em a maioria no campo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ali&amp;#225;s, foram os pr&amp;#243;prios integrantes do partido de Tsvangirai que assumiram que a reforma seria desfeita uma vez conquistado o governo pelo MDC, seu partido. Declara&amp;#231;&amp;#245;es estas que serviram para alertar o povo para os riscos de volta do pa&amp;#237;s &amp;#224; condi&amp;#231;&amp;#227;o de col&amp;#244;nia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O intento de destruir a reforma agr&amp;#225;ria de Mugabe ficou evidente quando a pr&amp;#243;pria resolu&amp;#231;&amp;#227;o apresentada pelos EUA na ONU &amp;#8211; cujo pretexto era a contraposi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; viol&amp;#234;ncia governamental no processo eleitoral &amp;#8211; destaca, no entanto, acusa&amp;#231;&amp;#245;es ao ministro da Agricultura (no per&amp;#237;odo em que ocorreu a reforma), Joseph Made, por supostamente &amp;#8220;destruir o setor agr&amp;#237;cola e o com&amp;#233;rcio rural&amp;#8221;, acusa&amp;#231;&amp;#227;o injusta e sem nenhuma rela&amp;#231;&amp;#227;o com a alegada viol&amp;#234;ncia eleitoral que teria ocorrido durante o pleito recente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O analista pol&amp;#237;tico zimbabuano, Maxwell Hove, em entrevista &amp;#224; revista Sunday Mail, publicada no pa&amp;#237;s, defendeu a reforma e apontou as reais inten&amp;#231;&amp;#245;es dos que propuseram a resolu&amp;#231;&amp;#227;o contra o pa&amp;#237;s: &amp;#8220;O que eles chamam de destrui&amp;#231;&amp;#227;o da agricultura do Zimb&amp;#225;bue foi o poder entregue ao povo. Assim sendo, as san&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o para atingir a reforma agr&amp;#225;ria e reverter suas conquistas&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Governo Mugabe denuncia objetivo das san&amp;#231;&amp;#245;es contra o pa&amp;#237;s:&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h4&gt;&amp;#8220;Os EUA e a Inglaterra queriam usar a ONU para instalar um regime de marionetes em nosso pa&amp;#237;s&amp;#8221;&lt;/h4&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente do Zimb&amp;#225;bue, Robert Mugabe, afirmou estar &amp;#8220;feliz&amp;#8221; com o veto da China e da R&amp;#250;ssia &amp;#224; tentativa de imposi&amp;#231;&amp;#227;o de mais san&amp;#231;&amp;#245;es ao pa&amp;#237;s.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O ministro da Informa&amp;#231;&amp;#227;o do Zimb&amp;#225;bue, Sikhanysio Ndlovu, transmitiu em nome do governo o reconhecimento ao veto dos dois pa&amp;#237;ses no Conselho de Seguran&amp;#231;a.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;Gostar&amp;#237;amos de agradecer aos pa&amp;#237;ses que nos apoiaram nas Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas, e gostar&amp;#237;amos de dizer a estes pa&amp;#237;ses que n&amp;#227;o vamos desapont&amp;#225;-los no encaminhamento para uma solu&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;pria de nossos problemas&amp;#8221; afirmou o ministro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O veto de ontem nas Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas foi uma vit&amp;#243;ria diplom&amp;#225;tica internacional, n&amp;#227;o apenas para o Zimb&amp;#225;bue, mas para toda a &amp;#193;frica, a Comunidade para o Desenvolvimento do Sul da &amp;#193;frica e os pa&amp;#237;ses em desenvolvimento&amp;#8221;, acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ndlovu tamb&amp;#233;m transmitiu o agradecimento &amp;#8220;ao presidente sul-africano Thabo Mbeki, que se mostrou um l&amp;#237;der por excel&amp;#234;ncia ao n&amp;#227;o se curvar &amp;#224;s press&amp;#245;es internacionais e &amp;#224;s maquina&amp;#231;&amp;#245;es lideradas pelos EUA e Inglaterra&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O ministro disse que a vit&amp;#243;ria foi &amp;#8220;bem-vinda, pois EUA e Inglaterra queriam usar a ONU com a finalidade de abrir espa&amp;#231;o para instalar um regime de marionetes a seu servi&amp;#231;o em nosso pa&amp;#237;s. Queriam praticar o racismo internacional na ONU e a entidade se recusou a isso. N&amp;#227;o somos uma col&amp;#244;nia brit&amp;#226;nica, estamos felizes de que a raz&amp;#227;o prevaleceu, e esperamos que tais coisas nunca aconte&amp;#231;am novamente&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A &amp;#193;frica do Sul tamb&amp;#233;m saudou o veto da R&amp;#250;ssia e China. Ronnie Mamoepa, porta-voz do Minist&amp;#233;rio de Assuntos Exteriores da &amp;#193;frica do Sul, declarou que seu pa&amp;#237;s votou contra a proposta dos EUA em acordo com a recente decis&amp;#227;o da c&amp;#250;pula da Uni&amp;#227;o Africana de &amp;#8220;encorajar o presidente Robert Mugabe e l&amp;#237;deres do MDC a iniciarem o di&amp;#225;logo para a estabilidade e reconcilia&amp;#231;&amp;#227;o do povo do Zimb&amp;#225;bue&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;Alfabetiza&amp;#231;&amp;#227;o chega a 95% no Zimb&amp;#225;bue&lt;/h5&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;N&amp;#227;o foram a ONU, os Estados Unidos, a Gr&amp;#227; Bretanha nem o G-8 os que expulsaram a ditadura dos racistas do poder no Zimb&amp;#225;bue, mas a luta armada de dois movimentos de liberta&amp;#231;&amp;#227;o; um liderado por Joshua Nkomo e outro por Robert Mugabe, que em 1976 se uniram para criar a Frente Patri&amp;#243;tica, proclamando a independ&amp;#234;ncia em 1980&amp;#8221; afirmou Jorge G&amp;#243;mez Barata, professor, jornalista e pesquisador cubano, se referindo &amp;#224; tentativa fracassada de Washington de aplicar mais san&amp;#231;&amp;#245;es contra o pa&amp;#237;s africano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O que os EUA e Londres querem n&amp;#227;o &amp;#233; um Zimb&amp;#225;bue mais democr&amp;#225;tico, eles querem &amp;#233; um Zimb&amp;#225;bue servil&amp;#8221;, assinalou, mostrando que o verdadeiro motivo dos ataques &amp;#233; que as enormes riquezas minerais que existem na regi&amp;#227;o s&amp;#227;o defendidas por um governo soberano, que n&amp;#227;o aceita voltar ao dom&amp;#237;nio colonial.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor cubano lembra que esteve no pa&amp;#237;s em 1980. &amp;#8220;Depois de um complicado processo e de uma intensa luta armada, catorze anos antes que Nelson Mandela sa&amp;#237;sse do c&amp;#225;rcere, em meio &amp;#224; guerra em Angola, proclamou-se a independ&amp;#234;ncia do Zimb&amp;#225;bue e Robert Mugabe, um negro, assumiu a Presid&amp;#234;ncia num dos dois pa&amp;#237;ses governados por brancos na &amp;#193;frica Negra, alma g&amp;#234;mea da &amp;#193;frica do Sul&amp;#8221;, sublinhou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ressaltando as dificuldades, o peso na economia e os privil&amp;#233;gios dos brancos num pa&amp;#237;s em que o apartheid tinha sido banido, mas ainda o marcava, G&amp;#243;mez apontou &amp;#8220;a habilidade e intelig&amp;#234;ncia de Mugabe para aplicar pol&amp;#237;ticas econ&amp;#244;micas e sociais apropriadas, com as quais a popula&amp;#231;&amp;#227;o negra conquistava impressionantes avan&amp;#231;os&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O governo tornou a educa&amp;#231;&amp;#227;o um direito humano b&amp;#225;sico, construiu muitas escolas nas &amp;#225;reas rurais e bairros pobres urbanos e, hoje, o Zimb&amp;#225;bue &amp;#233; a na&amp;#231;&amp;#227;o com mais alto &amp;#237;ndice de educa&amp;#231;&amp;#227;o de toda a &amp;#193;frica, com o maior n&amp;#237;vel de alfabetiza&amp;#231;&amp;#227;o que atinge cerca de 95%. &amp;#8220;Numa d&amp;#233;cada se obtiveram enormes avan&amp;#231;os sociais e culturais, se reduziu a mortalidade infantil a 60 por mil nascimentos, se atingiu a maior m&amp;#233;dia de vida de toda a &amp;#193;frica e se avan&amp;#231;ou na luta contra a fome e a pobreza&amp;#8221;, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O jornalista assinalou que, &amp;#8220;agravadas pela desintegra&amp;#231;&amp;#227;o da Uni&amp;#227;o Sovi&amp;#233;tica, na d&amp;#233;cada de 90, fortes san&amp;#231;&amp;#245;es inglesas e norte-americanas trouxeram tempos dif&amp;#237;ceis para o povo do Zimb&amp;#225;bue, cujo governo reagiu no mesmo esp&amp;#237;rito revolucion&amp;#225;rio que o manteve e o levou &amp;#224; vit&amp;#243;ria durante a luta de liberta&amp;#231;&amp;#227;o nacional. Diante da hostilidade imperialista, tem buscado desenvolver solu&amp;#231;&amp;#245;es nacionais para fazer com que o pa&amp;#237;s cres&amp;#231;a&amp;#8221;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O governo do presidente Mugabe dirigiu um programa acelerado de reforma agr&amp;#225;ria a partir do ano 2000, vinte anos depois da independ&amp;#234;ncia. A demora em iniciar este programa foi provocada pela Constitui&amp;#231;&amp;#227;o imposta sobre o Zimb&amp;#225;bue durante as negocia&amp;#231;&amp;#245;es de paz de 1979. Foram negocia&amp;#231;&amp;#245;es que levaram &amp;#224;s elei&amp;#231;&amp;#245;es e &amp;#224; independ&amp;#234;ncia do pa&amp;#237;s. Por&amp;#233;m, a Constitui&amp;#231;&amp;#227;o continha cl&amp;#225;usulas que proibiam a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o e redistribui&amp;#231;&amp;#227;o de terras nos dez primeiros anos depois da independ&amp;#234;ncia. Ap&amp;#243;s expirar as cl&amp;#225;usulas restritivas nos anos 90, as tentativas do governo de adquirir e redistribuir terra se depararam com uma intransig&amp;#234;ncia dos fazendeiros e do governo ingl&amp;#234;s, que se recusou a liberar recursos de acordo com seus compromissos firmados. Em 1998, camponeses e veteranos da guerra de liberta&amp;#231;&amp;#227;o deram in&amp;#237;cio &amp;#224; ocupa&amp;#231;&amp;#227;o das terras dos fazendeiros em todo o pa&amp;#237;s.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As dificuldades de contar com sementes, &amp;#225;gua, fertilizantes, ferramentas, t&amp;#233;cnicos, m&amp;#225;quinas, e cr&amp;#233;ditos, fruto da inger&amp;#234;ncia externa, atrasaram o desenvolvimento, &amp;#8220;circunst&amp;#226;ncia aproveitada por uma oposi&amp;#231;&amp;#227;o oportunista que nunca fez nada pelo pa&amp;#237;s e agora assume os interesses dos descendentes dos colonialistas e acena aos EUA e a Londres&amp;#8221;, denunciou o professor cubano, frisando que a pol&amp;#237;tica do Zimb&amp;#225;bue &amp;#8220;concerne s&amp;#243; ao seu povo&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2247139904111627958?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2247139904111627958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2247139904111627958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2247139904111627958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2247139904111627958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/rssia-e-china-barram-sanes-contra.html' title='Rússia e China barram sanções contra Zimbábue no CS da ONU'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-644974509867028358</id><published>2008-07-08T20:20:00.001-03:00</published><updated>2008-07-08T20:20:19.842-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>Sistema antimíssil dos EUA na Europa é rejeitado pela Rússia</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O presidente da R&amp;#250;ssia, Dmitri Medvedev, advertiu George W. Bush durante a reuni&amp;#227;o do G8 que a instala&amp;#231;&amp;#227;o de um sistema antim&amp;#237;sseis dos EUA na Europa &amp;#233; &amp;#8220;completamente inaceit&amp;#225;vel&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Medvedev expressou &amp;#8220;s&amp;#233;rias preocupa&amp;#231;&amp;#245;es&amp;#8221; sobre a inten&amp;#231;&amp;#227;o dos EUA de instalar o sistema na Rep&amp;#250;blica Tcheca e na Pol&amp;#244;nia, pr&amp;#243;ximos &amp;#224; fronteira com a R&amp;#250;ssia. O presidente russo tamb&amp;#233;m lamentou &amp;#8220;a aus&amp;#234;ncia de progressos reais&amp;#8221; nas negocia&amp;#231;&amp;#245;es com o governo norte-americano sobre o assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#8220;O Presidente russo expressou abertamente a suas s&amp;#233;rias inquieta&amp;#231;&amp;#245;es a prop&amp;#243;sito de informa&amp;#231;&amp;#245;es na imprensa sobre as conversa&amp;#231;&amp;#245;es entre os EUA e a Litu&amp;#226;nia sobre a poss&amp;#237;vel instala&amp;#231;&amp;#227;o de bases antim&amp;#237;sseis&amp;#8221;, segundo destacou o conselheiro diplom&amp;#225;tico, Sergue&amp;#239; Prikhodko, sobre o encontro dos de Medvedev e Bush, durante a reuni&amp;#227;o do G8 no Jap&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As negocia&amp;#231;&amp;#245;es entre Pol&amp;#244;nia e EUA para a instala&amp;#231;&amp;#227;o do sistema de m&amp;#237;sseis apresentaram algumas dificuldades no &amp;#250;ltimo per&amp;#237;odo. Diante desta situa&amp;#231;&amp;#227;o, o governo Bush iniciou discuss&amp;#245;es com a Litu&amp;#226;nia. O representante do Departamento de Estado norte-americano, John Rood, esteve na Litu&amp;#226;nia em junho.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-644974509867028358?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/644974509867028358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=644974509867028358&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/644974509867028358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/644974509867028358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/sistema-antimssil-dos-eua-na-europa.html' title='Sistema antimíssil dos EUA na Europa é rejeitado pela Rússia'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5799562192178781736</id><published>2008-07-02T21:39:00.002-03:00</published><updated>2008-07-02T21:40:41.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mercosul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Sul'/><title type='text'>Mercosul critica subsídios e especulação financeira</title><content type='html'>&lt;p&gt;CRISE DOS ALIMENTOS&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Reunidos na Argentina, países que integram o bloco sul-americano fizeram duras críticas ao protecionismo de países desenvolvidos, principalmente Estados Unidos, União Européia e Japão, os que mais subsidiam a produção e exportação de produtos agrícolas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Marcela Valente - IPS&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a&gt;Data: 02/07/2008&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;SAN MIGUEL DE TUCUMÁN, Argentina – Os presidentes dos países que formam o Mercosul, grandes exportadores agropecuários, responsabilizaram ontem pela carestia alimentar mundial os subsídios do mundo rico e a especulação financeira. Reunidos na capital da província argentina de Tucumán, os mandatários de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Venezuela, junto com chanceleres do Equador, México e Peru, expressaram sua “preocupação pela situação alimentar mundial”.&lt;br /&gt;O Mercosul é formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A Venezuela ainda não completou seu processo de integração e Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru são membros associados, status também desejado pelo México que, enquanto isso, participa na qualidade de observador. O presidente venezuelano Hugo Chávez propôs criar um fundo para emergências alimentares financiado com a contribuição de um dólar para cada barril de petróleo vendido acima dos US$ 100. De acordo com um rápido cálculo que fez, com a colaboração da Venezuela seriam arrecadados US$ 920 milhões por ano, já que este país exporta 2,8 milhões de barris diários, segundo dados oficiais.&lt;br /&gt;Os demais governantes se centraram nas causas da crise dos alimentos e expuseram duras críticas ao protecionismo de países desenvolvidos, principalmente Estados Unidos, União Européia e Japão, os que mais subsidiam a produção e exportação de produtos agrícolas. Várias reuniões paralelas de organizações da sociedade civil também carregaram na tinta quanto à necessidade de garantir a soberania alimentar da região, e propuseram que isso seja feito não apenas com assistência, mas com a criação de emprego decente.&lt;br /&gt;Na declaração de encerramento do encontro os presidentes lamentaram a fome que afeta “quase 900 milhões de pessoas no mundo”, mas, disseram que “a causa principal da crise é estrutural e atende causada pelos subsídios à produção, exportação e outras barreiras” aplicadas pelo Norte industrial. Os governantes se comprometeram a “continuar trabalhando” para obter um “resultado justo e equilibrado” na Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio, em busca de um “nível de ambição elevado no acesso aos mercados para a agricultura e os bens industriais”.&lt;br /&gt;A presidente chilena, Michelle Bachelet, garantiu que um final positivo dessa rodada multilateral, destinada a liberalizar os mercados agrícolas, industriais e de serviços, “permitirá aumentar a oferta e baixar os preços dos alimentos”. Sua colega da Argentina, Cristina Fernández, centrou-se em outra causa da crise: a quebra do mercado hipotecário norte-americano, que teve um impacto financeiro nesse país e na Europa, levando os especuladores a “apostarem” em commodities (produtos básicos), afirmou.&lt;br /&gt;A presidente descartou que a América do Sul, exportadora de alimentos, empurre os preços para cima. Tampouco concordou em “culpar” os países em desenvolvimento que aumentaram sua demanda, como China, Índia e outras nações asiáticas. “Parece que o problema é que muita gente que antes não comia, ou comia uma vez por dia, agora come”, ironizou. Fernández recordou que junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, no começo de junho, de uma cúpula alimentar da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), onde se falou dos efeitos perniciosos dos subsídios agrícolas, mas, nas conclusões, “não conseguimos colocar uma frase sobre esse assunto”, ressaltou.&lt;br /&gt;“Temos de nos colocar como região diante destes problemas”, disse Fernández e destacou que os países do bloco regional e seus associados não estão crescendo, mas têm mais consumo interno de alimentos e, entretanto, aumentam o volume de produção e exportações. Lula pediu a criação de um grupo de alto nível para discutir segurança alimentar. Nesse grupo, que deve ter “extrema qualidade cientifica e técnica”, os integrantes podem estimar o impacto dos diferentes biocombustíveis na oferta de alimentos.&lt;br /&gt;O presidente Lula está preocupado em diferenciar o combustível eficiente fabricado no Brasil à base de cana-de-açúcar, o etanol, do que é feito a partir do milho nos Estados Unidos, protegido com subvenções internas e barreiras alfandegárias. A respeito da especulação financeira, ordenou a um grupo de economistas investigar os chamados mercados futuro. “O que há por trás disso?”, perguntou. “Pode ser extremamente grave um produtor vender sem produzir o que vai colher dentro de três anos”, alertou.&lt;br /&gt;O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, também protestou porque “se tenta fazer com que os países que produzem alimentos apareçam como responsáveis pela crise. Nos pedem para abrirmos nossas economias, mas eles fixam objetivos, cotas e fecham seus mercados”, afirmou. Bachelet recordou que a carestia de alimentos ameaça expandir a pobreza e atenta contra a luta para acabar com a fome, a mortalidade infantil e materna, que são parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com os quais a comunidade internacional se comprometeu em 2000. O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou que a alimentação “é um direito humano básico” e que é obrigação dos governos tornar isso efetivo. “Há grupos que especulam, empresários que só pensam no dinheiro, mas se deve dar uma resposta aos nossos povos”, ressaltou. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5799562192178781736?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5799562192178781736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5799562192178781736&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5799562192178781736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5799562192178781736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/mercosul-critica-subsdios-e-especulao.html' title='Mercosul critica subsídios e especulação financeira'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1461387301164036905</id><published>2008-07-02T21:29:00.001-03:00</published><updated>2008-07-02T21:29:14.574-03:00</updated><title type='text'>Fashion Week, máfias e trabalho escravo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;ALTAMIRO BORGES*&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nas duas &amp;#250;ltimas semanas, as elites opulentas e os apreciadores da alta costura se deliciaram com os desfiles de moda no Rio de Janeiro e S&amp;#227;o Paulo, a paparicada Fashion Week. Jornais gastaram toneladas de papel para comentar cada grife nas passarelas. J&amp;#225; as televis&amp;#245;es, com destaque para a TV Globo, ocuparam os espa&amp;#231;os nobres com suas reportagens consumistas e hedonistas bem ao gosto dos rica&amp;#231;os. No mesmo per&amp;#237;odo, a m&amp;#237;dia burguesa fez de tudo para desqualificar a greve de 230 mil professores paulistas, &amp;#8220;que tumultuou o tr&amp;#226;nsito dos que foram ao desfile na capital&amp;#8221;. A vis&amp;#227;o classista da imprensa ficou escancarada nestas duas coberturas &amp;#8220;jornal&amp;#237;sticas&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sem desprezar a criatividade dos estilistas brasileiros e as peculiaridades desta ind&amp;#250;stria no pa&amp;#237;s, seria sensato que a m&amp;#237;dia n&amp;#227;o tratasse com tanto glamour este badalado mundo da moda. O livro Camorra, de Roberto Saviano, ajuda a desmistificar este setor altamente lucrativo. Lan&amp;#231;ado em 2006 na It&amp;#225;lia, traduzido em 47 pa&amp;#237;ses e com 1 milh&amp;#227;o de exemplares vendidos, ele descortina os bastidores deste &amp;#8220;neg&amp;#243;cio&amp;#8221;. Para isso, o jornalista italiano se infiltrou na Camorra, a organiza&amp;#231;&amp;#227;o criminosa sediada em N&amp;#225;poles que j&amp;#225; suplantou a m&amp;#225;fia siciliana em movimenta&amp;#231;&amp;#245;es financeiras. Ap&amp;#243;s sofrer um atentado a bomba, hoje ele vive sob escolta policial e utiliza carros blindados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Valentino, Versace, Prada e Armani&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na sua corajosa pesquisa, Saviano descobriu que um dos bra&amp;#231;os da m&amp;#225;fia camorrista se estende &amp;#224; ind&amp;#250;stria da moda. Ele comprova que famosas grifes terceirizam a sua produ&amp;#231;&amp;#227;o junto ao sistema fabril controlado pela Camorra. Muitas confec&amp;#231;&amp;#245;es inclusive utilizam m&amp;#227;o-de-obra de imigrantes ilegais, com base no trabalho escravo. Como aponta Walter Maierovitch, numa resenha do livro para a revista Carta Capital, a obra &amp;#8220;acertou em cheio grandes grifes mundiais, como Valentino, Versace, Prada e Armani. Essas empresas desfrutaram deste esquema ilegal, protegendo-se da responsabilidade criminal por meio do rid&amp;#237;culo argumento do &amp;#8216;terceirizei e basta&amp;#8217;&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Somente ap&amp;#243;s a repercuss&amp;#227;o do livro e as den&amp;#250;ncias da Procuradoria Antim&amp;#225;fia da It&amp;#225;lia, algumas destas bilion&amp;#225;rias empresas come&amp;#231;aram a criticar o mercado pirata da moda. A omiss&amp;#227;o, segundo Saviano, teria os seus motivos. &amp;#8220;Denunciar o grande mercado significava renunciar para sempre &amp;#224; m&amp;#227;o-de-obra a baixo custo que utilizavam. Os cl&amp;#227;s teriam, em repres&amp;#225;lia, fechado os canais de acesso &amp;#224;s confec&amp;#231;&amp;#245;es que controlam no pa&amp;#237;s e as do Leste Europeu e Oriente&amp;#8221;. O livro revela como uma empresa legal se comp&amp;#245;e com milhares de confec&amp;#231;&amp;#245;es do &amp;#8220;sistema Camorra&amp;#8221;. Cita os leil&amp;#245;es de modelos em escolas de N&amp;#225;poles com a presen&amp;#231;a de compradores das grifes mundiais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao destrinchar como funciona a Camorra, hoje uma poderosa &amp;#8220;multinacional&amp;#8221; com ramifica&amp;#231;&amp;#245;es em v&amp;#225;rios setores &amp;#8211; alta costura, drogas, contrabando e mercado financeiro &amp;#8211;, Saviano mostra as prec&amp;#225;rias condi&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho dos imigrantes ilegais e dos milhares de jovens desempregados, recrutados nas periferias napolitanas. No tr&amp;#225;fico de drogas, os jovens fazem entregas com motocicletas fornecidas pelos cl&amp;#227;s mafiosos. Depois de v&amp;#225;rias entregas, eles ganham a moto de presente e realizam um &amp;#8220;grande sonho, sem perceber que os capi lucraram muito mais&amp;#8221;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;* Jornalista, membro do Comit&amp;#234; Central do PCdoB e autor do livro rec&amp;#233;m-lan&amp;#231;ado &amp;#8220;Sindicalismo, resist&amp;#234;ncia e alternativas&amp;#8221;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1461387301164036905?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1461387301164036905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1461387301164036905&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1461387301164036905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1461387301164036905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/07/fashion-week-mfias-e-trabalho-escravo.html' title='Fashion Week, máfias e trabalho escravo'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5985481686707543545</id><published>2008-06-29T19:04:00.000-03:00</published><updated>2008-06-29T19:04:17.870-03:00</updated><title type='text'>Rússia e UE: parceiros a contra-gosto</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.parceria.nl/atualidade/europa/20080627eu_russiaue"&gt;Rússia e UE: parceiros a contra-gosto - Radio Nederland, a emissora internacional e independente da Holanda - Português&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5985481686707543545?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.parceria.nl/atualidade/europa/20080627eu_russiaue' title='Rússia e UE: parceiros a contra-gosto'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5985481686707543545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5985481686707543545&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5985481686707543545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5985481686707543545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/rssia-e-ue-parceiros-contra-gosto.html' title='Rússia e UE: parceiros a contra-gosto'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8869575824538187502</id><published>2008-06-26T21:05:00.001-03:00</published><updated>2008-06-26T21:08:36.983-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Auxiliadora - CMA - Canoas/Rs'/><title type='text'>NAS TELAS DO  CMA</title><content type='html'>&lt;p&gt;A Geografia e a História vão passar nas TELAS DO  CMA.&lt;br /&gt;Os alunos do Ensino Médio, futuros vestibulandos, estão convidados a aprofundar seus conhecimentos de história, através de filmes selecionados.&lt;br /&gt;O ciclo começa no dia 03 de julho de 2008 e vai até 05 de dezembro de 2008.&lt;br /&gt;Cada sessão, sempre as quintas-feiras, será precedida por uma palestra enfocando o tema central do filme.&lt;br /&gt;Horário: 18h às 21h.&lt;br /&gt;Onde: Auditório do CMA.&lt;br /&gt;Inscrições a partir de 23/06 – na secretaria - (VAGAS LIMITADAS)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;IDADE ANTIGA&lt;br /&gt;Ø      03/07 - 300 (Esparta) Debatedores:  Silmei e Ana.&lt;br /&gt;IDADE MÉDIA&lt;br /&gt;Ø      10/07 – O Nome da Rosa Debatedores: Silmei e Alvino.&lt;br /&gt;Ø      14/08 – A Cruzada Debatedores: Jeferson e Ana.&lt;br /&gt;IDADE MODERNA&lt;br /&gt;Ø      28/08 – Lutero Debatedores: Lucia e Laércio.&lt;br /&gt;Ø      11/09 – Syriana Debatedores: Jeferson e Fernando.&lt;br /&gt; Ø      25/09 – A Missão Debatedores: Lucia e Jeferson.&lt;br /&gt;IDADE CONTEMPORÂNEA&lt;br /&gt;Ø      09/10- O Grande Ditador Debatedores: Ana e Alvino.&lt;br /&gt;Ø      23/10 – Senhor das Armas Debatedores: Fernando e  Jeferson.&lt;br /&gt;Ø      06/11 – Jardineiro Fiel Debatedores: Fernando e  Jeferson.&lt;br /&gt;Ø      20/11 – Amistad Debatedores: Silmei.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8869575824538187502?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8869575824538187502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8869575824538187502&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8869575824538187502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8869575824538187502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/nas-telas-do-cma.html' title='NAS TELAS DO  CMA'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-8969397868177980925</id><published>2008-06-17T14:24:00.000-03:00</published><updated>2008-06-17T14:26:31.858-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><title type='text'>Mugabe denuncia ingerência dos EUA e Inglaterra na eleição presidencial do Zimbábue</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Os EUA entregam, por meios indiretos, US$ 7 milhões para a oposição”, denunciou o presidente Robert Mugabe&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Este país não voltará ao domínio nem ao controle dos colonizadores, nem direta, nem indiretamente”, afirmou o presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, na sexta-feira, dia 13, durante o funeral de um dos principais comandantes luta de libertação do país, general de exército, Amoth Chingombe.&lt;br /&gt;“Queremos mais uma vez deixar claro aos ingleses e americanos de que nós não nos sujeitamos”, acrescentou; “somos sujeitos de nós mesmos, pertencemos a nós mesmos”.&lt;br /&gt;“Estamos preparados para lutar e qualquer um que queira minar o programa de reforma agrária, um marco histórico do Zimbábue, está buscando e vai encontrar guerra”, alertou Mugabe.&lt;br /&gt;“No momento em que nos despedimos do general Chingombe, temos em mente que a soberania do Zimbábue, a bandeira que ele ergueu, está novamente ameaçada”, declarou o presidente.&lt;br /&gt;“Tornamo-nos o foco da cobiça da Inglaterra e dos EUA. No momento em que me dirijo a vocês, Bush entrega US$ 7 milhões para que a oposição faça uso. Dinheiro enviado por meios indiretos”, denunciou.&lt;br /&gt;“O primeiro-ministro, Gordon Brown, continua a intervir diariamente nos assuntos internos do Zimbábue como se fôssemos uma colônia permanente da Inglaterra”, afirmou.&lt;br /&gt;“Como povo, devemos definir fronteiras claras para a governância. Não pode ser legal santificar e celebrar a instituição da oposição se sua política vai contra a própria essência da nacionalidade. Não pode ser justo quando interesses de potências estrangeiras hostis tentam virar de cabeça para baixo e subverter a vontade de nosso povo, em nome da democracia. Certamente, democracia não pode significar o direito de penhorar a soberania. A soberania não é e nunca poderá ser propriedade de um estrangeiro”.&lt;br /&gt;Mugabe concluiu destacando que o general, a quem denominou de “instrutor dos instrutores” e que “ajudou a moldar o punho da resistência”, “onde quer que esteja agora, sorri, ao ver que a bandeira que ele uma vez levantou segue tremulando sem restrições nem impedimentos. Manter este juramento é o tributo mais adequado a Chingombe.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://www.horadopovo.com.br/"&gt;Hora do Povo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-8969397868177980925?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/8969397868177980925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=8969397868177980925&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8969397868177980925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/8969397868177980925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/mugabe-denuncia-ingerncia-dos-eua-e.html' title='Mugabe denuncia ingerência dos EUA e Inglaterra na eleição presidencial do Zimbábue'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-807671996297436377</id><published>2008-06-13T11:38:00.001-03:00</published><updated>2008-06-13T11:39:02.157-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>Principais elementos do Tratado de Lisboa Terra - Mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2002975-EI294,00.html"&gt;Principais elementos do Tratado de Lisboa Terra - Mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais elementos do novo tratado europeu, o Tratado de Lisboa, que substituirá o projeto de Constituição européia: - O Tratado de Reforma estipulado contém as emendas aos dois únicos tratados que o bloco vai conservar: o Tratado da União Européia e o Tratado sobre o funcionamento da UE.&lt;br /&gt;- Cria a figura de um presidente estável da União, eleito por um período de dois anos e meio, renovável uma vez.&lt;br /&gt;- Cria o novo cargo de Alto Representante da União para Relações Exteriores e a Política de Segurança, que será ao mesmo tempo vice-presidente da Comissão Européia e vai comandar um serviço de ação exterior.&lt;br /&gt;- Instaura um novo sistema para o cálculo da maioria qualificada na tomada de decisões. A "maioria dupla" será adiada, no entanto, até 1 de novembro de 2014, para atender à Polônia, que obtém outras garantias.&lt;br /&gt;- Desaparece o veto em 40 âmbitos de ação suplementares, entre eles asilo, imigração e cooperação policial e judicial.&lt;br /&gt;- A Comissão Européia (órgão executivo), hoje com 27 membros, terá no máximo dois terços do número de Estados-membros a partir de 2014.&lt;br /&gt;- Aumenta o poder de codecisão ou colegislação do Parlamento Europeu.&lt;br /&gt;- A Carta Européia de Direitos Fundamentais, que ocupava toda a parte II do Tratado constitucional, não faz parte do novo documento, que porém incluirá uma menção do seu caráter vinculativo.&lt;br /&gt;- O Reino Unido obtém importantes esclarecimentos e restrições na aplicação da Carta ao seu território, assim como a Polônia.&lt;br /&gt;- Maior papel dos Parlamentos nacionais.&lt;br /&gt;- Reconhecimento da iniciativa popular: 1 milhão de cidadãos podem pedir à Comissão uma medida legislativa.&lt;br /&gt;- A União Européia terá personalidade jurídica única.&lt;br /&gt;- Possibilidade dos Estados de abandonar a União.&lt;br /&gt;- Novo mecanismo automático de colaboração reforçada na cooperação policial e judicial.&lt;br /&gt;EFE&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-807671996297436377?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2002975-EI294,00.html' title='Principais elementos do Tratado de Lisboa Terra - Mundo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/807671996297436377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=807671996297436377&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/807671996297436377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/807671996297436377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/principais-elementos-do-tratado-de.html' title='Principais elementos do Tratado de Lisboa Terra - Mundo'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4084388245932026318</id><published>2008-06-13T11:35:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T11:37:18.440-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>Entenda o Tratado de Lisboa</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071213_tratadolisboaqanda.shtml"&gt;BBCBrasil.com  Reporter BBC  Entenda o Tratado de Lisboa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4084388245932026318?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071213_tratadolisboaqanda.shtml' title='Entenda o Tratado de Lisboa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4084388245932026318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4084388245932026318&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4084388245932026318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4084388245932026318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/entenda-o-tratado-de-lisboa.html' title='Entenda o Tratado de Lisboa'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7229482249847056963</id><published>2008-06-13T11:34:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T11:37:18.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>Tratado de Lisboa (2007)</title><content type='html'>&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Lisboa_(2007)"&gt;Tratado de Lisboa (2007) - Wikipédia, a enciclopédia livre&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7229482249847056963?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Lisboa_(2007)' title='Tratado de Lisboa (2007)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7229482249847056963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7229482249847056963&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7229482249847056963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7229482249847056963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/tratado-de-lisboa-2007.html' title='Tratado de Lisboa (2007)'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-311681630697360428</id><published>2008-06-13T11:32:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T11:37:18.442-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>EUROPA - O portal da União Europeia</title><content type='html'>&lt;a href="http://europa.eu/index_pt.htm"&gt;EUROPA - O portal da União Europeia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-311681630697360428?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://europa.eu/index_pt.htm' title='EUROPA - O portal da União Europeia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/311681630697360428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=311681630697360428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/311681630697360428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/311681630697360428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/europa-o-portal-da-unio-europeia.html' title='EUROPA - O portal da União Europeia'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-998719702002045127</id><published>2008-06-13T11:31:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T11:37:18.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>EUROPA - Tratado de Lisboa - O Tratado em poucas palavras</title><content type='html'>&lt;a href="http://europa.eu/lisbon_treaty/glance/index_pt.htm"&gt;EUROPA - Tratado de Lisboa - O Tratado em poucas palavras&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-998719702002045127?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://europa.eu/lisbon_treaty/glance/index_pt.htm' title='EUROPA - Tratado de Lisboa - O Tratado em poucas palavras'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/998719702002045127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=998719702002045127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/998719702002045127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/998719702002045127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/06/europa-tratado-de-lisboa-o-tratado-em.html' title='EUROPA - Tratado de Lisboa - O Tratado em poucas palavras'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4407255255374123720</id><published>2008-05-12T19:25:00.001-03:00</published><updated>2008-05-12T19:28:00.042-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O naufrágio do centro do mundo: entre a recessão e o colapso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A imensidão do desastre em curso, o radicalismo das rupturas que pode gerar, muito superiores às causadas pela crise iniciada em 1914, gera reações espontâneas de negação da realidade nas elites dominantes, nos espaços sociais conservadores e para além deles. Mas a realidade da crise está se impondo. Nos centros de decisão econômica, a incerteza vai se transformando em pânico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jorge Beinstein&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A recessão instalou-se nos Estados Unidos, os subsídios aos alimentos, que cobriam cerca de 26,5 milhões de pessoas em 2006, aumentaram em 2007 para 28 milhões, nível nunca alcançado desde os anos 1960. Recentemente, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou para baixo suas previsões de crescimento para a economia norte-americana, prevendo uma expansão igual a zero para o primeiro semestre deste ano. De seu lado, o FMI acaba de fazer um prognóstico ainda mais grave, incluindo períodos de crescimento negativo.&lt;br /&gt;Estes organismos vinham bombardeando os meios de comunicação (que por sua vez bombardeavam o planeta) com prognósticos otimistas baseados na suposta força da economia norte-americana; afirmavam que não haveria recessão e que o pior que poderia acontecer seria um baixo crescimento, rapidamente superado por uma nova expansão... Se agora admitem a recessão é porque alguma coisa muito pior está no horizonte.&lt;br /&gt;Sob a aparência de várias crises convergentes abre-se diante dos nossos olhos o final do que deveríamos ver como o primeiro capítulo do declínio do Império norte-americano (aproximadamente 2001-2007) e o começo de um processo turbulento disparado pelo salto qualitativo de tendências negativas que foram se desenvolvendo ao longo de períodos de diversa duração.&lt;br /&gt;De qualquer maneira, as más notícias financeiras, energéticas e militares não parecem aplacar os delírios messiânicos de Washington; pelo contrário, é como se Bush e seus falcões não fossem deixar a Casa Branca dentro de poucos meses. Continuam ameaçando governos que não se submetem aos seus caprichos, insinuam novas guerras e afirmam querer prolongar indefinidamente as ocupações do Iraque e do Afeganistão. Mesmo um ataque devastador contra o Irã ainda é possível. A cada certo tempo emerge uma nova onda de rumores bélicos apontando para o Irã, geralmente originados em declarações ou transcendidos de altos funcionários do governo.&lt;br /&gt;Um ataque contra esse país teria conseqüências imediatas e catastróficas para a economia mundial: o preço do petróleo iria às nuvens, o sistema financeiro global ficaria em uma situação caótica e a recessão imperial se transformaria em uma ultra-recessão encabeçada por um dólar em queda livre. Talvez alguns estrategistas do Pentágono e do círculo de falcões mais radicais estejam imaginando um grande fogo mundial purificador, do qual emergiria vitoriosa a nação escolhida por Deus: os Estados Unidos da América. Trata-se de uma loucura, mas faz parte da configuração psicológica de uma parcela importante da elite dominante, atravessada por uma corrente letal que combina virtualidade, onipotência, desespero e fúria diante de uma realidade cada dia menos dócil.&lt;br /&gt;Nos grandes centros de decisão econômica, atualmente, domina a incerteza, que vai se transformando em pânico; o fantasma do colapso começa a mostrar sua face. Enquanto isso, autoridades econômicas norte-americanas injetam massivamente liquidez no mercado, concedem subsídios fiscais e improvisam caríssimas operações de socorro para as instituições financeiras falidas, tentando suavizar a recessão e sabendo que assim aceleram a inflação e a queda do dólar: sua margem de manobra é muito pequena, a mistura de inflação e recessão torna completamente ineficazes seus instrumentos de intervenção.&lt;br /&gt;A palavra "colapso" foi aparecendo com crescente intensidade desde o final do ano passado em entrevistas e artigos jornalísticos, muitas vezes combinada com outras expressões não menos terríveis, em alguns casos, até adotando sua forma mais popular (desmoronamento, morte, queda catastrófica) e, em outros, sua forma rigorosa, ou seja, como sucessão irreversível de graves deteriorações sistêmicas, como decadência geral.&lt;br /&gt;Paul Craig Roberts (que no passado foi membro do staff diretivo do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e editor do Wall Street Journal) publicou em 20 de março um texto cujo título era “O colapso da potência americana” no qual descreve os traços decisivos do declínio integral dos Estados Unidos (1); em 27 de março, The Economist intitulava “Esperando o Armagedon” um artigo sobre a maré irresistível de falências empresariais norte-americanas. Em 14 de março, The Intelligencer mancheteava: “Especialistas internacionais prognosticam o colapso da economia norte-americana”, no qual recolhia as opiniões, entre outros, de Bernard Connelly, do Banco AIG, e de Martin Wolf, colunista do Financial Times.&lt;br /&gt;Em 3 de abril, Peter Morici, em uma nota publicada em Counterpunch, apontava que “é impossível negar que a economia (norte-americana) entrou em uma recessão cuja profundidade e duração são imprevisíveis” (2). A título de conclusão, em 14 de abril, o Financial Times publicava um artigo de Richard Haass, presidente do Conselho de Relações Exteriores dos Estados Unidos, onde afirmava que “a era unipolar, período sem precedentes de dominação norte-americana, terminou. Durou umas duas décadas, pouco mais do que um instante em termos históricos” (3).&lt;br /&gt;Uma degradação prolongadaPara entender o que está acontecendo, assim como seus possíveis desenvolvimentos futuros, é necessário considerar fenômenos que modelaram o comportamento da sociedade norte-americana durante as últimas três décadas, gerando um processo mais amplo de decadência social.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, a deterioração da cultura produtiva, que foi gradualmente preterida por uma combinação de consumismo e práticas financeiras. A precarização laboral, incentivada a partir da presidência de Reagan, buscava diminuir a pressão salarial melhorando, assim, a rentabilidade capitalista e a competitividade internacional da indústria, mas a longo prazo degradou a coesão laboral e o interesse dos assalariados pelas estruturas de produção. Isso derivou em uma crescente ineficácia dos processos de inovação, que passaram a ser cada vez mais difíceis e caros em comparação com os principais competidores globais (europeus, japoneses, etc.). Um dos resultados disto foi o déficit crônico e ascendente do comércio exterior (2 bilhões de dólares em 1971, 28 bilhões em 1981, 77 bilhões em 1991, 430 bilhões em 2001, 815 bilhões em 2007).&lt;br /&gt;Enquanto isso, a massa de negócios financeiros foi-se expandindo e absorvendo capitais que não encontravam espaços favoráveis no tecido industrial e em outras atividades produtivas. As empresas e o Estado requeriam esses fundos, as primeiras para desenvolverem-se, concentrar-se, competir em um mundo cada vez mais duro, e o segundo para financiar seus gastos militares e civis, que cumpriam um papel muito importante na manutenção da demanda interna.&lt;br /&gt;Vamos lembrar, por exemplo, as despesas descomunais motivadas pela chamada "Iniciativa de Defesa Estratégica" (mais conhecida como "Guerra das Estrelas"), lançada por Reagan em 1983, no momento em que o desemprego atingia 10% da População Economicamente Ativa (a porcentagem mais alta desde o fim da Segunda Guerra Mundial).&lt;br /&gt;Um segundo fenômeno foi a concentração de renda: no início dos anos 1980 o 1% mais rico da população absorvia entre 7% e 8% da Renda Nacional. Vinte anos depois, esse número havia duplicado e em 2007 rondava 20%: o mais alto nível de concentração desde o final dos anos 1920. Por sua vez, o 10 % mas rico passou de absorver um terço da Renda Nacional, a meados dos anos 1950, para os quase 50% de hoje (4).&lt;br /&gt;Contrariamente ao que ensina a “teoria econômica”, essa concentração não derivou em maiores poupanças e investimentos industriais, senão em mais consumo e mais negócios improdutivos, que com ajuda da explosão das tecnologias da informação e da comunicação geraram um universo semi-virtual acima do mundo, quase mágico, onde fantasia e realidade misturam-se caoticamente. Por ele navegaram (e ainda navegam) milhões de norte-americanos, especialmente das classes superiores.&lt;br /&gt;Junto com isso, irrompeu um processo —no início quase imperceptível, mas depois esmagador— de desintegração social, um de cujos aspectos mais notáveis é o aumento da criminalidade e da subcultura da transgressão, abrangendo os mais variados setores da população, acompanhadas pela criminalização de pobres, marginais e minorias étnicas. Atualmente, as prisões norte-americanos são as mais populosas do planeta: por volta de 1980 eram uns 500 mil presos, em 1990 em torno de 1.150.000, em 1997 eram 1.700.000 —aos que havia que acrescentar outros 3.900.000 em liberdade vigiada —, mas no final de 2006 os presos já somavam uns 2.260.000 e os cidadãos em liberdade vigiada eram 5 milhões; no total, mais de 7.200.000 norte-americanos estavam sob custódia judicial (5). Em abril de 2008, um artigo publicado no The New York Times dizia que os Estados Unidos, com menos de 5% da população mundial, têm 25% de todos os presos do planeta: um em cada cem de seus habitantes adultos estão presos; é o número mais alto a nível internacional (6).&lt;br /&gt;Militarização e decadência estatalOutro fenômeno que é preciso considerar é a longa marcha ascendente do Complexo Industrial Militar, área de convergência entre o Estado, a indústria e a ciência que foi se expandindo a partir de meados dos anos 1930, atravessando governos democratas e republicanos, guerras reais ou imaginárias, períodos de calma global ou de alta tensão. Alguns autores, entre eles Chalmers Johnson, consideram que os gastos militares têm sido o centro dinâmico da economia norte-americana, da Segunda Guerra Mundial até as guerras euro-asiáticas da administração Bush-Cheney, passando pela Coréia, Vietnã, Guerra das Estrelas e Kosovo.&lt;br /&gt;Segundo Johnson, que define a estratégia sobredeterminante seguida nas últimas sete décadas como "keynesianismo militar", o gasto bélico real do ano fiscal 2008 vai superar 1,1 trilhões de dólares, o mais alto desde a Segunda Guerra Mundial (7). Estes gastos foram crescendo ao longo do tempo, envolvendo milhares de empresas e milhões de pessoas; de acordo com os cálculos de Rodrigue Tremblay, no ano 2006 o Departamento de Defesa dos Estados Unidos empregava 2.143.000 pessoas, enquanto os contratistas privados do sistema de defesa empregavam 3.600.000 trabalhadores (um total de 5.743.000 postos de trabalho) aos que é preciso acrescentar uns 25 milhões de veteranos de guerra. Em resumo, nos Estados Unidos em torno de 30 milhões de pessoas (número equivalente a 20% da População Economicamente Ativa) recebem de maneira direta e indireta recursos provenientes do gasto público militar (8).&lt;br /&gt;O efeito multiplicador do setor sobre o conjunto da economia possibilitou no passado a prosperidade de um esquema que Scott MacDonald qualifica como "the guns and butter economy", ou seja, uma estrutura em que o consumo de massas e a indústria bélica expandiam-se ao mesmo tempo (9). Mas esse longo ciclo esta chegando ao fim; a magnitude alcançada pelos gastos bélicos transformou-os em um fator decisivo do déficit fiscal, causando inflação e desvalorização internacional do dólar. Além disso, sua hipertrofia deu um enorme peso político às elites estatais (civis e militares) e empresariais, que foram embarcando em um autismo sem contrapesos sociais.&lt;br /&gt;A crescente sofisticação tecnológica, paralelamente ao encarecimento dos sistemas de armas, afastou cada vez mais a ciência militarizada das suas eventuais aplicações civis, afetando negativamente a competitividade industrial. Esta separação ascendente entre a ciência militar (devoradora de fundos e de talentos) e a indústria civil chegou a níveis catastróficos no período terminal da ex-União Soviética. Agora, a história parece estar se repetindo.&lt;br /&gt;A tudo isto soma-se um acontecimento aparentemente inesperado: as guerras do Iraque e do Afeganistão —e, de maneira indireta, o fracasso da ofensiva israelense no Líbano— mostram a ineficácia operativa do super complexo (e super caro) maquinário bélico de última geração, posto em xeque por inimigos que operam de maneira descentralizada e com armas simples e baratas, provocando uma grave crise de percepção (uma catástrofe psicológica) entre os dirigentes do Complexo Industrial Militar dos Estados Unidos e da OTAN (na história das civilizações, esta não é a primeira vez que ocorre um fenômeno deste tipo).&lt;br /&gt;Contudo, a crise da hipertrofia da militarização está estreitamente associada à decadência do Estado, evidenciada pelo recuo da sua capacidade integradora (declínio da segurança social, predominância da cultura elitista em seus centros de decisão, etc.), pela degradação da infra-estrutura e por um déficit fiscal crônico e em aumento, que derivou em uma dívida pública gigantesca. Se olharmos para as últimas quatro décadas, os superávits fiscais constituem uma raridade; desde os anos 1970 os déficits foram crescendo até chegar, ao início dos anos 1990, a níveis muito altos.&lt;br /&gt;Contudo, Clinton despediu-se, no final dessa década, com alguns superávits que, observados a partir de um enfoque de longo prazo, aparecem como fatos efêmeros. Mas desde a chegada de George W. Bush o déficit voltou, atingindo números sem precedentes: 160 bilhões de dólares em 2002, 380 bilhões em 2003, 320 bilhões em 2005...&lt;br /&gt;Estamos agora diante de um estado imperial cheio de dívidas, cujo funcionamento não mais depende apenas do sistema financeiro nacional, mas também (cada vez mais) do financiamento internacional. Teria sido extremamente difícil para a Casa Branca lançar-se em sua aventura militar asiática sem as compras dos seus títulos pela China, Japão, Alemanha e outras fontes externas.&lt;br /&gt;A dependência energéticaA tudo o que já foi dito é necessário acrescentar a dependência petroleira. Por volta de 1960, os Estados Unidos importavam 16% do seu consumo; atualmente, a importação chega a 65%. Durante muito tempo puderam importar a preços baixos, mas agora a situação mudou, a produção mundial de petróleo está se aproximando de seu nível máximo (dentro de muito pouco tempo vai começar a cair) o que, combinado com o enfraquecimento do dólar, esta levando o preço a níveis nunca antes alcançados. E a substituição parcial de combustível de origem fóssil por biocombustíveis (no qual também estão empenhada outras grandes potências industriais) reduz a disponibilidade relativa global de terras agrícolas para a produção de alimentos, o que provoca um aumento geral dos preços dos produtos da agricultura, o que, por sua vez, amplifica o efeito inflacionário.&lt;br /&gt;Os Estados Unidos emergiram como um grande país industrial porque desde o início do século XX foram, também, a primeira potência petroleira internacional. Igual que a Inglaterra durante o século XIX em relação ao carvão, tiveram uma vantagem energética que lhes permitiu desenvolver tecnologias baseadas nesse privilégio e competir com sucesso com o resto do mundo. Mas, em meados dos anos 1950, prestigiosos especialistas norte-americanos, como o geólogo King Hubbert, anunciaram o fim próximo da era de abundância energética nacional. Segundo Hubbert antecipou (em 1956) a partir do início dos anos 1970 a produção petroleira dos Estados Unidos começaria a declinar: foi o que ocorreu.&lt;br /&gt;A incapacidade dos Estados Unidos para reconverter seu sistema energético (tiveram quase quatro décadas para fazer isso) reduzindo ou pondo freio à sua dependência do petróleo pode ser atribuída, em primeiro lugar, à pressão das companhias petroleiras que impuseram a opção da exploração intensiva de recursos externos, periféricos, que foram sobrestimados. Poderia afirmar-se, neste caso, que a dinâmica imperialista forjou uma armadilha energética da qual agora o próprio Império é vítima.&lt;br /&gt;O Estado não desenvolveu estratégias de longo prazo tendentes a economizar energia, algo que provavelmente teria desacelerado (não evitado) a crise energética atual, não só devido às pressões do lobby petroleiro, mas também porque suas cúpulas políticas (democratas e republicanas) foram mergulhando na cultura de curto prazo correspondente à era da hegemonia financeira, subordinando-se completamente aos interesses imediatos dos grupos econômicos dominantes.&lt;br /&gt;Mas também deveríamos refletir sobre os limites do sistema tecnológico ocidental-moderno, que os norte-americanos exacerbaram ao extremo. A mesma coisa ocorreu em torno de objetos técnicos decisivos da cultura individualista (por exemplo, o automóvel) que definem o estilo de vida dominante e com os procedimentos produtivos baseados na exploração intensiva de recursos naturais não renováveis ou na destruição dos ciclos de reprodução dos recursos renováveis. Graças a essa lógica destrutiva, o capitalismo industrial pôde, na Europa, a partir do final do século XVIII, independizar-se dos ritmos naturais, submetendo brutalmente a natureza e acelerando sua expansão.&lt;br /&gt;Isso aparecia aos admiradores do progresso dos séculos XIX e XX como a grande proeza da civilização burguesa. Uma visão mais ampla permite, agora, perceber que se tratava do desdobramento de uma de suas irracionalidades fundamentais, que os Estados Unidos, o capitalismo mais bem-sucedido da história, levou ao mais alto nível jamais alcançado.&lt;br /&gt;Desequilíbrios, dívidas, queda do dólarA perda de dinamismo do sistema produtivo foi compensada pela expansão do consumo privado (concentrado nas classes altas), pelos gastos militares e pela proliferação de atividades parasitárias lideradas pelo sistema financeiro, provocando crescentes desequilíbrios fiscais e no comércio exterior e uma acumulação incessante de dívidas públicas e privadas, internas e externas.&lt;br /&gt;A dívida pública norte-americana passou de 390 bilhões de dólares em 1970 para 930 bilhões em 1980, 3,2 trilhões em 1990, 5,6 trilhões em 2000 para chegar aos 9,5 trilhões em abril de 2008; por sua vez, a dívida total dos norte-americanos (pública mais privada) rondava, na última data mencionada, os 53 trilhões de dólares (aproximadamente o equivalente ao Produto Bruto Mundial) dessa quantia, 20% (uns 10 trilhões de dólares) constituem dívida externa. Apenas durante 2007, a dívida total aumentou em torno de 4,3 trilhões de dólares (equivalente a 30% do Produto Interno Bruto norte-americano) (10).&lt;br /&gt;O processo foi coroado por uma sucessão de bolhas especulativas que marcaram, a partir dos anos 1990, um sistema que consumia muito além das suas possibilidades produtivas.&lt;br /&gt;A partir dos anos 1970-1980 é possível observar o crescimento paralelo de tendências perversas, como os déficits comercial, fiscal e energético, os gastos militares, o número de presos e as dívidas públicas e privadas. Todas essas curvas ascendentes aparecem atravessadas por algumas tendências descendentes; por exemplo, a redução da taxa de poupança pessoal e a queda do valor internacional do dólar (que se acelerou nesta década), expressão do declínio da supremacia imperial.&lt;br /&gt;A articulação destes fenômenos permite-nos delinear uma totalidade social decadente à qual se incorporam (convergem) uma grande diversidade de fatos de diversa magnitude (culturais, tecnológicos, sociais, políticos, militares, etc.).&lt;br /&gt;Esta visão de longo prazo coloca a era dos falcões presidida por George. W. Bush como uma espécie de “salto qualitativo” de um processo com várias décadas de desenvolvimento e não como um fato-excepcional ou um desvio-negativo. Estaríamos diante da fase mais recente da degradação do capitalismo estatista-keynesiano, iniciada nos anos 1970, pontapé inicial da crise geral do sistema. A experiência histórica ensina que essas arrancadas rumo ao inferno quase sempre estréiam no meio de euforias triunfalistas, nas quais por trás de cada sinal de vitória está oculta uma constatação de desastre. A louca corrida militar sobre Europa e Ásia estava (ainda está) no centro do discurso sobre o suposto combate vitorioso contra um inimigo (terrorista) global imaginário, que afundou no pântano as forças armadas imperiais, das expansões desenfreadas da bolha imobiliária e das dívidas que estavam ocultas pelos números de aumento do Produto Interno Bruto e a sensação (midiática) de prosperidade.&lt;br /&gt;O centro do mundoOs Estados Unidos constituem hoje o centro do mundo (do capitalismo global). O seu declínio não é apenas o da primeira potência, mas o do espaço essencial da interpenetração produtiva, comercial e financeira em escala planetária, que foi acelerando nas três últimas décadas até formar uma trama muito densa, da qual nenhuma economia capitalista desenvolvida ou subdesenvolvida pode escapar (sair dessa densa rede significa romper com a lógica, com o funcionamento concreto do capitalismo composto por classes dominantes locais altamente transnacionalizadas).&lt;br /&gt;Durante esta década, a expansão econômica na Europa, China e outros países subdesenvolvidos e o modesto (efêmero) fim do estancamento japonês costumavam ser mostrados como o restabelecimento de capitalismos maduros e a ascensão de jovens capitalismos periféricos, quando, na verdade, tratou-se de prosperidades estreitamente relacionadas com a expansão consumista-financeira norte-americana.&lt;br /&gt;Os Estados Unidos representam 25% do Produto Bruto Mundial e esse país é o primeiro importador global: em 2007 comprou bens e serviços por 2,3 trilhões de dólares, é o principal cliente da China, Índia, Japão e Inglaterra, e é o primeiro mercado extra-europeu da Alemanha. Mas ,é sobretudo, no plano financeiro, área hegemônica do sistema internacional, onde destaca sua primazia. Por exemplo, a rede dos negócios com produtos financeiros derivados (mais de 600 trilhões de dólares registrados pelo Banco da Basiléia, ou seja, umas 12 vezes o Produto Bruto Mundial) articula-se a partir da estrutura financeira norte-americana, as grandes bolhas especulativas imperiais irradiam para o resto do mundo de maneira direta ou gerando bolhas paralelas, como foi possível comprovar com a experiência recente da especulação imobiliária nos Estados Unidos e seus clones diretos na Espanha, Inglaterra, Irlanda ou Austrália e indiretos, como a superbolha bursátil chinesa.&lt;br /&gt;Se observarmos o comportamento econômico das grandes potências vamos comprovar em cada caso como suas esferas de negócios superam sempre os limites dos respectivos mercados nacionais e, inclusive, regionais, cuja dimensão real é insuficiente do ponto de vista do volume e da articulação internacional das suas atividades. A União Européia está solidamente atada aos Estados Unidos a nível comercial, industrial e, principalmente, financeiro; o Japão acrescenta a isso sua histórica dependência das compras norte-americanas; por sua vez, a China desenvolveu sua economia no último quarto de século sobre a base de suas exportações industriais para os Estados Unidos e países como Japão, Coréia do Sul e outros, fortemente dependentes do Império.&lt;br /&gt;Finalmente, o renascimento russo gira em torno de suas exportações energéticas (principalmente dirigidas para a Europa), sua elite econômica foi estruturando-se desde o fim da URSS multiplicando suas operações em escala transnacional, especialmente seus vínculos financeiros com a Europa Ocidental e os Estados Unidos. Não se trata de simples laços diretos com o Império, mas da reprodução ampliada e acelerada de uma complexa rede global de negócios, mercados interdependentes, associações financeiras, inovações tecnológicas, etc., que integra o conjunto das burguesias dominantes do planeta. O mundo financeiro hipertrofiado é seu espaço de circulação natural e seu motor geográfico são os Estados Unidos, cuja decadência não pode ser dissociada do fenômeno mais amplo da chamada globalização, ou seja, a financeirização da economia mundial.&lt;br /&gt;Poderíamos visualizar o Império como sujeito central do processo, seu grande beneficiário e manipulador e, ao mesmo tempo, como seu objeto, produto de uma corrente que o levou até o mais alto nível de riqueza e degradação. Graças à globalização, os Estados Unidos puderam consumir em excesso, pagando ao resto do mundo com seus dólares desvalorizados e impondo seu entesouramento (na forma de reservas) e seus títulos públicos, que financiaram seus déficits fiscais. Contudo, foi também graças ao parasitismo norte-americano que europeus, chineses, japoneses, etc., puderam colocar no mercado imperial uma porção significativa das suas exportações de mercadorias e de excedentes de capitais.&lt;br /&gt;Nesse sentido, o parasitismo financeiro, produto da crise de sobreprodução crônica, é, ao mesmo tempo, norte-americano e universal; a outra cara do consumismo imperial é a reprodução de capitalismos centrais e periféricos que precisam ultrapassar seus mercados locais para fazer crescer seus benefícios. Isso é evidente nos casos da Europa Ocidental e do Japão, mas também no da China, que exporta graças aos seus baixos salários (comprimindo seu mercado interno).&lt;br /&gt;O que está afundando agora não é a nave principal da frota (se assim fosse, numerosas embarcações poderiam salvar-se); há somente uma nave e é seu setor decisivo que está fazendo água.&lt;br /&gt;Horizontes turbulentos e ilusões conservadorasDevemos colocar em seu contexto histórico as atuais intervenções dos Estados dos países centrais destinadas a contrabalançar a crise. Nos últimos meses, proliferaram ilusões conservadoras referentes ao possível descolamento de várias economias industriais e subdesenvolvidas da recessão imperial, mas os fatos vão derrubando essas esperanças. Junto com elas apareceu a fantasia do renascimento do intervencionismo keynesiano: segundo essa hipótese, o neoliberalismo (entendido como simples desestatização da economia) seria um fenômeno reversível e novamente, como há um século, o Estado salvaria o capitalismo.&lt;br /&gt;Na verdade, nas últimas quatro décadas ocorreu nos países centrais um fenômeno duplo: por um lado, a degradação geral dos Estados que, mantendo seu tamanho com relação a cada economia nacional, ficaram submetidos aos grupos financeiros, perderam legitimidade social. Por outro lado, foram progressivamente ultrapassados pelo sistema econômico mundial, não só pela sua rede financeira, mas também por operações industriais e comerciais que burlavam os controles (cada vez mais frouxos) das instituições nacionais e regionais.&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, esse processo avançou mais do que em nenhum outro país desenvolvido, nunca foi abandonado o histórico keynesianismo militar: pelo contrário, o Complexo Militar-Industrial hipertrofiou-se, articulando-se com um conjunto de negócios mafiosos, financeiros, energéticos, etc., que se transformou no centro dominante do sistema de poder, apropriando-se grosseiramente do aparato estatal até transformá-lo em uma estrutura decadente.&lt;br /&gt;Nos países centrais, o estado intervencionista (de raiz keynesiana) não precisa retornar, porque nunca foi embora. Ao longo das últimas décadas, obediente às necessidades das áreas mais avançadas do capitalismo, foi modificando suas estratégias, reforçando a concentração de renda e os desenvolvimentos parasitários, modificando sua ideologia, seu discurso (ontem integrador, social, produtivista-industrial; hoje elitista, neoliberal e virtualista-financeiro).&lt;br /&gt;E no mundo subdesenvolvido, onde o estatismo regrediu até ser triturado, em muitos casos, pela onda depredadora imperialista, a desestatização foi sua forma concreta de submissão à dinâmica do capitalismo global. Lá, o retorno ao Estado interventor-desenvolvimentista de outras épocas é uma viajem no tempo fisicamente impossível: as burguesias dominantes locais, seus negócios decisivos, estão completamente transnacionalizados ou sob a tutela direta de empresas transnacionais.&lt;br /&gt;Agora, em plena crise, ficam a descoberto os dois problemas sem solução aos olhos do Estado desenvolvido (imperialista): sua degeneração estrutural e sua insuficiência, sua impotência perante um mundo capitalista grande e complexo demais. É o que aponta Richard Haas no artigo citado acima, embora sem dizer que não se trata de uma reconversão positiva sobredeterminante do capitalismo internacional o que está encurralando o Estado norte-americano e os outros estados centrais, mas um fenômeno mundial negativo que de maneira rigorosa deveríamos definir como decadência global (econômica-institucional-política-militar-tecnológica).&lt;br /&gt;É por isso que o paralelo que agora está na moda em certos círculos de especialistas entre a implosão soviética e a provável futura implosão dos Estados Unidos é totalmente insuficiente, porque existe, entre outras coisas, uma diferença de magnitude decisiva, o hiper-gigantismo do Império faz com que seu naufrágio tenha um poder de arrastamento sem precedentes na história humana. Mas também porque os Estados Unidos não constituem “um mundo à parte” (marginalizado), mas são o centro da cultura universal (o capitalismo), a etapa mais recente de uma longa história mundial ao redor do Ocidente.&lt;br /&gt;A imensidão do desastre em curso, o extremo radicalismo das rupturas que pode vir a gerar, muito superiores às causadas pela crise iniciada em 1914 (que provocou o nascimento de um longo ciclo de tentativas de superação do capitalismo e, também, do fascismo, tentativa de recomposição bárbara do sistema burguês) gera reações espontâneas de negação da realidade nas elites dominantes, nos espaços sociais conservadores e para além deles. Mas a realidade da crise está se impondo. Todo o edifício de idéias, de certezas de diversos matizes, construído ao longo de mais de dois séculos de capitalismo industrial, está começando a apresentar rachaduras.&lt;br /&gt;* Economista argentino, professor na Universidade de Buenos Aires. É autor, entre outros livros, de "Capitalismo senil, a grande crise da economia global".&lt;br /&gt;-------------------------------------------&lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;(1), Paul Craig Roberts, The collapse of American power, Online Journal, 20-03-2008.&lt;br /&gt;(2), Peter Morice, Bush Administration Dithers While Rome Burns. The Deepening recesion, Counterpunch, April 3, 2008.&lt;br /&gt;(3), Richard Haass, What follows American dominion?, Financial Times, April 16, 2008.&lt;br /&gt;(4), Center on Budget and Policy Priorities.&lt;br /&gt;(5), U.S. Department of Justice - Bureau of Justice Statistics.&lt;br /&gt;(6), Adam Liptak, American Exception. Inmate Count in U.S. Dwarfs Other Nations, The New York Times, April 23, 2008&lt;br /&gt;(7), Chalmers Johnson, Going bankrupt: The US's greatest threat, Asia Times, 24 Jan 2008.&lt;br /&gt;(8), Rodrigue Tremblay, The Five Pillars of the U.S. Military-Industrial Complex, September 25, 2006, &lt;a href="http://www.thenewamericanempire.com/tremblay=1038.htm"&gt;http://www.thenewamericanempire.com/tremblay=1038.htm&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;(9), Scott B. MacDonald, End of the guns and butter economy, Asia Times, October 31, 2007.&lt;br /&gt;(10), Grandfader Economic Report (&lt;a href="http://mwhodges.home.att.net/nat-debt"&gt;http://mwhodges.home.att.net/nat-debt&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Tradução: Naila Freitas / Verso Tradutores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14987&amp;amp;editoria_id=7"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14987&amp;amp;editoria_id=7&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4407255255374123720?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4407255255374123720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4407255255374123720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4407255255374123720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4407255255374123720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/05/o-naufrgio-do-centro-do-mundo-entre.html' title='O naufrágio do centro do mundo: entre a recessão e o colapso'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2274302582953906301</id><published>2008-05-02T16:43:00.002-03:00</published><updated>2008-05-12T19:28:53.356-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>Pentágono monta frota naval para América Latina e Caribe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Pentágono anunciou a criação de uma frota naval que tem como alvo a América Latina e o Caribe, com sede na Flórida. Antes, a região estava na mira da 2ª Frota (Atlântico), agora dividida. Ao comunicar sua criação, o almirante Gary Roughead, afirmou que a nova frota “mandará uma mensagem”. Recentemente, o comandante do Comando Sul, almirante James Stradrivis, havia defendido em depoimento no Congresso dos EUA que a nova frota deveria ser encabeçada por um porta-aviões nuclear, para “auxiliar” os Estados Unidos “no contraterrorismo”. Há décadas, o Pentágono colocou o mundo inteiro sob “supervisão” das suas tropas, aviões e frotas, função que na América Latina é atribuída, por eles, ao Comando Sul, despejado há anos do Panamá. Há poucos meses, o Pentágono também criou um “Comando da África”, que continua sem sede porque nenhum país africano deseja ser a “sede”. Vão acabar tendo de sediá-lo no Texas ou em Utah.&lt;br /&gt;HP&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2274302582953906301?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2274302582953906301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2274302582953906301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2274302582953906301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2274302582953906301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/05/pentgono-monta-frota-naval-para-amrica.html' title='Pentágono monta frota naval para América Latina e Caribe'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-6090052219391569533</id><published>2008-05-01T12:49:00.001-03:00</published><updated>2008-05-01T12:55:42.907-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>As estratégias política e ideológica dos EUA</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Em dois capítulos de seu livro “Quinhentos anos de periferia”, que publicamos hoje, o secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, mostra como os EUA tentam impor sua hegemonia política e ideológica através da pretensa “missão” de defesa da liberdade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande estratégia política americana pode ser resumida na idéia de manter a hegemonia política americana em âmbito mundial, adquirida com a Segunda Guerra, por meio de um sistema político internacional que garanta a igualdade soberana dos Estados, sem contestação pela força de suas fronteiras, e a autodeterminação para fins de organização política interna.&lt;br /&gt;Essa grande estratégia tinha e tem como objetivos intermediários:&lt;br /&gt;1. Implantar por tratado e preservar uma organização política internacional, de âmbito universal, de duração indefinida e garantir o direito de veto dos Estados Unidos nas decisões dessa organização e a preponderância das decisões do governo americano sobre qualquer decisão internacional.&lt;br /&gt;O desejo de evitar novos conflitos mundiais que pudessem colocar em risco a hegemonia do sistema capitalista-liberal democrático, sob a liderança anglo-saxônica; a inexistência de reivindicações territoriais americanas; sua certeza de que, na qualidade de maior potência econômica, financeira e comercial, a paz garantiria sua influência e hegemonia econômica e política no mundo; a necessidade de combater a tendência isolacionista interna; a consciência que de que sua força militar seria insuficiente para manter, sozinha, a paz conseguida em 1945, inclusive por causa do poderio militar convencional soviético – tudo isso fez Roosevelt ressuscitar o ideal de segurança coletiva, de Wilson.&lt;br /&gt;A implantação, por tratados, de uma organização política internacional, de âmbito universal, de duração indefinida, se tornou o grande objetivo após 1945 e o principal instrumento de “organização” da comunidade “caótica” de Estados e da política exterior americana. A Carta das Nações Unidas – elaborada pelo Departamento de Estados dos Estados Unidos e aceita em sua essência pelas quatro potências patrocinadoras da Conferência de São Francisco, duas delas sem poder econômico, militar ou político e a outra satisfeita com sua aceitação na condição de grande potência e segura de que a nova organização não se poderia voltar contra ela graças ao direito de veto – foi praticamente aceita sem modificações pelos países participantes da conferência, satisfeitos com a garantia do fim do isolacionismo americano e gratos por terem sido salvos do nazismo.&lt;br /&gt;Nessa discussão há dois pontos principais a reter. Primeiro, foram criadas duas classes de Estado: os que detêm o poder de impedir a ação das Nações Unidas e os que não detêm esse poder. Estes últimos são obrigados a cumprir as decisões do Conselho de Segurança, órgão supremo, com poder de exercer a força militar e de obrigar, por meio de sanções, o comportamento dos Estados. Segundo, para a política exterior americana, as Nações Unidas (e qualquer outro organismo internacional) são uma criatura sua e não um organismo que tivesse resultado de decisão soberana, livre e consensual da comunidade internacional, vista como um todo ou regional. Tais organizações são úteis quando convenientes e se tornam descartáveis quando inconvenientes ou quando tomam posições contrárias a seus interesses. Assim, o direito de veto que se auto-atribuíram os Estados Unidos e que decidiram partilhar com um grupo restrito de Estados, assim como a idéia de que as decisões do Estado americano são superiores a qualquer decisão de organismos internacionais e sua disposição de enfraquecer, desrespeitar as normas ou retirar-se desses organismos sempre que estes contrariem os desígnios da política americana são um princípio central da estratégia dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Agir para a implantação e permanência de regimes políticos, democráticos e representativos se isso for conveniente, em terceiros países que melhor assegurem a influência e a defesa dos interesses políticos e econômicos americanos.&lt;br /&gt;A internacionalização da economia e da sociedade americana, em termos de investimentos, de acesso a materiais estratégicos, de dependência da sua indústria em relação a insumos estratégicos importados, de mercados para seus bens e capitais, da necessidade de estacionamento de tropas americanas no exterior, de livre acesso de seus navios a águas e portos estrangeiros, de proteção de grande número de homens de negócios americanos “expatriados”, confere importância à existência de governos em terceiros países que melhor assegurem a influência e a proteção dos interesses políticos e econômicos americanos.&lt;br /&gt;A natureza democrática desses regimes é uma circunstância desejável, em especial pela maior transparência dos procedimentos legislativos democráticos, a maior independência do Judiciário e a redução do poder discricionário do Executivo; isso, a contrario sensu, ao não existir nos regimes autoritários, dificulta o exercício de influência americana e pode levar a surpresas, por causa de mudanças súbitas e imprevisíveis de política.&lt;br /&gt;O requisito essencial é a atitude em face dos interesses americanos. Assim, além da longa tolerância, apoio e até promoção de regimes autoritários na América Latina, na África, na Ásia e mesmo na Europa, e apesar da retórica democrática atual, os regimes autoritários e oligárquicos são perfeitamente tolerados e tratados com grande consideração, apesar de serem, em muitos casos, monarquias absolutas ou regimes de aparência democrática e republicana, porém autoritários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Auxiliar os movimentos políticos de oposição a governos que contrariem os interesses econômicos americanos e contestem as suas iniciativas políticas.&lt;br /&gt;A política americana de auxílio a movimentos políticos de oposição a governos que contrariam interesses americanos e contestam suas iniciativas políticas se desenvolveu durante toda a Guerra Fria. De forma discreta e encoberta, em parte pela necessidade de aparentar respeito ao princípio de não-intervenção nos assuntos internos dos Estados, consagrado na Carta das Nações Unidas, essa política se exercia por meio da Central Intelligence Agency (CIA) e de outras agências americanas, ou indiretamente, pela negativa de cooperação com os governos, o que auxiliava a oposição a eles e criava condições favoráveis à sua eventual substituição.&lt;br /&gt;A partir do governo Carter, que gradualmente tornou a política de defesa de direitos humanos uma razão para intervir em assuntos internos de outros países, e em seguida no governo Reagan, os Estados Unidos passaram a apoiar abertamente movimentos, inclusive armados, contrários a governos “inimigos”, como ocorreu na Nicarágua, em Angola e no Afeganistão.&lt;br /&gt;A técnica subversiva de favorecer e apoiar, inclusive com armas e recursos, províncias, minorias étnicas ou tribais e seitas religiosas contra o governo central, democrático ou não, que se oponha a interesses americanos, é uma constante na política americana, anterior a Reagan e Carter, os quais apenas a “escancararam” e “legitimaram”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ESTRATÉGIA IDEOLÓGICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande estratégia americana pode ser resumida na idéia de manter a hegemonia ideológica americana adquirida com a vitória na Segunda Guerra Mundial e de promover a aceitação dos modelos americanos políticos, econômicos e sociais como o padrão ideal a ser alcançado por todos os países.&lt;br /&gt;A política exterior americana só pode ser compreendida ao se observar o que a sociedade americana pensa de si e o que o seu governo pensa de si e da sociedade americana.&lt;br /&gt;A sociedade americana considera que seu sistema político é o mais perfeito jamais desenvolvido pelo homem. A prova disso seria sua permanência no tempo e a inexistência de interregnos ditatoriais desde a Constituição de 1787.&lt;br /&gt;A sociedade americana considera que seu sistema econômico conseguiu criar a maior e mais dinâmica economia do mundo, em que existe igualdade de oportunidades, em que as diferenças de renda – quando existem – não são excessivas e na qual as que existem são “naturais”, em que os mercados são livres e competitivos, em que o poder econômico não controla o governo e o Estado.&lt;br /&gt;A sociedade americana acredita que sua política exterior é essencialmente pacífica, que as ações militares que empreende visam ao bem-estar da comunidade internacional e nunca o proveito para os Estados Unidos e que os demais Estados têm uma inata tendência agressiva, expansionista e competitiva.&lt;br /&gt;A sociedade americana considera que é sua missão, como principal Estado, preservar os valores ocidentais – que seriam a liberdade política e religiosa, a democracia e o capitalismo – no mundo e lutar pela sua difusão contra seus inimigos.&lt;br /&gt;Os objetivos intermediários da estratégia ideológica americana podem ser assim descritos – naturalmente de forma sintética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Garantir o livre acesso dos sistemas de divulgação do American way of life a todas as sociedades.&lt;br /&gt;Esse objetivo é buscado com a defesa dos princípios de “liberdade de informação” e a oposição a toda política de proteção à produção cultural, em qualquer país, tais como quotas de exibição em cinema, televisão e vídeo, políticas estatais de subsídio às artes e a seus meios de difusão. A importância que atribuem à questão ideológica aparece na defesa do acesso das agências noticiosas e dos jornalistas americanos a qualquer país e na objeção à criação de agências estatais de notícias. Os Estados Unidos desligaram-se da Unesco quando a instituição decidiu criar uma nova ordem internacional da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Promover a divulgação dos ideais americanos por meio de sistemas de treinamento profissionais para prováveis integrantes das futuras elites de terceiros países.&lt;br /&gt;Esse objetivo foi promovido pela United States Information System (Usis) e os programas de bolsas de estudo das universidades, das fundações, do programa Fullbright e outros, em especial a partir da criação da United States Agency for International Development (Usaid). Esse programa, de efeitos em longo prazo, mostra hoje seus resultados em países da periferia. Em diversos deles, as equipes de política econômica – e às vezes os ministros de Estado – tiveram sua formação profissional nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Garantir o controle dos secretariados de organismos internacionais multilaterais com capacidade de formulação ideológica “internacionalista”.&lt;br /&gt;Os secretariados de organismos internacionais, pelas características do sistema de distribuição geográfica dos cargos e pela vocação idealista e “internacionalista” de seus integrantes, em especial nas décadas iniciais das Nações Unidas, tenderam a desenvolver idéias e teorias que, levando em consideração as assimetrias do poder econômico e político, foram tomadas como desafiadoras aos interesses americanos. Assim, o controle progressivo desses secretariados, a redução de dotações e a mudança de sua orientação, em especial no caso do setor econômico das Nações Unidas, foi considerado objetivo estratégico importante, razoavelmente alcançado nos casos da Cepal, do BID, da Unctad e da Unido, se alinharam progressivamente com a ideologia econômica “correta” do Banco Mundial, do FMI e da OMC.&lt;br /&gt;4. Apresentar o modelo socialista de organização política, econômica e social como intrinsecamente mau, destruidor dos valores ocidentais.&lt;br /&gt;A estratégia ideológica dos Estados Unidos se beneficiou fortemente da existência do socialismo na União Soviética como sistema competitivo de organização social, política e econômica. A existência desse sistema permitiu àquela estratégia não só atacá-lo como estigmatizar, como inimiga e perigosa, qualquer crítica à política e à sociedade americana.&lt;br /&gt;Tendo desaparecido o conflito Leste-Oeste, a estratégia ideológica americana deixou de se referir ao inimigo soviético e passou a considerar como sua tarefa a defesa da globalização e da democracia no plano mundial, de que são novos inimigos o fundamentalismo islâmico, o narcotráfico e o terrorismo, sempre que dificultem os interesses americanos. A ameaça deixa de ser a agressão soviética (se bem que esta seja mantida em uma espécie de freezer político) para se localizar de forma difusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Apresentar os Estados Unidos como paladinos da independência dos povos coloniais, da liberdade individual, da democracia, da iniciativa privada e dos valores espirituais do homem, da igualdade e da não-discriminação étnica, social, religiosa e econômica.&lt;br /&gt;Nessa tática, os Estados Unidos se apresentaram por meios de seus aparelhos de propaganda, oficial e privada, como os paladinos da democracia (apesar de seu apoio a diversas ditaduras) contra a ditadura socialista; da independência dos povos coloniais (apesar de seu voto contrário sistemático nas Nações Unidas à independência das colônias portuguesas), da não-discriminação étnica (apesar da legislação racista do Sul e de toda discriminação até hoje existente, de fato, contra minorias em geral); dos valores espirituais do homem (apesar do culto ao consumismo, à riqueza, ao hedonismo); da igualdade social e econômica (basta ver as escolas públicas e o sistema universitário de alta qualidade aos quais as elites têm acesso especial pela riqueza ou pela influência) e religiosa.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-6090052219391569533?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/6090052219391569533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=6090052219391569533&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6090052219391569533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/6090052219391569533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/05/as-estratgias-poltica-e-ideolgica-dos.html' title='As estratégias política e ideológica dos EUA'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1722189838722033290</id><published>2008-04-30T18:44:00.000-03:00</published><updated>2008-05-02T16:46:46.337-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>Onda direitista preocupa brasileiros na Itália</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/04/080430_romaestrangeiros_av_ac.shtml"&gt;BBCBrasil.com Reporter BBC Onda direitista preocupa brasileiros na Itália&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1722189838722033290?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/04/080430_romaestrangeiros_av_ac.shtml' title='Onda direitista preocupa brasileiros na Itália'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1722189838722033290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1722189838722033290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1722189838722033290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1722189838722033290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/onda-direitista-preocupa-brasileiros-na.html' title='Onda direitista preocupa brasileiros na Itália'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-1885566729577969500</id><published>2008-04-30T16:23:00.000-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.185-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise dos Alimentos / Fome'/><title type='text'>A crise dos alimentos</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=588"&gt;A crise dos alimentos &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-1885566729577969500?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=588' title='A crise dos alimentos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/1885566729577969500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=1885566729577969500&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1885566729577969500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/1885566729577969500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/crise-dos-alimentos.html' title='A crise dos alimentos'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-843376951511604310</id><published>2008-04-23T20:38:00.000-03:00</published><updated>2008-05-02T16:46:30.007-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><title type='text'>O que estamos fazendo no Haiti?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que estamos fazendo no Haiti?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;A situação do Haiti poderia ser a história de qualquer pequena nação empobrecida e ocupada por forças de paz internacionais, que encobrem o intervencionismo das grandes potências. Contudo, a situação é diferente: desta vez, a missão está dirigida por governos de esquerda e progressistas: Brasil, Uruguai, Argentina, Equador e Bolívia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;Pablo Stefanoni*&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há alguns dias, os haitianos saíram às ruas para protestar contra o brutal aumento nos preços dos alimentos. A resposta da Polícia —apoiada pela Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah)— foi a repressão, que custou a vida de pelo menos cinco manifestantes e provocou meia centena de feridos.&lt;br /&gt;O Haiti não é apenas a nação mais pobre da América Latina, senão que foi o primeiro país americano que declarou sua independência, como protagonista de uma heróica rebelião de escravos. Mas sua economia foi saqueada sem piedade pela longuíssima ditadura dos Duvallier (1957-1986), primeiro o pai e depois o filho, apoiados pela França e pelos EUA.&lt;br /&gt;Em 1991 foi eleito presidente o ex-sacerdote e líder popular Jean-Bertrand Aristide. Mas depois de uma primeira derrocada e da sua volta ao poder —já muito distante das suas posições progressistas iniciais—, foi derrotado e seqüestrado por um golpe militar apoiado, de novo, pela França e os EUA.&lt;br /&gt;Apesar de estar no meio do Caribe, o Haiti é um grande deserto, conseqüência do desmatamento criminoso, e seus bairros populares acabaram se transformando em grandes lixeiras. Segundo um relatório de Serpaj, o Haiti produzia, há 20 anos, 95% do arroz que consumia e hoje importa 80% dos EUA.&lt;br /&gt;Até aqui, esta poderia ser a história de qualquer pequena nação empobrecida e ocupada por forças de paz internacionais, que encobrem o intervencionismo das grandes potências. Contudo, a situação é diferente: esta vez, a missão está dirigida por um governo de esquerda —o do Brasil—e dela participam vários outros governos progressistas: Uruguai, Argentina, Equador... e Bolívia.&lt;br /&gt;É por isso que nos surge a pergunta: as nossas tropas deveriam estar no Haiti, ombro a ombro com os exércitos de ocupação dos EUA e da França, atirando contra as manifestações populares com a desculpa de que se trata de gangues criminosas (que obviamente também existem)? Não deveria ser outra a maneira de apoiar os povos irmãos do continente por parte de governos progressistas? Por acaso não elogiamos —com justiça— a atitude de Cuba, que manda médicos para salvar vidas e não militares para acabar com elas? Finalmente, o papel da esquerda é “humanizar” as missões internacionais organizadas pelas grandes potências?&lt;br /&gt;Até agora o silêncio é a única resposta para estas perguntas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;*Diretor Le Monde Diplomatique-Bolívia&lt;br /&gt;Tradução: Naila Freitas / Verso Tradutores&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agência Carta Maior&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-843376951511604310?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/843376951511604310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=843376951511604310&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/843376951511604310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/843376951511604310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/o-que-estamos-fazendo-no-haiti.html' title='O que estamos fazendo no Haiti?'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7180625835982144600</id><published>2008-04-23T13:21:00.000-03:00</published><updated>2008-04-23T13:31:13.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><title type='text'>Fidel Castro: 49 anos no poder —</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/25"&gt;Fidel Castro: 49 anos no poder —&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7180625835982144600?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/25' title='Fidel Castro: 49 anos no poder —'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7180625835982144600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7180625835982144600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7180625835982144600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7180625835982144600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/fidel-castro-49-anos-no-poder.html' title='Fidel Castro: 49 anos no poder —'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-3354373616572790414</id><published>2008-04-23T12:27:00.000-03:00</published><updated>2008-04-23T13:32:01.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relevo/Geologia'/><title type='text'>Sismicidade brasileira</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.unb.br/ig/sis/sisbra.htm"&gt;Sismicidade brasileira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Terremotos no Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-3354373616572790414?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.unb.br/ig/sis/sisbra.htm' title='Sismicidade brasileira'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/3354373616572790414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=3354373616572790414&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3354373616572790414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/3354373616572790414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/sismicidade-brasileira.html' title='Sismicidade brasileira'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4257402676182666503</id><published>2008-04-23T10:16:00.001-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>" TIO SAM E A POLÍTICA DO BIG STICK "</title><content type='html'>&lt;b&gt;  &lt;p align="center"&gt;" TIO SAM E A POLÍTICA DO BIG STICK "&lt;/p&gt; &lt;/b&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;                                                                                                                                                  * Manuel Cambeses Júnior&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A história das intervenções dos Estados Unidos no mundo vem de longa data. Quando aparece um foco desestabilizador ou um fato social que exija uma pronta-resposta política, ou qualquer manifestação que ameace os seus interesses, a resposta, indefectivelmente, é a aplicação da força para neutralizar a adversidade. Força que, de modo contumaz, atua de forma indireta através de mecanismos camuflados que justificam sua presença como, por exemplo, a luta contra o narcotráfico. Porém, habitualmente, costumam atuar diretamente passando por cima das normas do Direito Internacional atropelando, avassaladoramente, a soberania dos povos e a própria Organização das Nações Unidas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De um modo geral, a intervenção direta ou indireta dependerá da gravidade da situação. O grau de escalonamento da intensidade da força a empregar será diretamente proporcional à complexidade da conjuntura que se apresente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde o século da emancipação datam essas intervenções. Em 1826, quando o prócer venezuelano Simón Bolivar convocou o Primeiro Congresso Pan-americano no Panamá, tentou levantar o tema da liberação de Cuba e de Porto Rico que ainda permaneciam no poder da Espanha. Porém, as manobras estadunidenses conseguiram boicotá-lo e o congresso fracassou. A partir de então, e durante o restante do século XIX e de todo o Século XX, as intervenções militares formam parte da estratégia global dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O México sofreu enormes perdas territoriais para ao norte-americanos. A Guerra da Anexação, a partir de 1846, desencadeou a ocupação do Texas &lt;b&gt;–&lt;/b&gt; área de 690.000 Km&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; pertencente ao México desde 1821 &lt;b&gt;–&lt;/b&gt; e da Califórnia, com seus 411.012 Km&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, na costa do Pacífico. Pelo Tratado de Guadalupe Hidalgo, assinado em 02 de fevereiro de 1848, os estadunidenses consolidaram, definitivamente, a anexação destas terras mexicanas ao seu vasto território.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 1914, 23.000 marines desembarcaram em Tampico, no México. Com sua frota de cinqüenta navios, apoderaram-se da cidade levando oito milhões de dólares dos cofres da alfândega.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 1916, intervieram na República Dominicana e lá permaneceram até 1924. Em 1963, voltaram a intervir naquele País retirando Juan Bosch do poder. El Salvador foi invadido em 1921. Em Honduras, no ano de 1924, o novo presidente foi designado a bordo do encouraçado &lt;i&gt;Tacoma&lt;/i&gt;. Algo similar fizeram no Haiti. Em 17 de dezembro de 1914, os &lt;i&gt;marines&lt;/i&gt; do cruzeiro Machias desembarcaram naquele país e subtrairam quinhentos mil dólares do Banco Nacional. Em julho de 1915, com o propósito de querer ensinar democracia aos haitianos, voltaram àquele País onde permaneceram por 19 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre os dias 6 e 8 de agosto de 1945, aviões da Força Aérea norte-americana (USAF), atacaram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, utilizando, pela primeira vez na História, armamento nuclear, provocando milhares de mortes no seio da população civil japonesa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre os anos de 1950 e 1953, em resposta a pedido da Organização das Nações Unidas, os norte-americanos enviaram tropas para defender a Coréia do Sul, que fora invadida pela Coréia do Norte. Neste embate perderam 33.000 mil homens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 1956, durante os combates no Canal de Suez, a Sexta Frota dos Estados Unidos evacua 2.500 americanos que viviam na região e obriga a coalizão franco-israelense-britânica a retirar-se do canal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre os anos de 1961 e 1975, os estadunidenses engajaram-se na Guerra do Vietnã como aliados dos sul-vietnamitas. Nesta malfadada guerra, um verdadeiro fracasso para as Forças Armadas, que chegaram a ter na região um efetivo militar de 550 mil soldados, na tentativa de impedir a formação de um Estado comunista, no sul do Vietnã, os norte-americanos perderam, além da guerra, 55 mil homens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No ano de 1965, uma tropa composta por 35 mil fuzileiros e pára-quedistas desembarcaram em São Domingo (República Dominicana) para impedir a escalada comunista. O país já fora ocupado, pelos americanos, de 1916 a 1924.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em agosto de 1925 as tropas yankees sairam da Nicarágua depois de treze anos de ocupação; porém, em dezembro de 1926, desembarcaram novamente com 2000 soldados para enfrentar Augusto Cesar Sandino.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos anos oitenta, se inicia a invasão silenciosa. O &lt;i&gt;Irangate&lt;/i&gt; demonstrou claramente a intervenção dos Estados Unidos na Nicarágua como supridor de fundos e de armas dos "contras", utilizando Honduras como base principal das operações.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em maio de 1954, aviões estadunidenses bombardearam as cidades de Porto Barrio e Porto São José, na Guatemala. Em 17 de abril de 1961, devidamente autorizado pelo presidente John Kennedy, a CIA organizou a invasão de Cuba estabelecendo uma cabeça-de-praia na Baia dos Porcos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A intervenção no Chile e a deposição do presidente Salvador Allende, em setembro de 1973, é amplamente conhecida devido aos documentos secretos da ITT, ao informe Covert Action apresentado ao Senado norte-americano pela Comissão Church e outros documentos recentemente levantados. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na data de 23 de outubro de 1983, os americanos bombardeiam posições sírias no Líbano, depois de acusar a Síria por um atentado ao quartel-general americano em Beirute.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 25 de outubro de 1983, cerca de 1.900 soldados americanos desembarcam na pequena ilha de Granada, no Caribe, onde o primeiro-ministro acabara de ser assassinado. O objetivo alegado para a invasão era impedir a expansão do comunismo na América Latina.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No dia 15 de abril de 1986, os EUA bombardearam bases militares em Trípoli e Bengazi alegando que estavam ocorrendo vários atentados contra cidadãos norte-americanos, naquelas localidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 20 de dezembro de 1989, os EUA invadem o Panamá com 24.000 marines que somaram-se aos 12.000 permanentemente estabelecidos, à época naquele país. Nessa oportunidade, aproveitaram para prender o presidente Manoel Noriega e conduzí-lo acorrentado a um cárcere na Flórida, julgá-lo e condená-lo à prisão perpétua. Guillermo Endara que possuia vínculos muito estreitos com os invasores, foi juramentado presidente na base militar norte-americana de Fort Gulick, na zona do canal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A operação "Tempestade no Deserto" desencadeada durante a Guerra do Golfo, em 1991, tinha como objetivo libertar o Kuwait, ocupado pelas tropas do presidente iraquiano Saddam Hussein, arquiinimigo dos estadunidenses.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda em 1991, a CIA infiltrou-se em Porto Príncipe para comandar o afastamento do presidente Aristide.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No ano de 1993, o presidente Bill Clinton ordena um ataque à instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado contra o ex-presidente George W. Bush, em visita ao Kuwait.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já em 1995, os EUA enviam tropas para Tuzla, no norte da Bósnia, para garantir a assinatura do acordo de paz entre Sérvia, Croácia e Bósnia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante o ano de 1998, em resposta a atentados anti-americanos na África, bombardeios simultâneos são feitos contra uma base terrorista islâmica no Afeganistão e uma fábrica de remédios em Cartum, suspeita de produzir armas químicas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No transcorrer do ano de 1999, os americanos comandam os bombardeios da OTAN à Iugoslávia até a retirada das forças sérvias do Kosovo para deter a perseguição de minoria albanesa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Atualmente, estamos assistindo a investida das forças militares estadunidenses no Afeganistão, em resposta aos violentos ataques terroristas perpetrados, simultaneamente, por fanáticos talibãs, nas cidades de Washington e Nova York.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A História é testemunha inconteste das intervenções hegemônicas dos EEUU, e tudo leva a crer que continuará da mesma maneira no transcorrer do Século XXI. A implementação do "Plano Colômbia" e os freqüentes pronunciamentos de autoridades norte-americanas, sobre a nossa soberania na Amazônia, certamente merecem uma profunda reflexão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Diante deste catastrófico e preocupante cenário cabe-nos a seguinte indagação: até que ponto a Nação brasileira manter-se-á imune às demonstrações de violência explícita dos sobrinhos de "Tio Sam"?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;i&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;   &lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;o autor é Coronel-Aviador e Chefe da Divisão de Assuntos     Internacionais da Escola Superior de Guerra&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4257402676182666503?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4257402676182666503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4257402676182666503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4257402676182666503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4257402676182666503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/tio-sam-e-poltica-do-big-stick.html' title='&quot; TIO SAM E A POLÍTICA DO BIG STICK &quot;'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-4854208748464276810</id><published>2008-04-23T09:56:00.003-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.187-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EUA/USA'/><title type='text'>Trabalho  3ºano CMA Bibliografia pré-selecionada</title><content type='html'>Dicas de livro: O Mundo Contemporâneo, Autor Demétrio Magnoli&lt;br /&gt;Século XX: uma biografia não autorizada, Emir Sader&lt;br /&gt;Livros de Geografia e História do Ensino Médio em geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/eua_monroe.htm"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/eua_monroe.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/roosevelt_dolar.htm"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/roosevelt_dolar.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brasilescola.com/geografia/doutrina-monroe.htm"&gt;http://www.brasilescola.com/geografia/doutrina-monroe.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://64.233.169.104/search?q=cache:hjPGt2FlZkUJ:www.vestibular1.com.br/revisao/doutrina_monroe.doc+doutrina+monroe&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;cd=5&amp;amp;gl=br"&gt;http://64.233.169.104/search?q=cache:hjPGt2FlZkUJ:www.vestibular1.com.br/revisao/doutrina_monroe.doc+doutrina+monroe&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;cd=5&amp;amp;gl=br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/a-doutrina-monroe"&gt;http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/a-doutrina-monroe&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.vestibulareconcursos.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=325"&gt;http://www.vestibulareconcursos.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=325&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unificado.com.br/calendario/12/doutrina_monroe.htm"&gt;http://www.unificado.com.br/calendario/12/doutrina_monroe.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.direitoshumanos.usp.br/counter/Doc_Histo/texto/Doutrina_Monroe.html"&gt;http://www.direitoshumanos.usp.br/counter/Doc_Histo/texto/Doutrina_Monroe.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/euaxmexico.htm"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/euaxmexico.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2004/09/07/000.htm"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2004/09/07/000.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2003-05,a649"&gt;http://diplo.uol.com.br/2003-05,a649&lt;/a&gt;&lt;a href="http://meuartigo.brasilescola.com/historia-geral/estados-unidosdestino-manifesto.htm"&gt;http://meuartigo.brasilescola.com/historia-geral/estados-unidosdestino-manifesto.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=663"&gt;http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=663&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2002/10/06/000.htm"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2002/10/06/000.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-4854208748464276810?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/4854208748464276810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=4854208748464276810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4854208748464276810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/4854208748464276810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/trabalho-3ano-cma-bibliografia-pr.html' title='Trabalho  3ºano CMA Bibliografia pré-selecionada'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2984669428334430438</id><published>2008-04-17T08:03:00.000-03:00</published><updated>2008-04-19T18:49:37.183-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Am. Latina'/><title type='text'>América Latina</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=0&amp;amp;tipoTexto=2&amp;amp;desTexto=0&amp;amp;cat=3&amp;amp;ex=hist"&gt;América Latina&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-2984669428334430438?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=0&amp;tipoTexto=2&amp;desTexto=0&amp;cat=3&amp;ex=hist' title='América Latina'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/2984669428334430438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=2984669428334430438&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2984669428334430438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/2984669428334430438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/amrica-latina_17.html' title='América Latina'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7974090743454314653</id><published>2008-04-17T08:02:00.000-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.188-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>Egito: crise à vista?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=35660"&gt;Egito: crise à vista? &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7974090743454314653?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=35660' title='Egito: crise à vista?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7974090743454314653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7974090743454314653&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7974090743454314653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7974090743454314653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/egito-crise-vista.html' title='Egito: crise à vista?'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-7331855890492207213</id><published>2008-04-16T14:29:00.001-03:00</published><updated>2008-04-16T14:29:56.419-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='África'/><title type='text'>Matilde, fale-nos sobre o Quênia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Os racialistas daqui conhecem os de lá. Juntos, participam de redes internacionais de ONGs, patrocinadas pelas mesmas organizações e fundações filantrópicas, que promovem incontáveis seminários sobre diversidade, etnia e raça. Eles estiveram todos no Fórum Social Mundial de Nairóbi, no Quênia, há um ano. Duvido que os racialistas daqui não saibam que os de lá não acreditam na existência de “afrodescendentes”, pois reconhecem que não há algo como uma “cultura africana”. Mas os racialistas de lá, como os daqui, repelem os conceitos de nação e cidadania, dedicando-se, noite e dia, a traçar linhas divisórias entre etnias e a advogar políticas de ação afirmativa baseadas em classificações étnicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; África, de fato, não existe a não ser como denominação geográfica. Figuras como uma “cultura africana” ou “africanidade” são artefatos ideológicos: a única característica geral da África é a diversidade. Mas essa diversidade expressa-se em múltiplos níveis, desde o pequeno clã até grandes nações. Ela está em fluxo permanente e não pode ser congelada nas categorias étnicas elaboradas pelos colonizadores, que também são artefatos ideológicos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Nos tempos coloniais, sob os britânicos, o censo do Quênia adotou o procedimento de classificar os habitantes do país segundo critérios fabricados pela antropologia européia. Depois da independência, a etnia infiltrou-se no jogo político, convertendo-se em fonte de chantagens sem fim das elites tribais em busca de cargos governamentais e sinecuras públicas. Em 1999, quando o regime de Daniel Arap Moi afundava-se em uma crise terminal, o censo aboliu as classificações étnicas. O Minority Rights Group, ONG britânica financiada, entre outros, pela Fundação Ford, faz campanha ativa no Quênia pela classificação censitária das etnias – e oferece como subsídio o seu próprio quadro étnico do país, que é uma reconstrução atualizada da “etnografia científica” dos colonizadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Sob Jomo Kenyatta e Daniel Arap Moi, o Quênia conheceu quatro décadas de governos autoritários que exploraram episodicamente, em seu próprio proveito, a carta das divisões étnicas. Em 1992, Arap Moi incendiou as paixões étnicas no Vale do Rift, a mais diversificada província do país, jogando os nativos kalenjin contra os “forasteiros”, especialmente os kikuyu. O advento da democracia, em 2002, trouxe um governo amparado numa coalizão partidária interétnica e a promessa de um país para todos os seus cidadãos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; A carta étnica desapareceu momentaneamente da cena institucional, mas ressurgiu pelas mãos das ONGs internacionais. Os kikuyu, que habitam predominantemente as terras férteis da Província Central, formam a etnia mais numerosa e representam cerca de 22% da população queniana. Os racialistas de lá, manipulando inescrupulosamente estatísticas fiscais e de renda, acusam os kikuyu de se apropriarem da maior parcela dos recursos nacionais. Esse argumento, reproduzido à exaustão na mídia queniana, tornou-se um pretexto político eficiente quando a coalizão de governo, devastada pela corrupção e pelas rivalidades entre seus líderes, implodiu em duas facções inconciliáveis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; O presidente Mwai Kibaki é kikuyu. Seu rival, Raila Odinga, é luo. Eles não se lembravam disso quando eram aliados. Em 2006, o senador Barack Obama, que rejeita os conceitos de raça e etnia, visitou o Quênia, terra natal de seu pai. “Vocês começam a ver o ressurgimento das identidades étnicas como base para a política”, alertou, conclamando as pessoas a votarem em programas, não em etnias. Mas, então, Kibaki e Odinga já haviam redescoberto suas ancestralidades e identidades étnicas. De 27 de dezembro para cá, cerca de mil quenianos foram assassinados e 250 mil tornaram-se refugiados internos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Os manuais de história dizem que as potências européia dividiram a África, a partir da Conferência de Berlim de 1885. Essa é uma idéia curiosa, pois nos tempos pré-coloniais existiam mais de 10 mil entidades políticas na África. Os europeus, efetivamente, provocaram uma brutal unificação da África, comprimindo essas milhares de entidades em poucas dezenas de Estados. Mas o colonialismo durou menos de um século, tempo insuficiente para exterminar a diversidade prévia, que se reinventa incessantemente no interior dos Estados africanos independentes. Essa diversidade é a fonte na qual se saciam os promotores das políticas étnicas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Uma coisa é reconhecer as diferenças de língua, cultura, crenças e religiões, exigindo que sejam respeitadas, e outra muito distinta é fixá-las na lei e convertê-las em categorias políticas. A primeira atitude decorre do princípio dos direitos humanos. A segunda corresponde a uma operação de poder. As ONGs racialistas fabricam as armas políticas que são usadas nas “guerras étnicas”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Não é verdade que os quenianos estão se matando como selvagens. A verdade é que milícias controladas pelos líderes políticos estão matando selvagemente os quenianos. Não fale sobre cartões de crédito, ex-ministra Matilde Ribeiro. Fale-nos sobre o Quênia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;                                     Demétrio Magnoli             &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-7331855890492207213?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/7331855890492207213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=7331855890492207213&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7331855890492207213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/7331855890492207213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/matilde-fale-nos-sobre-o-qunia.html' title='Matilde, fale-nos sobre o Quênia'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-5652288660686602489</id><published>2008-04-16T14:27:00.000-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.189-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo/Oriente Médio'/><title type='text'>Cenários geopolíticos no Oriente Médio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Nelson Bacic Olic&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Apesar da dinâmica e do entrelaçamento dessas questões, que têm ainda como pano de fundo o interesse internacional nas enormes reservas petrolíferas dos países do Golfo Pérsico e o avanço do extremismo islâmico, pode-se tentar levantar alguns pontos que, ao que tudo indica, deverão ter continuidade nos próximos anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; O primeiro deles é que os Estados Unidos continuarão a ser a potência com mais influência na região. Todavia, ela será menor do que já foi no passado, pois as políticas e estratégias norte-americanas para a região serão cada vez mais contestadas por outros atores da cena internacional, como a União Européia, a Rússia e a China.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; O segundo é que o Irã parece cada vez mais se firmar como um dos Estados mais poderosos da região em virtude não só da riqueza fornecida pelo petróleo, mas também porque sua influência tem se fortalecido no Iraque e junto a grupos como o Hezbollah libanês e o Hamas palestino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Já Israel, uma outra potência regional, tem dois grandes trunfos: o incondicional apoio dos sucessivos governos dos Estados Unidos e a posse de um arsenal nuclear. No entanto, continua sendo um “corpo estranho” numa região dominantemente árabe-muçulmana e não tem conseguido equacionar as relações com seus vizinhos árabes e muito menos buscar soluções satisfatórias com a população palestina. Esta situação representa um grande obstáculo para que se estabeleça um processo duradouro de paz na região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Por outro lado, a situação do Iraque deverá permanecer caótica pelo menos nos próximos anos, o terrorismo continuará atuante na região e o Islã persistirá preenchendo o vazio político deixado pelo fracasso de modelos sócios econômicos ocidentais implementados sem sucesso por alguns dos governos de países da região. De maneira geral, os regimes dos países árabes continuaram mantendo-se com grande grau de autoritarismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Sob o ângulo econômico o petróleo, principal matéria-prima energética extraída na região, continuará apresentando preços cada vez mais elevados e, paradoxalmente, o comércio intra-regional permanecerá praticamente com pouca expressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22861049-5652288660686602489?l=profjeferson3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://profjeferson3.blogspot.com/feeds/5652288660686602489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22861049&amp;postID=5652288660686602489&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5652288660686602489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22861049/posts/default/5652288660686602489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://profjeferson3.blogspot.com/2008/04/cenrios-geopolticos-no-oriente-mdio.html' title='Cenários geopolíticos no Oriente Médio'/><author><name>Profº Jéferson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05657569754533597489</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/4199/1326/1600/eu_02_7.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22861049.post-2706539146291047723</id><published>2008-04-16T14:25:00.002-03:00</published><updated>2008-05-02T16:50:02.190-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geopolítica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><title type='text'>De satélites soviéticos a “tigres” da Europa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; Nelson Bacic Olic&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;Além desses três países o Mar Báltico banha também os litorais da Finlândia, Suécia, Alemanha, Polônia, Rússia e Dinamarca. Este último país, juntamente com a Suécia, tem o controle sobre os estreitos que ligam o Báltico ao Mar do Norte. Ao longo dos últimos séculos a Suécia, a Polônia, a Alemanha e a Rússia foram responsáveis pelas turbulências políticas que atingiram os três países região. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Letônia, Estônia e Lituânia possuem reduzida dimensão, perfazendo juntas cerca 175 mil km2, superfície um pouco inferior ao estado do Paraná. A Lituânia é a mais extensa e a Estônia a de menor área. O total de habitantes dos três países é de cerca de 7,5 milhões de pessoas (mais ou menos a população de Pernambuco), sendo também a Lituânia o mais populoso dos Estados. Vale destacar que as populações dos três países embora tenham sofrido influência dos países próximos mais fortes, apresentam expressivas diferenças culturais em relação às sociedades germânicas, eslavas e escandinavas presentes nos países vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Apesar das semelhanças, existem algumas diferenças entre os três países no que concerne aos aspectos etno-culturais. Os estonianos, por exemplo, estão ligados ao grupo de línguas e povo fino-ugrianos, enquanto letões e lituanos fazem parte do grupo báltico, no seio da família etnicamente eslava. Sob o aspecto religioso, os lituanos são majoritariamente católicos (influência polonesa) enquanto letões e estonianos são dominantemente protestantes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Pequenos e fracos, os Países Bálticos estiveram sob o jugo sucessivo de dinamarqueses, suecos, poloneses e alemães e, a partir do século XVIII, passaram para o domínio do Império Russo. Só ao final da Primeira Guerra Mundial, com o fim do império dos czares, é que os povos das três repúblicas bálticas obtiveram sua soberania, tornando-se independentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; No entanto, a independência teve curta duração. O Pacto Germano-Soviético (Molotov-Ribbentrop) firmado entre a Alemanha nazista e a União Soviética em 1939 fez com que os países Bálticos passassem para o controle soviético. Dois anos mais tarde, com a invasão da Alemanha nazista, os povos bálticos foram “libertados” do domínio soviético.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; Entre 1944 e 1945, devido ao recuo das forças nazistas por conta do avanço das tropas soviéticas, a URSS retomou o controle sobre a região, cuja população sofreu fortes represálias, acusada de colaboracionismo com os alemães. Foi a partir dessa retomada que o governo soviético estimulou a imigração de russos para a região. É isso que explica a importância numérica de minorias de origem russa nos três países. Na Estônia e na Letônia, os russófonos são cerca de 30% da população, enquanto na Lituânia eles perfazem um pouco menos de 10%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; A partir de 1945, os países Bálticos passaram a ser três das quinze repúblicas que compunham a URSS. Esta situação se perpetuou até o final da década de 1980, quando os três países evoluíram em direção à independência em função da crise que levou à desintegração da URSS. A Lituânia foi a primeira república a se separar da URSS, em março de 1990. Em agosto de 1991, o mesmo se verificou com a Estônia e Letônia. Os países Bálticos foram as únicas das 15 repúblicas que compunham a União Soviética que decidiram não participar da Comunidade de Estados Independentes (CEI).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-fam
